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  • 27set

    reinaldo-azevedo-2REINALDO AZEVEDO – VEJA.COM

     

    Lula como chefe da organização criminosa, da “propinocracia”. É essa a denúncia que o Brasil espera

     

    35ª fase da Operação Lava Jato traz à luz uma cadeia de eventos que evidencia que o PT se estruturou para a privatização informal do Brasil

     

    À medida que a Operação Lava Jato vai revelando os meandros da organização criminosa que tomou conta do país, o que vai se revelando de maneira clara, inequívoca, didática, com poucas chances lógicas para o contraditório, é que o PT, cujo chefe inequívoco sempre foi Luiz Inácio Lula da Silva, se estruturou para:

    a: liquidar com os outros partidos;
    b: dividir o Brasil com sócios do capital privado;
    c: eternizar-se no poder — nesse caso, o complemento era a reforma política.

    Que coisa! Dia desses estranhei aqui que esquerdistas inteligentes — sim, os há — ainda tentem negar o caráter no PT.

    No dia 19 de setembro, um deles, Celso Rocha de Barros, escrevia um artigo na Folha em que se podia ler o seguinte, prestem atenção (em vermelho):
    Tudo indica que Lula recebeu favores das empreiteiras, e as autoridades estão cumprindo seu dever quando investigam a natureza desses favores.

    Mas a história mais ampla sobre política brasileira que foi contada na quarta-feira é muito ruim. Ela parece ser a base para a acusação de que Lula era o “comandante supremo” da “propinocracia”. Isso não vale.

    Na visão do procurador Deltan Dallagnol, o PT montou um sistema de distribuição de cargos e propinas que garantiu uma “governabilidade corrompida”, visando a “perpetuação criminosa” do PT no poder.

    No centro do esquema estaria Lula: sem ele, nenhum dos envolvidos teria sido nomeado para seus cargos. A roubalheira teve como fonte propinas cobradas do cartel das empreiteiras.

    Se Lula estivesse no centro do esquema, como argumentou o procurador, poderíamos supor que sua presença nessa rede fosse fundamental para manutenção.

    Talvez isso seja eventualmente demonstrado, mas os dados disponíveis não o sugerem.

    Tanto o cartel das empreiteiras quanto os aliados que venderam seu apoio ao PT já estavam no ramo antes de 2003.

    O cartel financiou a campanha de todos os partidos esses anos todos. Só o PT lhes ofereceu favores em troca?

    Os fisiológicos apoiaram FHC por oito anos, deslocaram-se em massa para o PT até recentemente e agora passaram todos para o lado de Temer.

    Foi só durante a era petista que essa necessidade de proximidade com a máquina pública foi motivada por interesses escusos?”
    (…)

    Retomo
    Esquerdista inteligente que é, Celso Rocha de Barros não exercita a negação.

    Oh, ele admite que, tudo indica, houve, sim, privilégios. Mas, como se nota, recusa o essencial: a organização criminosa e a particularidade do projeto petista.

    E por que o faz? Assim, ele pode manter a sua crença. Os crimes dos petistas teriam sido todos contingentes, a exemplo do que já fizeram outros partidos.

    Não, senhor! Não há nada de errado —  E EU JÁ DISSE ISSO AQUI — com aquele organograma exposto por Deltan Dallagnol naquela infeliz entrevista coletiva.

    Ele só era um despropósito naquela hora, apresentado por aqueles motivos. Se e quando Lula for apontado como o chefe da organização criminosa, que seja, então, exposto.

    A minha restrição, como ficou claro aos alfabetizados, foi quanto ao método. Não se apresenta um troço daquele para depois acusar alguém de ter recebido R$ 3.738.738 em benefícios indevidos, ora essa!

    Ou por outra: não se põe o carro adiante dos bois.

    Ora, o que revela a 35ª fase da Operação Lava Jato, batizada de “Omertà”, numa referência à lei do silêncio que vigora na máfia?

