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  • 23ago

    GAZETA DO POVO

     

    Ibope mostra Rafael Greca em primeiro na disputa pela prefeitura de Curitiba

     

    Gustavo Fruet e Requião Filho aparecem tecnicamente empatados no segundo lugar

     

     | Pedro Serápio/Gazeta do Povo

    Foto: – Pedro Serápio/Gazeta do Povo

     

    A primeira pesquisa Ibope para a prefeitura de Curitiba, encomendada pela RPC, mostra o ex-prefeito Rafael Greca (PMN) na liderança, com 28% das intenções de voto na estimulada (quando os nomes são apresentados ao entrevistado).

    O atual prefeito e candidato a reeleição Gustavo Fruet (PDT) aparece em segundo lugar, com 19%, tecnicamente empatado com o deputado estadual Requião Filho (PMDB), que tem 16% das intenções de voto.

    A margem de erro da pesquisa é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos.

    Ney Leprevost (PSD) tem 6% das intenções de voto e a Maria Victoria (PP) aparece com 4%.

    O candidato do PT, Tadeu Veneri, foi escolhido por 2% dos eleitores.

    Já Ademar Pereira (Pros), Afonso Rangel (PRP) e Xênia Mello (PSOL) têm 1% das intenções de voto cada um.

    De acordo com a pesquisa, 11% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco ou anular o voto nas eleições de outubro.

    Outros 11% afirmaram que não sabem ou preferiram não responder.

    A pesquisa foi contratada pela Sociedade Rádio Emissora Paranaense S.A e foi realizada entre os dias 19 e 22 de agosto com 602 eleitores.

    A margem de erro da pesquisa estimulada é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

    A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) sob o protocolo Nº PR-04300/2016.

  • 23ago

    BAND.COM

     

    Cientista político aponta características para vencer a eleição

    De acordo com Antonio Lavareda, eleitor pode ler a alma dos candidatos

     

    Lavareda: o eleitor, embora não seja um psicólogo, pode ler a alma dos candidatos (Foto: Divulgação)

    Lavareda: o eleitor, embora não seja um psicólogo, pode ler a alma dos candidatos (Foto: Divulgação)

    O cientista político e sociólogo Antonio Lavareda disse, em entrevista ao BandNews TV que, “se dependesse das pesquisas, todas as campanhas terminariam empatadas, porque os candidatos iriam falar rigorosamente as mesmas coisas”.

    Lavareda revela, no entanto, três características que fazem a diferença em uma campanha eleitoral: credibilidade, qualidade das propostas e condições de governabilidade do candidato.

    O sociólogo afirmou ainda que, mesmo o eleitor não sendo especialista, ele pode intuir essas três características.

    “O eleitor, embora não seja um psicólogo, pode ler a alma dos candidatos”, ponderou.

  • 23ago

    UCHO.INFO

     

    30 de agosto será o “Dia D” do PT: Senado decidirá o futuro de Dilma;

     

    STF julgará denúncia contra Gleisi

     

     

    gleisi_hoffmann_1022

     

    A considerar a sequência de fatos, agosto, a exemplo do que prega a sabedoria popular, será o mês do desgosto.

    Pelo menos para o Partido dos Trabalhadores. Na quinta-feira (25), o Senado dará início ao julgamento final da presidente afastada Dilma Rousseff, alvo de processo de impeachment por crime de responsabilidade.

    Na segunda-feira subsequente, dia 29 de agosto, será a vez da petista se defender no plenário do Senado, quando tentará intimidar senadores e promete protagonizar um dramalhão muito bem ensaiado.

    No dia seguinte, terça-feira, 30 de agosto, o plenário do Senado decidirá sobre o futuro político de Dilma, que, confirmados os prognósticos, voltará para Porto Alegre, cidade onde reside sua família (ex-marido, filha e netos).

    Há a possibilidade de a decisão ser prorrogada por mais um dia, dependendo das chicanas jurídicas da defesa, mas será em agosto.

    No mesmo dia 30 de agosto, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (SFT) julgará a denúncia contra a senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR), que lidera a tropa de choque da presidente afastada no Senado.

