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  • 29jun

    PARANÁ ONLINE

     

    Grupo promove feira de adoção de cães e gatos neste sábado

     

    No dia que se comemora o Dia do Bombeiro, o grupo Adote Com Consciência está promovendo uma feira de adoção de cães e gatos sem raça definida.

    O encontro acontece neste sábado (2), na Petshow, Av República Argentina, 900 lj 18, dentro do supermercado Angeloni Água Verde.

    O petshop estará aberto para todos que querem adotar um companheiro para a vida toda, ou doar ração, cobertas, roupinhas, vermífugos e anti-pulgas. .

    O evento acontece das 09 às 17 horas.

    Estarão para adoção 14 cães (entre adultos e filhotes) e 4 gatinhos – cada um deles exclusivo como só um animal sem raça definida pode ser: amoroso e dedicado.

    Na hora de adotar, ao invés de considerar o espaço da sua casa ou apartamento, leve sempre em conta o comportamento do animalzinho, pois tamanho é menos importante do que a personalidade.

    Como adotar?

    A feira acontece mesmo com chuva, pois o espaço é fechado, dentro do supermercado.

    Para adotar é obrigatória a apresentação de CPF, RG e Comprovante de Residência.

    Os adultos já são castrados e vacinados.

    Para adoção de filhotes com menos de 05 meses é necessário deixar a castração agendada e paga (a preços diferenciados para animais adotados) no ato da adoção.

    O grupo pede que quem adotar um cão ou gatinho faça uma doação de ração para auxiliar na alimentação dos outros pets que ainda não tiveram a sorte de ter um lar!

    Mais informações: adotecomconscienciacwb@gmail.com ou Facebook: Adote com Consciência.

     
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  • 29jun

    DIÁRIO DO PODER

     

    DILMA E PT DECLARAM APOIO A PLEBISCITO PARA TIRAR FOCO DA CORRUPÇÃO

     

    AMBOS SABEM QUE NÃO TÊM CHANCES DE APROVAR ELEIÇÕES NO CONGRESSO

     

     

    Brasília - Presidenta Dilma Rousseff durante declaração à imprensa no Palácio do Planalto. (Elza Fiúza/Agência Brasil)

    AMBOS SABEM QUE NÃO TÊM CHANCES DE APROVAR ELEIÇÕES NO CONGRESSO. FOTO: ELZA FIÚZA/ABR

    A executiva nacional do PT e a presidente afastada, Dilma Rousseff, adotaram tática comum a quem não tem mais argumentos para se defender no debate político: o factóide do plebiscito para novas eleições.

    O súbito empenho se deve tão somente ao fato de não haver mais qualquer chance de volta da petista ao Planalto e à tentativa de impedir Temer de continuar na Presidência da República, obtendo assim uma espécie de prêmio de consolação.

    Dilma sempre refutou a ideia de novas eleições e em um primeiro momento poderia-se dizer que a mudança de posição se deve ao caminho sem volta do impeachment, mas tudo não passa de uma cortina de fumaça para evitar ter que responder sobre todas as revelações de corrupção reveladas pela operação Lava Jato e tentar tirar espaço no noticiário das operações Custo Brasil e Boca Livre, deflagrada hoje.

    Sendo assim, Dilma e o PT tentam, em vão, limitar o debate político em torno da deposição da presidente a decretos de crédito suplementar e à contabilidade relacionada às pedaladas fiscais.

    A verdade, entretanto, é que o PT, Dilma muito menos, tem capital político para aprovar uma Emenda à Constituição para promover eleições presidenciais este ano.

    São necessários os votos de 308 deputados e 49 senadores, muito acima das capacidades do antigo governo, para aprovar matéria constitucional.

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  • 29jun

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  • 29jun

    EXPRESSO – ÈPOCA

     

    Rede Sustentabilidade está cautelosa sobre denúncia de caixa dois

     

    Discurso é de que confia em Guilherme Leal, mas prefere esperar as investigações da Lava Jato

     

    Marina Silva (Foto: Jose Cruz/ABr)

     

     

    As declarações públicas e oficiais da Rede são que o partido acredita em Guilherme Leal, acusado por Léo Pinheiro, da OAS, de pedir dinheiro para abastecer caixa dois da campanha de Marina em 2010.

    Mas a confiança vai só até a página dois.

    A ordem é esperar as investigações da Lava Jato.

    Qualquer coisa, joga-se a responsabilidade nas costas de Leal.