    O projeto de privatização, sim, do estado. O grupo Odebrecht pode ter sido o mais íntimo e próximo de Lula e do PT. Mas, como se sabe, não foi o único.

    Volto-me para Celso Rocha de Barros: o que se tem aí caracteriza ou não uma “propinocracia”?

    É um espanto do cinismo que o PT tenha se tornado notório por ser um partido contrário às privatizações, não é mesmo?

    É do balacobaco que seu seus bate-paus, seus asseclas e seus comandados saiam às ruas para denunciar uma conspiração privatista, que seria representada pelo governo Temer.

    Ora, ora… Por que é que o PT quer um estado gigante?

    Porque, no comando dessa poderosa máquina, o partido poderia, então, exercer o poder de fato, punindo ou beneficiando parceiros segundo as necessidades do partido e de sua elite dirigente.

    “Ah, isso é ilação sua, Reinaldo, e de outros que pensam como você!” Errado! A esta altura, os fatos estão dados de maneira absolutamente inequívoca.

    É claro que outros partidos e outras lideranças se beneficiaram da estrutura criminosa.

    É evidente que as empreiteiras negociaram com outros partidos.

    Mas é preciso ter claro qual legenda e qual grupo se estruturaram para que a nova cara do estado brasileiro fosse esse condomínio em que o núcleo dirigente de um partido e uma elite empresarial eleita governariam, de fato, o país, num projeto sem tempo para acabar.

    O tal “povo”, nesse tempo, iria recebendo alguns caraminguás e sendo chamado a referendar o modelo nas urnas a cada quatro anos.

    Lula como chefe da organização criminosa!

    É essa a denúncia que o país espera.

  • 27set

    JOICE – YOU TUBE

    Pessoal, esse grupo muito bem organizado do PT sempre agiu com objetivos claros de dominação. A prisão de Palocci é precursora de outra importante prisão. Entenda tudo!

  • 27set

    BEM PARANÁ – IVAN SANTOS

     

    Em novo vídeo, Greca acusa adversários de “oportunismo” por exploração de “caso do vômito”

     

    greca video

    A campanha do candidato do PMN à prefeitura de Curitiba, Rafael Greca, publicou hoje novo vídeo nas redes sociais para tentar desfazer o mal estar gerado pelas declarações dele na sabatina PUC/Bem Paraná da última quinta-feira, em que o ex-prefeito relatou ter vomitado ao tentar socorrer um morador de rua em seu carro. No vídeo, Greca aparece abraçando pessoas carentes e tem sua atuação elogiada por assistentes sociais.

    “As ações deviam falar mais alto que as palavras. O ato de Greca de socorrer de forma voluntária um pobre mendigo doente abandonado em uma noite fria carregá-lo sozinho, levá-lo em seu próprio carro está sendo desprezado”, diz o locutor no texto de apresentação do vídeo.

    “Estão manipulando você como todo mau político pelas palavras e não pelas ações. Você acha isso justo. Você provavelmente não diria o que o Greca disse. Mas você faria o que ele fez? Seu voto é um basta nessa hipocrisia oportunista e eleitoreira”, diz o texto da propaganda.

    Na sabatina PUC/Bem Paraná, na quinta-feira, ao ser perguntado sobre a questão da população de rua, Greca afirmou:“Eu nunca cuidei dos pobres, eu não sou São Francisco de Assis. Até porque a primeira vez que tentei carregar um pobre e pôr dentro do meu carro eu vomitei por causa do cheiro”. Na sexta-feira, ele pediu desculpas pelas declarações, afirmando que elas teriam sido tiradas de contexto.

