• 27jan

    REUTERS

    O capitão do cruzeiro italiano Costa Concordia disse que os administradores do navio pediram que se aproximasse da costa na noite em que a embarcação encalhou e naufragou, segundo conversas gravadas e que vazaram aos jornais italianos.

    O jornal “La Repubblica” publicou trechos de uma conversa entre o capitão Francesco Schettino e uma pessoa identificada apenas como Fabrizio, na qual ele compromete um administrador da Costa Cruises, proprietária do navio.

    “Fabri… qualquer outra pessoa no meu lugar não seria tão escrupulosa em ir para lá porque eles estavam me pressionando, dizendo vá até lá, vá até lá”, disse Schettinno na conversa. “… A rocha estava lá, mas não aparecia nos instrumentos que eu tinha e eu fui até lá… para satisfazer o administrador, vá até lá, vá até lá”, completou.

    A conversa aparentemente foi gravada sem o conhecimento de Schettino, enquanto ele era mantido sob custódia após o acidente, e foi postada no site do “La Repubblica”.

    Uma fonte do gabinete da promotoria disse que a transcrição era genuína.

    Schettino atualmente está sob prisão domiciliar, acusado de provocar o acidente ao se aproximar demais da margem, de homicídio múltiplo e de abandonar o navio antes que a retirada dos 2.400 passageiros e tripulantes acabasse.

    Pelo menos 16 pessoas morreram quando o navio bateu em uma rocha, que abriu um buraco em sua lateral e o afundou perto da ilha de Giglio, na Itália, em 13 de janeiro. Outras 16 pessoas estão desaparecidas. Seis corpos continuam sem identificação.

    Os investigadores disseram que Schettino manobrou o navio de 114.500 toneladas até 150 metros da costa para fazer uma manobra conhecida como “saudação”. Uma das principais dúvidas da investigação é se essa manobra foi ou não tolerada, ou mesmo encorajada, pelos operadores do navio.

    Em outra ameaça potencial à Costa, o jornal “Corriere della Sera” divulgou que Giulia Bongiorno, uma das principais advogadas criminalistas do país, representará 30 passageiros que pretendem processar a empresa.

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    UOL VÍDEOS

     

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    MACWORLD/REINO UNIDO

    Bill Gates foi inspirado a se dedicar ainda mais a seu trabalho filantrópico depois que a morte de Steve Jobs teria lembrado o fundador da Microsoft de que ele tem “tempo limitado” na Terra.

    A declaração de Gates foi dada durante o programa Nightline, durante uma entrevista sobre seu relacionamento com Jobs e como a morte do cofundador da Apple o afetou. 

    Apesar de eles não terem sido bons amigos, Walter Isaacson, biógrafo de Jobs apontou que “as pessoas podem, às vezes, amar e odiar umas às outras ao mesmo tempo”.

    Gates revelou ter feito uma visita à casa de Jobs semanas antes do cofundador da Apple morrer.

    “Ele e eu sempre gostamos de conversar. Falávamos sobre as outras companhias que surgiam, falávamos sobre nossas famílias e como ambos tínhamos sorte em relação às mulheres com as quais nos casamos. Eram conversas bem relaxantes”, relembrou Gates.

    O relacionamento, entretanto, nem sempre foi tão cordial.

    Jobs ficou indignado quando soube que o antigo chefe da Microsoft tinha se tornado o homem mais rico do mundo, dizendo, “esse nunca foi meu objetivo. E, no fim, não sei se era o objetivo dele também”. 

    Isaacson conversou com Gates, como parte de sua pesquisa para a biografia de Jobs, e o fundador da Microsoft contou que o modelo de negócios da Apple “só funcionaria se houvesse Steve Jobs”.

    Quando  contou isso a Jobs, ele respondeu que o modelo da Microsoft também funcionou, “mas apenas se você não se importar em oferecer produtos ruins”. 