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  • 29jun

    PARTIDO TUBE

     

    Magno Malta afirma que a perícia mostra que Dilma “pedalou” e aplicou o “golpe”

     

     

    xxxxxx

    FELIPE MOURA BRASIL – VEJA.COM

     

    Janaína Paschoal explica por que perícia reforçou denúncia contra Dilma

     

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  • 29jun

    PEDALADAS

    O ANTAGONISTA

     

    Júlio Marcelo e as pedaladas de Dilma: “Uma fraude se caracteriza justamente pela dissimulação”

    Os peritos do Senado não encontraram participação de Dilma Rousseff nas pedaladas fiscais. Fomos ouvir, então, o procurador Júlio Marcelo de Oliveira sobre a conclusão da perícia encomendada pelos defensores da petista:

    “Evidente que a perícia não iria encontrar um ato da Presidente na ‘pedalada’ junto ao Banco do Brasil. Isso já havia sido até dito e explicado.

    Os motivos que levaram o TCU a repudiar os empréstimos ilegais feitos de maneira forçada junto ao Banco do Brasil, BNDES e Caixa não foram atos ostensivamente praticados pela presidente ou seus auxiliares, mas a falta de atos, justamente a omissão de pagamentos devidos aos bancos federais.

    Uma fraude se caracteriza justamente pela dissimulação, pela obtenção de efeitos proibidos sem a prática ostensiva do ato que produziria tal efeito.

    Exatamente por configurar uma fraude, com maquiagem das estatísticas fiscais, em escala bilionária, não se poderia imaginar que tamanha manobra pudesse ocorrer sem o conhecimento pleno e anuência de sua principal beneficiária.

    Essa foi a convicção que levou os ministros do TCU a, de forma unânime, emitirem um parecer pela rejeição das contas em 2014, por irregularidades que, em essência, se repetiram em 2015.”

    Júlio Marcelo de Oliveira é cristalino, para desespero dos bandidos da política, não importa o partido a que pertençam.

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  • 29jun

    ESTADÃO

     

    Crédito: Agência Brasil

    O ex-ministro Antônio Palocci (Crédito: Agência Brasil)

    O empresário Otávio Marques Azevedo, presidente afastado da Andrade Gutierrez, afirmou em sua delação premiada que o ex-ministro Antonio Palocci cobrou R$ 15 milhões referentes a contratos para a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.

    O dinheiro, segundo a delação, foi repassado ao economista Delfim Netto – ex-ministro da Fazenda no período da ditadura e um dos principais conselheiros do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Parte dos valores teria sido direcionado ao PT via doações oficiais nas campanhas de 2010, 2012 e 2014.

    “Antonio Palocci, provavelmente em São Paulo, solicitou ao declarante o pagamento de R$ 15 milhões para Delfim Netto dedutível do 1% de propina a ser paga”, afirmou o presidente afastado da Andrade.

    “A empresa atendeu essa determinação de Palocci, porém descontou o valor pago a Delfim do montante total solicitado aos partidos PMDB e PT, em partes iguais.”

    Palocci foi ministro da Casa Civil do governo de Dilma Rousseff e um dos coordenadores de campanha da petista em 2010.

    Ele já havia sido citado em outras delações da Lava Jato e, à época, afirmou que “jamais solicitou de quem quer que seja dinheiro ilícito”.

    O leilão para construção e operação de Belo Monte foi realizado entre 2010 e 2011. Um dos consórcios era integrado pela Andrade Gutierrez.

    A empresa fez um acordo de leniência. Segundo Andrade, 1% do bilionário contrato das obras de Belo Monte envolveu propina acertada com PMDB e PT.

    Doações

    “O pagamento do PT foi feito em doação oficial, ou seja, em doação eleitoral.

    O pagamento do PMDB, não sabe informar que foi feito em doação eleitoral, mas, possivelmente, também pode ter sido pago parte em dinheiro”, afirma o empreiteiro, segundo o termo de delação premiada.

    Azevedo afirmou que a campanha de 2014 do PT recebeu R$ 4,5 milhões em doações da Andrade Gutierrez, que seria referente a R$ 10 milhões do acerto de Belo Monte.

    “Os valores a título de propina, no caso do PT, foram realizados, em parcelas, como doação eleitoral, como já dito. Que, no caso do PT, as propinas foram pagas, no montante de (R$) 10 milhões, da seguinte forma: em 2010, o valor de 2,5 milhões de reais; em 2012, o valor de 1,6 milhão de reais; em 2014, no valor de 4,5 milhões de reais e, para Delfim Neto, o valor de 1,4 milhão de reais”, registra a delação.

    O delator apontou os nomes do ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão (PMDB-MA) e do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto como responsáveis pela indicação de como seriam feitos os repasses, relacionados à contribuição partidária.