    Gleisi e o marido, o ex-ministro Paulo Bernardo da Silva (Planejamento e Comunicações), juntamente com o empresário curitibano Ernesto Kluger, são acusados de corrupção e lavagem de dinheiro.

    De acordo com a denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a senadora petista recebeu, em 2010, quando concorreu ao Senado, R$ 1 milhão em propina do esquema de corrupção que durante uma década funcionou na Petrobras.

    Segundo as investigações da Operação Lava-Jato, o dinheiro foi entregue pelo doleiro Alberto Youssef, em quatro parcelas a Ernesto Kugler.

    Gleisi, que insiste em alegar inocência – é um direito seu – foi acusada por seis delatores da Lava-Jato de ter recebido propina.

    Não bastasse, a empresária Monica Moura, mulher e sócia do marqueteiro João Santana, revelou à força-tarefa da Lava-Jato, em acordo de delação premiada, ter recebido dinheiro de caixa 2 na campanha de Gleisi.

    Por outro lado, o casal petista – Gleiei e Paulo Bernardo – foi citado na Lava-Jato em delações premiadas de Yousseff e de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras.

    Costa disse que Paulo Bernardo o procurou com o objetivo de pedir dinheiro para a campanha da mulher.

    Na sequência coube ao advogado Antônio Carlos Fioravente Pieruccini detalhar como o dinheiro de propina (R$ 1 milhão) teria sido repassado para a campanha de Gleisi.

    Em depoimento ao Ministério Público Federal, Pieruccini disse ter transportado R$ 1 milhão de São Paulo para Curitiba, a pedido de Yousseff, que declarou às autoridades que o destino final da propina era a campanha de Gleisi.

    O advogado também revelou que as entregas do dinheiro ocorreram em uma sala de propriedade de Ernesto Kugler, localizada shopping de Curitiba, do qual ele é o proprietário.

    Pieruccini disse ter levado uma caixa lacrada com a inscrição “P.B./Gleisi”.

    Kugler, por sua vez, segundo o delator, contou as notas (total de R$ 250 mil) e afirmou que o valor “não dava nem para o cheiro”.

    Outras três entregas de propina ocorreram da mesma forma, segundo Pieruccini.

  • 23ago

    BLOG DO TUPAN – BEM PARANÁ

     

    Requião esbraveja: sabe que vai perder controle do PMDB no Paraná

     

    requiao

    Roberto Requião

    Na série de postagens no Facebook neste final de semana, o senador Roberto Requião (PMDB) esbravejou contra aqueles que pedem sua cabeça no partido em Brasília.

    “Sugiro aqueles que pedem minha cabeça no PMDB que se apresentem voluntariamente em uma penitenciária para cumprir a pena que merecem”, disse Requião. 

    “Na verdade não sou dissidente do PMDB. Dissidente é quem pratica corrupção, quer vender o país,trabalha com pixuleco, despreza nosso país.Alguém pediria a minha cabeça no PMDB nacional porque (sic) não sou ladrão, não pertenço a quadrilha, sou nacionalista?”, diz Requião em outro dois posts.

    Assim que o Senado votar o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), Requião sabe que vai perder o controle do PMDB do Paraná e que as eleições de 2018 no Estado não vão estar sob influência requianista.

    Também sabe que o desempenho do partido nas eleições de outubro será pífio, restrito a alguns rincões no interior.

    Requião sabe de tudo isso. Tanto sabe que nas grandes cidades, o PMDB apoia outros partidos, em especial a Rede.

    “Após o impeachment, Requião vai para Rede”, vaticina um peemedebista.

  • 23ago

    REINALDO AZEVEDO 2REINALDO AZEVEDO – VEJA.COM

     

    Dilma joga acusações de Santana nas costas do PT, ataca Temer e volta a falar em golpe

     

    Corolário: caso ela voltasse à Presidência, tudo indica que não contaria nem com o apoio do PT…

     

     

    Ah, Dilma Rousseff, Dilma Rousseff…

    A mulher segue dando entrevistas por aí. Estamos a três dias da instalação da sessão do Senado que dará início a seu julgamento, e ela segue esperneando, contra todas as evidências.