     

    jobs390

    Relação entre Gates e Jobs (acima) era de amor e ódio 

    Gates não é mais o homem mais rico do mundo, tendo doado grande parte de seu dinheiro.

    Desde 1994, a Gates Foundation já forneceu subsídios que totalizam mais de 26 bilhões de dólares a diversas ações é projetos filantrópicos.

    Entretanto, a morte de Jobs serviu como um lembrete a Gates de que ele precisa se empenhar em seus esforços de caridade, conforme disse na entrevista.

    “É muito estranho que alguém tão vibrante, que fez uma grande diferença e que com uma presença tão constante tenha morrido. Faz você pensar ‘nossa, estamos ficando velhos’. Espero ainda ter um pouco de tempo para focar no que faço hoje, que é o trabalho filantrópico”.

    “E há drogas que estamos investindo agora que não estarão prontas nos próximos 15 anos – para erradicação da malária, preciso de duas décadas para preencher essa oportunidade. Mas isso te lembra que você precisa escolher coisas importantes porque você têm um tempo limitado.”

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    YOU TUBE

    Deputado Túlio Isac numa tentativa de humilhar os professores presentes na Assembleia Legislativa de Goiás afirma que EXIGIMOS tem a grafia errada se escrito com G.

    Ao mesmo tempo adota uma postura irônica com um rapaz de cabelo comprido, zombando de uma possível homossexualidade.

    Sarcasmo tipicamente HOMOFÓBICO.

    COMENTÁRIO : Exigimos é com G mesmo. Com J pode ser o Jumento na forma de deputado !

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    FOLHA.COM

    A indústria turística americana está à procura de quem fale português, de olho nos turistas brasileiros cada vez mais numerosos — e gastadores — que chegam aos EUA.

    O recado veio da secretária-assistente de Estado interina para Hemisfério Ocidental (Américas), Roberta Jacobson, durante um encontro com Hillary Clinton com 45 estudantes da rede pública brasileira no programa Jovens Embaixadores, que promove intercâmbio cultural.

    “A indústria turística está desesperada por quem fala português. Estão buscando mais informações sobre o Brasil”, afirmou ela aos adolescentes, que têm entre 15 e 18 anos, ao falar da importância do programa para estreitar laços e das portas abertas por ele.

    Os EUA vêm, nas últimas semanas, redobrando os acenos ao Brasil nas áreas de turismo e educação. Na semana passada, o presidente Barack Obama anunciou a simplificação do programa de vistos para brasileiros, a fim de aumentar o número de documentos emitidos.

    Divulgação/Departamento de Estado dos EUA
    A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, recebe estudantes brasileiros em um programa de intercâmbio
    A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, recebe estudantes brasileiros em um programa de intercâmbio

     

    Ontem, sua secretária de Estado, Hillary, cumprimentou os adolescentes e disse esperar deles sugestões para aperfeiçoar o intercâmbio entre os dois países.

    “São tempos animadores para ser um jovem brasileiro. Quando penso nas mudanças ocorridas no tempo de vida de vocês, não há outro país onde mais coisas tenham acontecido, no sentido de se criar oportunidades.”

    Vindos de todos os Estados do Brasil, muitos deles ainda de aparelhos nos dentes e voz infantil, os estudantes contaram sua experiência a Jacobson, antes de se encontrarem com Hillary, e disseram-se felizes por poderem quebrar estereótipos.

    “Minha família hospedeira perguntou se no Brasil há pizza”, disse um dos garotos de inglês impecável.

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    AGÊNCIA O GLOBO

    A presidente Dilma Roussef afirmou a intelectuais brasileiros e estrangeiros nesta quinta-feira que os brasileiros estão “vacinados” contra o neoliberalismo.

    Em reunião com os coordenadores e as entidades do Fórum Social Mundial, Dilma pediu para que os dirigentes articulem a sociedade civil para formular propostas para a Rio +20, a conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) que traçará planos de sustentabilidade em junho, no Rio.