    Ex-ministro

    Os pagamentos a Delfim teriam relação com a formação do consórcio vencedor do leilão de obras – negócio de R$ 13 bilhões – com o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo de Lula.

    “O grupo concorrente era formado por empresas de pequeno porte, sem experiência no setor e sem necessário conhecimento do projeto Belo Monte, e que, soube mais tarde, ter sido estrutura com a ajuda de Delfim Neto e José Carlos Bumlai, de forma que era absolutamente previsível que não conseguiriam preparar um estudo adequado para participar do leilão”, explicou o presidente afastado da Andrade Gutierrez.

    Defesas

    O ex-ministro Antonio Palocci nega ter participado de qualquer negociação envolvendo a montagem do consórcio das obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e afirma ser “totalmente mentirosa” qualquer insinuação de que teria solicitado contrapartida financeira para beneficiar partidos políticos, conforme afirma o presidente afastado da Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo, em sua delação premiada.

    Em sua defesa, o petista afirma que em 2010 exercia mandato de deputado federal e não tinha nenhuma participação nas decisões governamentais sobre o setor elétrico.

    Palocci ressalta ainda a absoluta incongruência de se falar em contribuição para a campanha presidencial de 2010 vinculada a uma obra cujo contrato só ocorreu em 2011.

    Palocci foi ministro da Fazenda no governo Luiz Inácio Lula da Silva até 2006 e, após a eleição de Dilma Rousseff, em 2010, assumiu a Casa Civil.

    Procurada ontem, a defesa do ex-ministro Delfim Netto informou que só vai se manifestar depois que tiver acesso à denúncia contra o ex-ministro.

    Ao ter o nome citado na operação anteriormente, Delfim disse que havia feito uma “assessoria” para o processo de concorrência da usina.

    “Antes do leilão (de Belo Monte) só existia um concorrente. Ajudei a montar o segundo grupo para competir com o primeiro. Prestei uma assessoria. O segundo grupo era formado por empresas menores que não estavam no grupo anterior. Era uma montagem (do segundo grupo) para que houvesse concorrência. Depois ficou visível que isso não ia acontecer. A Eletrobrás tomou conta do processo. Isso aconteceu entre 2011 e 2012. Então eu me retirei normalmente. Terminou, não ia ter concorrência. Ia ter uma escolha direta”, afirmou.

    Em março, quando o jornal O Estado de S. Paulo revelou que seu nome havia sido citado na delação da Andrade Gutierrez, Delfim afirmou: “Eu não recebi nada. O que eu recebi foi por essa assessoria. Nunca recebi nada por conta de Belo Monte. Foi uma vida muito efêmera. Eu nunca recebi absolutamente nada.”

    Com as obras em andamento no Rio Xingu, próximo do município de Altamira (PA), Belo Monte será a 3.ª maior hidrelétrica do mundo.

    A conclusão da obra é prevista para janeiro de 2019. O investimento total é estimado em R$ 28,9 bilhões.

    Também citados na delação do presidente afastado da Andrade, o senador Edison Lobão (PMDB-MA) e as defesas do pecuarista José Carlos Bumlai e do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto não foram localizados para comentar o caso.

    As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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  • 29jun

    O ANTAGONISTA

     

    Assistam ao vídeo do casamento de Carol e Felipe Amorim bancado pela Lei Rouanet.

    É preciso reconhecer que ficou bem melhor do que muito filme nacional.

     

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  • 29jun

    JOICE HASSELMANN

     

    Pessoal, para que serve a lei ROUANET mesmo?

    Para financiar um bando de artistas bicho grilo do tipo que ninguém quer pagar pra ver e também pra bancar esquemas de corrupção.

    Hoje um grupo foi parar na cadeia.

    Espia pessoal.

     

     

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  • 29jun

    FELIPE MOURA BRASIL – VEJA.COM

     

    Magno Malta detona Lei “Robanet” após prisão de 14 mamadores

     

    Senador aplaude Operação Boca Livre e reitera necessidade de CPI

     

    Magno Malta (PR-ES), que já havia coletado assinaturas suficientes de senadores para instalar a CPI da Lei Rouanet, aproveitou a deflagração da Operação Boca Livre, que prendeu nesta terça-feira (28) 14 pessoas envolvidas num esquema de R$ 180 milhões, para detonar novamente o “mamatório” da Cultura.

    “Quando você paga imposto, o imposto é para fazer creche, estrada, esgoto, escola. Quando você faz a renúncia fiscal, você renunciou a uma creche, a uma escola, a uma estrada… para essa baboseira”, disse o senador, referindo-se às festinhas privadas e até casamento pagos com dinheiro público.

    Assista.

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