    Itamar assumiu a Presidência em definitivo 87 dias depois de ter dado início à interinidade, com o afastamento de Collor.

    No dia 19, Temer completou 100 dias no poder ainda sob o signo da provisoriedade.

    Mais: Collor renunciou assim que o Senado se reuniu para julgá-lo — o procedimento, diga-se, teve continuidade, e se votou seu impeachment, embora ele já não tivesse mais mandato.

    Dilma diz que vai até o fim.

    Por isso a votação que selou o destino do hoje senador por Alagoas foi breve.

    Afinal, nem presidente ele era mais. Dilma, que jura que não vai renunciar, quer que a coisa se estenda por uma semana.

    No dia 29, está previsto o seu pronunciamento no Senado.

    As diferenças não são só essas: afastado, ninguém deu muita bola para o que Collor tinha a dizer; um gato-pingado ou outro se atreviam a falar em sua defesa.

    Nem mesmo partido ele tinha. Aquele pelo qual se elegera, o PRN, já havia se esfacelado porque, a rigor, nunca chegou a existir. Era só um arranjo eleitoreiro.

    Com Dilma, é diferente. Aliás, procurem o noticiário da época.

    Raramente se agregava o adjetivo “interino” à palavra “presidente” quando se falava em Itamar.

    A situação de Temer, nesse particular, é bem mais difícil.

    Dilma concedeu mais uma entrevista, desta vez ao programa Conexão Repórter, do SBT, que foi ao ar na madrugada desta segunda.

    Ganha um pirulito de presente quem adivinhar a tese central de sua fala: oh, sim! Ela disse que o impeachment é… golpe!!!

    Aliás, deve ser o golpe mais lento da história da política, não é mesmo?

    A Afastada voltou a fazer a confusão de que mais gosta: confundir crime de responsabilidade com falta de honestidade pessoal — e essas são coisas absolutamente distintas.

    Nem entro no mérito de sua honradez pessoal (já volto ao tema). O fato é que um anjo de bondade pode cometer um crime de responsabilidade — e é disso que ela está sendo acusada.

    Esse é o fato jurídico. Ela atentou contra a Lei Orçamentária.

    Mas está caindo também porque levou o país ao buraco. Essa é a questão política.

    Mas quê… Tomando bugalho por alho, voltou a evocar a tal honestidade para chamar o processo de golpe.

    Dilma admitiu erros? Um o outro. Mas o principal, diz ela, ora vejam, foi Michel Temer, escolhido para vice.

    Para começo de conversa, não se tratou de uma opção pessoal. O acordo era partidário.

    Em segundo lugar, destaque-se que o agora presidente, quando na coordenação política, foi absolutamente fiel a Dilma.

    E eficaz. Ela e sua turma, liderada por Aloizio Mercadante, é que decidiram defenestrá-lo.

    Ela  disse também que errou ao imaginar que a crise teria uma solução rápida.

    A Afastada só não admite que a barafunda econômica que está aí foi criada por ela mesma — antes, obviamente, das tentativas de consertar as bobagens, o que também não deu em nada.

    Dilma tem outra tese interessante: disse que Temer quer apressar o impeachment — de que maneira estaria sendo apressado, ela não diz… — porque teme as delações premiadas.

    Parece piada: por tudo o que se sabe até agora e pelos dados que vazaram das apurações, ele não será esmagado por revelações, mas ela sim.

    A propósito: quando confrontada com informações oriundas da delação de João Santana, seu marqueteiro, dá uma resposta realmente fabulosa.

    O homem assegura que Dilma tinha plena consciência do caixa dois e que autorizou a operação, mobilizando, para tanto, Guido Mantega, seu ministro da Fazenda, o que é consistente, tudo indica, com revelações feitas pelos executivos da Odebrecht.

    O que ela tem a dizer?