    Dilma também disse, segundo os participantes, que o tema do evento extra-oficial da Rio+20 deveria ser “um outro mundo é possível”, o mesmo do Fórum Social.

    “A presidente nos disse que o discurso anticapitalista para os chefes de estado não dura cinco segundos”, contou o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos.

    O teológo Leonardo Boff confirmou as declarações da presidente e complementou.

    “Não adianta ser anticapitalista, precisamos ter alternativas. O diabo é que a esquerda não tem alternativa para o desenvolvimento sustentável.”

    A reunião contou com cerca de 100 integrantes de movimentos sociais como o Movimento dos Sem Terra (MST) e intelectuais que coordenam o FSM.

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    GAZETA DO POVO/VINICIUS BOREKI

    A proposta de instituir o Programa Estadual de Desbu­rocratização, com o objetivo de revisar e simplificar os procedimentos administrativos do governo estadual, esbarrou na burocracia interna.

    Ainda não se sabe se a iniciativa vai virar realidade. Concebido pela Secretaria para Assuntos Estra­tégicos (Seae), o projeto consiste na implantação de um comitê de desburocratização, com a participação das demais secretarias de governo.

    Mas a ideia não recebeu aval da Secretaria de Estado da Administração e Previ­dência (Seap) e da Secretaria de Plane­ja­mento e Logística (Sepl). As duas pas­tas consideraram a proposta redundante.

    “A intenção é diminuir trâmites, acelerar decisões e modernizar processos para reduzir custos”, afirma o secretário para Assuntos Estratégicos, Edson Casagrande.

    A proposta de criação do programa foi encaminhada à pasta da Ad­­ministração em junho do ano passado, mas a Secretaria de Assuntos Estratégicos não obteve resposta.

    De acordo com o secretário da Administração, Luiz Eduardo Se­­bastiani, a desburocratização é iniciativa do governo desde o início da gestão.

    “Trata-se de uma mo­­der­­nização administrativa. Mas o Planejamento se posiciona contrariamente [ao projeto] para não haver ações duplas”, diz.

    Para este ano, a pasta de Assun­­tos Estratégicos conta com um orçamento de R$ 2,1 milhões – mais R$ 5 milhões para um programa destinado à implantação de telecentros.

    A secretaria depende do apoio de outras secretarias para colocar a proposta de desburocratização em prática.

    Segundo Casagrande, Assuntos Estratégicos, sua pasta, desenvolve trabalho que os outros secretários não conseguem fazer por falta de tempo.

    “Os secretários são muito ocupados. Não dá para parar diariamente e pensar no que pode ser feito dentro do sistema, porque há outros problemas a serem solucionados”, afirma Casagrande.

    Por esse motivo, a intenção da secretaria é avaliar os procedimentos, identificar o trâmite de processos e ver de que maneira isso pode ser acelerado e ter os custos reduzidos.

    Após ser questionada sobre a possibilidade de o programa não sair do papel, a Secretaria de As­­sun­­tos Estratégicos se manifestou por nota, afirmando que a proposta não foi descartada pelo governo.

    Sebastiani afirma que a ideia até pode vingar: “O projeto pode ser institucionalizado e sedimentar o que está sendo construído”, diz.

    Desacordo

    Embora as secretarias não afinem os discursos, Assuntos Estratégicos garante que o trabalho de desburocratização está em andamento.

    Na avaliação de Casagrande, o governo tem a obrigação de encontrar os gargalos e solucioná-los. “O cidadão tem prazos para cumprir, enquanto o governo não. Isso é injusto”, diz.

    Por isso a ideia de criar comitê para desburocratização depende da participação de cidadãos e da sociedade civil para identificar problemas.

    As demandas chegariam por meio da Ouvidoria do governo. “Quem sofre com o problema, normalmente sabe como resolvê-lo”, explica.

    Do outro lado, Sebastiani afirma que o estado já obteve avanços significativos para encontrar caminhos mais ágeis de resposta ao cidadão e às demandas internas.