    Assista abaixo o novo vídeo:

  • 27set

    Assessoria de Imprensa – Milton Júnior
    Requião Filho (PMDB – Paraná)

     

    Requião Filho pede pulso firme na cobrança de repasses aos hospitais

     

    Em visita ao Hospital Pequeno Príncipe, o candidato a prefeito conheceu ao lado do pai, o senador Roberto Requião, novas alas do hospital que é referência ao atendimento infantil

     

    filho-peq

    O Hospital Pequeno Príncipe, com quase 100 anos de existência, vive um momento marcado pelo atraso de repasses do governo federal e estadual, que deveria ser cobrado pela prefeitura.

    “Quando o dinheiro é escasso, falta remédio e o atendimento fica prejudicado. O papel do prefeito é pressionar os governos federal e estadual para que façam o repasse dentro do prazo, de forma que o atendimento não seja comprometido”, diz Requião Filho.

    O candidato da Coligação Curitiba Justa e Sustentável fez, na manhã desta segunda-feira, uma visita ao hospital, que é referência no atendimento de crianças e adolescentes, acompanhado de seu vice, Jorge Bernardi, e do senador Roberto Requião, que recentemente aprovou uma emenda autorizando o repasse de R$ 3 milhões para a construção do setor de radiologia.

    “O Requião sempre apoiou nosso hospital, desde os tempos do governo. Acreditamos que o Requião Filho continue dando atenção à saúde da criança e do adolescente”, afirmou o diretor cooperativo do Pequeno Príncipe, José Álvaro Carneiro.

    O dirigente ressaltou que o cuidado com os repasses não é a única necessidade do hospital.

    “Precisamos ter diálogo com a prefeitura, já que somos um complexo médico e patrimônio de Curitiba. Precisamos de um prefeito que nos acolha e que ouça as nossas sugestões”, completa.

    No passeio, a comitiva visitou também a ala de terapia intensiva que foi construída graças ao apoio do Governo do Estado, na última gestão de Requião, e recebeu o nome de Srª Lucy Requião de Mello e Silva, avó de Requião Filho.

  • 27set

    FOLHA.COM

     

     

    Em primeiro debate, Trump ataca menos e é provocado por Hillary

     

    “Pode ser o maior show político na Terra”, profetizava, horas antes, a CNN. “Maior. Debate. De Todos”, apostava o site “Politico”.

    Cercado de expectativas superlativas, o primeiro cara a cara entre o republicano Donald Trump e a democrata Hillary Clinton, na segunda (26), não chegou a tanto, mas teve seus momentos inspirados.

    Brian Snyder/Reuters
    Donald Trump e Hillary Clinton cumprimentam-se ao fim do primeiro debate, na Universidade Hofstra
    Donald Trump e Hillary Clinton cumprimentam-se ao fim do primeiro debate, na Universidade Hofstra

    Já nos primeiros dos 90 minutos ininterruptos de confronto, ficou claro que Hillary cumpriria à risca seu plano de enervar o adversário.

    A ideia central: se Trump perdesse a cabeça, perderia junto eleitores ressabiados com seu temperamento.

    Na mídia, ela saiu como vencedora –num grupo de controle da CNN, 62% dos telespectadores indicaram que Hillary venceu o embate, contra 27% que consideraram que Trump foi melhor.

    Hillary provocou. Sorria. Só o chamava de Donald, enquanto Trump se referia à ex-chanceler como “secretária Clinton”.

    Tratou-o como o “playboy” que começou seu negócio com US$ 14 milhões emprestados do pai (US$ 1 milhão, na verdade) e questionou por que se negava a divulgar sua declaração de Imposto de Renda.

    “Talvez ele não seja tão rico quanto diz”, afirmou Hillary.

    Ela seguiu a tese de que Trump ajudaria bilionários como ele, numa economia que chamou de “trumped-up trickle down”, uma espécie de redistribuição de riqueza às avessas.

    Também o retratou como um fracasso empresarial. “Conheci lavadores de louça, pintores, instaladores de mármore que não foram pagos [por você].”

    Antes do duelo, uma das diretoras de campanha republicana comparou seu candidato ao Pelé do beisebol: “Ele é tipo o Babe Ruth dos debates”.