    Isto: “Ele [Santana] confessou, é responsabilidade dele. Eu não reconheço, eu não paguei. Primeiro, tem que investigar e ver se pagou; quem pagou e como pagou. Não tenho certeza se ele mentiu ou se falou a verdade. Não vou assumir responsabilidade do que eu não sei, não controlo e não sei como foi feito”.

    Entendi.

    Se houve a safadeza, então foi coisa do PT. Ela não tem nada com isso.

    Corolário: se Dilma voltar à Presidência, pelo visto, não terá nem o apoio do partido que a elegeu.

    É do balacobaco!

  • 23ago

    CAIXA ZERO – ROGÉRIO GALINDO – GAZETA DO POVO

     

    Pesquisa Ibope é contestada na Justiça e pode não sair

     

    A pesquisa Ibope marcada para ser divulgada nesta terça-feira na RPC está sendo contestada na Justiça.

    O candidato Ademar Pereira, do Pros, entrou com um pedido de liminar na Justiça Eleitoral para que os números não sejam divulgados.

    A previsão é de que a pesquisa seja divulgada no Paraná TV 2ª Edição, às 19h10.

    É a primeira pesquisa realizada em Curitiba depois que as candidaturas foram confirmadas e registradas.

    Nove candidatos disputam a prefeitura.

    Segundo os advogados de Ademar Pereira, a metodologia da pesquisa, registrada pelo Ibope na semana passada, não atende os requisitos legais, especialmente na definição da amostragem, que não seria representativa da população da cidade.

    É o mesmo tipo de argumento que derrubou várias pesquisas de intenção de voto em 2010, na disputa entre Beto Richa (PSDB) e Osmar Dias (PDT).

  • 23ago

    DIÁRIO DO PODER

     

    PADILHA: ‘DEVEREMOS TER ENTRE 60 E 63 VOTOS A FAVOR DO IMPEACHMENT’

     

    MINISTRO QUE SEMPRE ACERTA VOTAÇÕES VÊ MAIORIA CONTRA DILMA

     

     

    PELA PREVISÃO DE PADILHA, TEMER DEVERÁ CONTAR COM AMPLA MAIORIA PARA CONTINUAR NO COMANDO DO PAÍS (FOTO:LULA MARQUES)
    O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou em entrevista à Rádio Estadão a expectativa do governo interino de Michel Temer (PMDB) com a votação final do processo de impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff (PT) no Senado.

    “Deveremos ter entre 60 e 63 votos a favor do impeachment”, disse o ministro, emendando: “Sendo conservador, deveremos ter 61 votos.”Apesar da previsão, Padilha disse que o governo respeita a independência dos poderes e que o impeachment é questão do Senado.

    Mas, pela sua previsão, Michel Temer deverá contar com ampla maioria para continuar no comando do País.

    Segundo o ministro-chefe da Casa Civil, ao tornar-se definitivo, o governo Temer será ainda mais objetivo para executar as ações necessárias para recolocar o País na rota do crescimento.

    “Governo enquanto interino deixa interrogações, é natural”, afirmou.

    “Com governo definitivo, teremos de conter a expansão da dívida pública e reformar o nosso sistema previdenciário”, disse.

    Olimpíadas

    Na entrevista ao vivo à Rádio Estadão, encerrada na manhã desta segunda-feira, 22, ele também fez um balanço dos jogos olímpicos no Rio de Janeiro.

    Na sua avaliação, o balanço das olimpíadas é “altamente positivo”.

    “Fizemos muito com pouco dinheiro (e mostramos) que o brasileiro é responsável e acolhedor”, afirmou.

    Padilha justificou a ausência do presidente da República em exercício, Michel Temer, na cerimônia de encerramento ontem à noite afirmando que situação semelhante aconteceu nos jogos de Londres e Pequim.

    “Ele (Temer) apenas seguiu o protocolo.”

    Ao falar do balanço que considera positivo, o ministro disse que os jogos apresentaram índice de segurança próximo de 90% e nos aeroportos, a pontualidade foi de mais de 95%.

    E repetiu: “Fizemos muito com pouco dinheiro.”