    Exemplos são a implantação dos contratos de gestão com cada secretaria e o programa do governo eletrônico, coordenados pela Administração.

    “As normas foram definidas para que as metas fossem atingidas. Obtivemos uma redução de 32% nas despesas de custeio administrativo, mostrando que o Estado é capaz de realizar esse serviço com excelência”, diz.

    COMENTÁRIO:- Não sei por que, mas o assunto da matéria acima tem a cara de Beto Richa. Seria, quem sabe, por falta de liderança do nosso governador? Dizem que quem manda é Taniguchi e  Beto só faz de conta.

    Pode haver maldades espalhadas por aí, mas que é estranho um secretário de governo ficar criticando outro, isso é evidente.

    Em resumo, no governo Richa, que já está quase chegando aos 30% do seu mandato, o tal Choque de Gestão é embromação e conversa fiada e a coisa anda frouxa e quem pode mais chora menos.

    Continuo dizendo: nem um centrímetro de rodovia asfaltada, nenhuma sala de aula nova, nenhuma bala de munição para a Polícia Militar e nada dos quatro helicópteros para transportar pacientes pelo Paraná. Ufa! cansei!

    Quanto a desburocratização, já sei até como a historieta vai terminar: a culpa é do povo !!!!

    BETO, GOVERNE !  senão BETO NÃO FICA !

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    GAZETA DO POVO

    Às vésperas da abertura das propostas, que ocorreria segunda-feira, o Tribunal de Contas do Paraná (TCE-PR) determinou nesta quinta-feira que a prefeitura de Curitiba suspenda a licitação para a contratação da empresa que irá gerenciar o sistema de radares na cidade.

    Ofício expedido pelo conselheiro Artagão de Mattos Leão ao prefeito, presidente da Urbanização de Curitiba (Urbs) e secretário municipal de Trânsito, defende que qualquer procedimento licitatório só poderá ser adotado após o Tribunal de Contas encerrar a auditoria envolvendo a rescisão do contrato da prefeitura com a empresa Consilux, que até março do ano passado gerenciava os equipamentos.

    O edital de concorrência pública foi lançado pela prefeitura no dia 29 de dezembro do ano passado e previa um preço máximo de R$ 28,3 milhões, estimando a instalação de pelo menos 203 radares de velocidade e 48 lombadas eletrônicas.

    Pela proposta, a empresa contratada deveria gerenciar os equipamentos e repassar para a Secretaria de Trânsito de Curitiba (Setran) as informações colhidas. Um agente de trânsito seria responsável por emitir ou não as multas, ao verificar possíveis irregularidades.

    O conselheiro Leão não foi encontrado para comentar a decisão. O presidente do TCE-PR, Fernando Guimarães, confirmou que os ofícios foram expedidos, mas não soube dar detalhes sobre o motivo da suspensão.

    Segundo Guimarães, o Tribunal de Contas já fazia investigações ano passado sobre o gerenciamento de radares em municípios do Paraná quando uma reportagem do Fantástico, da Rede Globo, denunciou a existência de uma “máfia dos radares”.

    Na matéria, veiculada em março, um diretor da Consilux admitia ser possível apagar infrações de trânsito.

    Logo em seguida o prefeito Luciano Ducci rompeu o contrato com a empresa, o que motivou uma auditoria do TCE-PR sobre o caso, ainda em andamento.

    O secretário municipal de Trânsito, Marcelo Araújo, informou nesta quinta-feira à noite que não havia recebido o ofício e não sabia qual o teor da decisão do Tribunal.

    Segundo ele, o assunto será discutido na sexta-feira de manhã em uma reunião com a Procuradoria-Geral do município.

    “Confesso que eu não esperava (a decisão do TCE-PR). Me surpreendo, mas não me assusto. Só lendo o teor pra saber qual o fundamento, e a partir daí tomar a decisão que for mais correta”, afirmou o secretário.