    O ministro também afirmou que os jogos olímpicos permitiram mostrar ao mundo que o Brasil tem capacidade de atrair investimento estrangeiro com segurança jurídica.

    E argumentou que o governo tem trabalhado para mostrar que pode-se investir no Brasil com segurança jurídica.

    Impostos e Previdência

    O ministro-chefe da Casa Civil declarou que “já está descartado aumento de impostos com este novo orçamento”.

    Afirmou que a reforma da Previdência é absolutamente necessária. E argumentou que todo dinheiro do orçamento será pouco para aposentadorias, se não tiver uma reforma na previdência pública.

    “Além de estancar a dívida, temos de reformar nosso sistema previdenciário”, afirmou.

    “O governo vai mostrar que se não alterar o sistema previdenciário, não haverá dinheiro para bancar (as aposentadorias)”, afirmou.

    O ministro garantiu, entretanto, que quem já tiver “direito adquirido” não precisa se preocupar, porque o governo levará em conta um período de transição. “Respeitaremos (esse período)”, frisou.

    Padilha destacou que o governo está trabalhando com a idade mínima de 65 anos e que essa alteração será implementada mediante um período de transição.

    “O Brasil envelheceu e não criou riqueza para “manter os idosos com dignidade”.

    O peemedebista afirmou ainda que o governo tem como objetivo tornar sustentável o sistema previdenciário. Segundo ele, a reforma da previdência faz parte do ajuste nas contas públicas e na trajetória da dívida.

    Cunha

    Padilha disse também na entrevista à Rádio Estadão que o governo acompanha o julgamento do presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), da mesma forma que observa o de Dilma Rousseff (PT).

    A votação final do processo de impeachment da petista começa no dia 25 de agosto.

    Ele comentou que, assim como a votação do processo de Dilma, o julgamento de Cunha também é uma questão do Legislativo.

    “O partido (PMDB) não pode ser responsável por Cunha”, afirmou o ministro, destacando que o ideal seria que ele pudesse comprovar que as denúncias contra ele não se sustentam. 

  • 23ago

    JOICE – YOU TUBE

     

    A turma do PT e seus esquerdopatas já entraram em campo para espalhar mentiras e dizer que a renúncia é boa para o país. Entenda o que está por trás desse golpe. ESPALHE SEM PARAR MEU BRASIL!!!!

     

  • 23ago

    FELIPE MOURA BRASIL – VEJA.COM

     

    10 respostas devidas por Janot à sociedade brasileira

     

    Suspensão da delação da OAS que cita Toffoli e ‘mata’ Lula tem de ser explicada

     

    janot toffoli lula

    Comentei às 7:05 da manhã desta segunda-feira (22) na sequência da referida notícia do Globo depois confirmada por VEJA:

    tuite janot suspende

    Fui generoso ao colocar o ponto de interrogação.

    O noticiário de bastidor desta tarde indica que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, cedeu à pressão do Supremo Tribunal Federal (STF) pela suspensão da delação de Léo Pinheiro e outros executivos da OAS sob a desculpa da quebra do acordo de confidencialidade com o vazamento da citação ao ministro Dias Toffoli, revelada por VEJA no fim de semana.

    Em 16 março, durante a cobertura da sessão em que o STF rejeitou recurso da Câmara e manteve a decisão sobre o rito do impeachment baseada no voto estapafúrdio de Luis Roberto “Minha Posição” Barroso, desmascarado neste blog, dei o seguinte comentário que serve igualmente na hipótese da pressão atual do Supremo sobre Janot:

    tuite stf mafiosoEventuais temores de uma Corte composta por 8 ministros indicados pelo PT diante da eventual incriminação de um deles pelo empreiteiro que apresentou 10 anexos sobre sua relação com Lula não são difíceis de especular.

    Muito menos o alívio de Lula (e outros petistas graúdos, claro) com a suspensão da delação que o “mataria”, como vinha anunciando a imprensa.

    Cabe a Janot prestar contas à sociedade brasileira, respondendo tintim por tintim as seguintes questões (algumas das quais – ou todas – obviamente não responderá):

    1) Qual é a diferença entre o caso da OAS e de todas as demais delações vazadas parcial ou integralmente à imprensa sem que tenham sido suspensas em função dos vazamentos?

    2) Nenhuma das demais delações tinha acordo semelhante de confidencialidade assinado pelas partes antes da ocorrência dos vazamentos? (Quais tinham?)

    3) O acordo prevê a suspensão da delação independentemente da apuração sobre quem vazou a informação (seja alguém da OAS, seja alguém do Ministério Público Federal que tivesse ou não o objetivo de plantar um pretexto para a suspensão)?

    4) O acordo prevê a suspensão da delação independentemente também de haver ou não (e não havia neste caso) imputação de ação criminosa à pessoa citada na informação vazada (Toffoli)?

    5) O PGR soube quem vazou a informação antes de decidir suspender a delação? Se sim, quem foi?

    6) Os 70 anexos da delação da OAS contendo a imensa sujeira do submundo político brasileiro serão jogados no lixo por causa de uma única informação vazada (sabe-se lá por quem)?

    (Isto dará margem a demais citados em outras delações vazadas parcial ou integralmente a exigirem suas respectivas suspensões também?)

    7) Qual é a possibilidade de o senhor revogar sua própria decisão ou estabelecer um novo acordo de delação com a empreiteira?

    8) O senhor foi procurado e/ou pressionado por ministros do STF e seus emissários antes de suspender a delação da OAS?

    9) Há uma enorme pizza sendo assada diante dos olhos da população brasileira pelas maiores autoridades deste país para livrar da cadeia o alto escalão da corrupção nacional?

    10) Diante das decisões não ou mal explicadas da PGR e do STF, o senhor reconhece que a sátira em bonecos infláveis é até um gesto educado dos cidadãos que pagam por meio de altos impostos seus salários, sobre os quais atualmente ainda se discute um aumento?

  • 23ago

    debate band

     

    Quando a BAND anunciou que todos os 9 candidatos a prefeito de Curitiba estariam no debate de ontem à noite, confesso que, por pouco, não assisti ao mesmo. Era muita gente para tão pouco tempo.

    Mas, como já vivenciei tantas coisas na política, a curiosidade conduziu-me, outra vez, à lucidez e acompanhei o debate inteirinho.

    E valeu. Pois, muitas coisas ficaram claras para mim. E que tentarei explicar em rápidas observações nesta postagem.

    Primeiro, a agradável surpresa de um jovem profissional, Douglas Santucci, repórter da Band que, como mediador do programa, foi sereno, tranquilo e sensato. Nota 10.

    Quanto ao formato do debate, engessado pela lei eleitoral, deixou claro que a tevê, com as redes sociais andando à mil e sem restrições, serão a grande tacada para o candidato que melhor souber manejá-las e que a televisão está moribunda neste aspecto.

    Não tenho dúvidas que, logo estaremos votando com cartão, em agências bancárias, como já acontece, há décadas, em muitos países.

    Em 1989, presenciei isto, in loco, em Copenhague, capital da Dinamarca, onde estive, cobrindo um amistoso da seleção brasileira.

    Voltando ao debate, começo por quem, evidentemente, seria o mais visado, no caso o atual prefeito Gustavo Fruet.

    Parecia um menino sôfrego, com saliva colada nos lábios, querendo mostrar aos professores que havia estudado muito para a prova oral. Jogou números, percentuais e prêmios em profusão.

    Foi uma estratégia arriscada, pois é claro, que de pronto, os adversários não podiam confrontar nada. Mas, na continuação, suas falácias serão digeridas e as verdades aparecerão.

    Afinal, tem a prova prática, que já dura quase 4 anos e nesta ele não passou. E pior. Os testemunhas disso são os eleitores curitibanos que não consegue ver esta “Curitiba Fruetiniana”.