    Tribunal suspendeu outra licitação há menos de um ano

    A interferência do Tribunal de Contas do estado em licitações da prefeitura de Curitiba não é inédita. Há menos de um ano, em fevereiro de 2011, o TCE-PR determinou que o município não abrisse as propostas das empresas interessadas em assumir o serviço de limpeza urbana da capital pelos próximos cinco anos.

    Na época, a decisão foi tomada após o Tribunal avaliar duas representações contrárias à concorrência apontando exigências que estariam em desacordo com a Lei de Licitações.

    COMENTÁRIO:-  A coincidência é no mínimo estranha. É só o Ducci anunciar que vai para as Europas e vem pepino do grande por aí ! 

    Estas licitações mal engendradas, com que propósito não sei, já vem desde os tempos de Taniguchi, passando por Richa e agora com nosso carismático Luciano Ducci.

    Vai precisar se benzer, pois, com a prisão do ex-deputado Carlos Simões parece que vai pular Gafanhoto para todo lado e Ducci está na lista, do tempo que era deputado estadual.

    Isto sem falar no caso do Comitê da Lealdade, pois quando o Rodrigo Oriente, a testemunha protegida pela polícia, colocar farinha no ventilador, vai voar o sonho da reeleição para todo lado.

    Se serve de consolo, pelo menos seu nome estará na relação preciosa de prefeitos de Curitiba, uma das maiores cidades do Brasil.

    E terá boas companhias. Por exemplo: João Cláudio Derosso, Fábio Camargo, Sabino Pícolo e outros mais votados.

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  • 26jan

    EFE

    As tempestades solares que afetam o campo magnético da Terra desde domingo (22), e cujas ondas obrigaram a desviar voos comerciais que passavam pelos pólos, seguirão se intensificando, segundo especialistas.

    Assista:

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  • 26jan

    O governador Beto Richa  discriminou os Movimentos Sociais ao  reinaugurar o   Palácio Iguaçu, na manhã de ontem.

    Inicialmente estava programado o convite às lideranças dos Movimentos Sociais, mas o governador preferiu  convidar  para o evento  os detentores do PIB paranaense (empresários, representantes de entidades classistas), políticos e funcionários públicos do alto escalão.

    Ao ser questionado sobre a não participação de lideranças comunitárias, representante do alto escalão  do governo disse que, em ocasião especial, o governador fará evento  somente com os líderes comunitários de Curitiba e Região Metropolitana.

    Ou seja, passou recibo que, o governador não quis misturar as classes sociais em evento de tamanha magnitude.

    Tal atitude mostra o grau de “elitismo” da administração tucana no Paraná e, mais que isso, demonstra claramente quais os interesses que esse governo representa, isto é, os interesses dos magnatas, grandes empresários, corporações, (grupos econômicos comprometidos com o lucro fácil).

    Ao passo que, os pobres, os trabalhadores, que constroem a riqueza de nosso estado, ficam a margem, suportando apenas as cargas de “impostos” que rotineiramente vem a público, como recentemente, o aumento das taxas do DETRAN  que teve aumento, acima do suportável, para a população mais pobre.

    É o jeito “tucano” de governar. Pois, chegam as margens do intolerável como na questão da “cracolândia” e da “reintegração  de posse  de Pinheirinho – São José dos Campos – SP,  que “Maria Inês Nassif” assim relatou , na Carta maior.

      “ É o horror. Nada mais precisa ser dito para descrever a operação de despejo de Pinheirinho, em São José dos Campos, e a ação policial contra os usuários de crack no centro da Capital, na chamada Cracolândia. Mas existem muitas explicações para a truculência, a desumanidade, a destituição do direito de cidadania aos pobres pelo poder público paulista”.

    Parafraseando  Maria Inês Nassif, “é o horror”. São Paulo e Paraná se dão as mãos, ambos governantes tucanos, representantes das elites, fizeram  clara suas opções, ou seja, “opção preferencial contra os pobres”.

     

    Edson Feltrin, advogado e presidente da FEMOTIBA
    Federação das Associações de Moradores de Curitiba

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