    Ela desaparece no meio dos buracos nas ruas, na péssima iluminação publica, no mato e na sujeira, no esgoto a céu aberto, na falta de calçadas, nos ônibus entupidos, nas postos de saúde abarrotados e com gente morrendo, nos moradores de rua por toda parte, no trânsito caótico, na falta de berçários, etc, etc…

    Uma das falácias : afirmar que a “semaforização sincronizada” (termo chique, hein ?) em Curitiba é de 100% !!!!

    Seguindo, Greca não teve o brilho de outras oportunidades. Com tempo exíguo não pode concluir quase nada do que queria.

    Atrapalhou-se com a metragem de asfaltamento em seu plano de governo, com creche do Centro Cívico que diz que fez e depois recuou dizendo que foi Requião e quando disse que saiu do PMDB por estar desconfortável  no partido de Eduardo Cunha e foi rebatido por Requião Filho que disse que ficou para tentar limpar o partido.

    E isso o deixou irritadiço. Percebia-se que seu descontrole aumentava. E o povo não gosta disso. Exige segurança e serenidade. Que, aliás, faltou-lhe e muito.

    Sinceramente, quem vive de passado é museu. E Greca não está conseguindo passar uma imagem de que se renovou. Mas, sejamos justos, foi um bom prefeito no seu tempo. Foi.

    Quanto a Veneri, um deputado atuante mas que carrega o estigma petista e por mais que se esforce não consegue dele se descolar.

    Ficou até se graça ouvir o deputado petista falar sobre as condições péssimas da saúde em Curitiba, quando, na administração de Fruet, a Saúde era conduzida por um petista que depois foi para Brasília. O povo não se esquece.

    Os melhores no debate, na minha humilde opinião foram:

    –  Ney Leprevost, um pouco inseguro no início, mas que embalou depois e acabou proporcionando o momento mais tenso ao retrucar, de forma dura, uma tentativa de pegadinha do Greca.

    Bem articulado, conseguiu passar o seu recado.

    – O outro que me surpreendeu foi Requião Filho, também muito bem concatenado e atento e passou uma imagem diferente do Pai-Senador,( e é impossível dissociar a comparação), mostrando-se calmo, educado e afável.

    A pergunta que fica: este é o verdadeiro Requião Filho?

    Ou procurou passar uma imagem pessoal diferente do que é no seu dia a dia ?

    Contudo, de uma coisa tem-se a certeza: é inteligente.

    O que dizer de Maria Victoria ?  Uma linda imagem, ou melhor, bela imagem ?  Foi mais que isso.

    Mostrou-se esforçada para apresentar mais conteúdo, conhecimento da cidade e aparentou ser engajada em inserções sociais. A verificar, na sequência. 

    Com relação aos três candidatos, Ademar, Xênia e Afonso, que por um louvável exercício de cidadania da Band, puderam participar do debate, achei interessante o contra-ponto deles.

    Apenas Xênia exagerou ao dizer que ali todos estavam envolvidos na Lava Jato. Claro, bem fora do contexto e referindo-se aos partidos dos seus adversários.

    Houve direito de resposta a todos e Ney Leprevost foi o que melhor soube aproveitar o seu 1 minuto, enaltecendo a cidade de Curitiba por ser sede da Lava Jato e citando o juiz Sergio Moro. Ponto para Ney !

    Dos três, Afonso Rangel pareceu o mais lúcido e conhecedor do que falava. Leva jeito e pode, no futuro, com mais condições, ser melhor aproveitado, pois tem sensibilidade e é sensato.

    Enfim, poucas novidades e muito do mesmo. Mas, melhor assim do que o silêncio das ditaduras. Viva a liberdade !

    Finalizando: falando agora como eleitor. Pelo debate, ainda não escolhi em quem eu vou votar.

    Mas já sei em quem não votar. 

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Comentários Recentes

  • Fraco o debate. Tudo muito espremido. Vou acompanhar nas red...
  • Conheço de perto o Requião filho. Claro que estava encenando...
  • Podem escrever> O fruet vai ficar em 6º lugar. É muito ca...
  • Que coisa nojenta esse Fruet querer convencer os curitibanos...
  • foi ser muito sincero. Sei que não vai ganhar, mas para mim ...