    Mas esse Trump, que dominou o show nos 11 embates com outros pré-candidatos nas prévias republicanas, teve dificuldade em rebater as bolas arremessadas pela rival.

    Ficou na defensiva a maior parte do tempo. Teve seus momentos destemperados -interrompia Hillary e o moderador a todo momento-, mas não aderiu a baixarias comuns num passado recente.

    ‘TÍPICA POLÍTICA’

    Sua tática, a princípio, parecia funcionar: pintá-la como a “típica política”, que “fala muito e age pouco” em três décadas na arena política.

    Associou a sangria de empregos no país ao Nafta, tratado comercial entre EUA, Canadá e México sancionado pelo ex-presidente Bill Clinton.

    Disse que o general Douglas MacArthur (1880-1964), lendário nos EUA, “não gostaria muito” de como a democrata superexpõe seu plano para debelar o Estado Islâmico.

    “Ele diz que tem um plano secreto para derrotá-los, mas o segredo é que ele não tem nenhum plano”, ela revidou.

    O moderador, o âncora da NBC Lester Holt, foi mais duro com Trump.

    Exemplo: pressionou-o sobre ter propagado, por cinco anos, a teoria de que Barack Obama, filho de queniano e primeiro negro na Casa Branca, não era americano.

    Discriminação racial ocupou vários minutos, com os debatedores tentando colar um no outro a pecha de racista.

    Ele lembrou que, em 1996, Hillary usou o termo “superpredadores” para explicar o aumento da criminalidade, o que pegou mal na comunidade negra.

    Ela resgatou um processo, nos anos 1970, contra a recusa de Trump em alugar apartamentos para negros.

    Nos minutos derradeiros, o moderador questionou o que ele quis dizer no passado sobre “a primeira candidata mulher” à Casa Branca, por um grande partido, não ter um “look presidencial”.

    Sem mencionar sua recente pneumonia, o republicano disse que lhe faltava “vigor”.

    “Este é um homem que chama as mulheres de canhões” e gosta de “concursos de beleza”, devolveu Hillary ao ex-dono do Miss Universo.

    Checadores de dados deram dor de cabeça sobretudo para Trump.

    O “PolitiFact” desbaratou várias de suas falas, como a de que ele sempre foi contra a guerra do Iraque (em 2002, ainda que sem empolgação, a defendeu).

    A internet brincou que a democrata falhou no teste ao dizer para o rival: “Donald, é bom estar aqui com você”.

  • 27set

    UCHO.INFO

     

    Lava Jato: após fechar o cerco contra Lula e Dilma; investigação mira Erenice Guerra e Luciano Coutinho

     

     

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    Quando Deltan Dallagnol, procurador da República e coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, apresentou o detalhado organograma do Petrolão como preâmbulo da denúncia contra o ex-presidente Lula (corrupção passiva e lavagem de dinheiro), ficou claro que novas prisões ocorreriam em pouco tempo.

    O que ficou claro com a prisão de dois ex-ministros de Lula e Dilma Rousseff em menos de uma semana.

    De acordo com o organograma, nas fases seguintes da Lava Jato surgiriam informações e nomes que permitiram fechar o cerco entorno de Lula e Dilma, responsáveis pelo maior esquema de corrupção de todos os tempos, que arruinou os cofres da Petrobras.

    O primeiro passo depois da exibição do organograma foi a Operação Arquivo X, cujo ponto alto foi a prisão do ex-ministro Guido Mantega (Fazenda), solto horas depois por decisão do juiz Sérgio Moro, responsável na primeira instância do Judiciário pelos processos resultantes da Lava Jato.

    O segundo passo foi a Operação Omertà (35ª fase da Lava Jato), que mandou para a cadeia o também ex-ministro Antonio Palocci Filho (Fazenda e Casa Civil) , além dos assessores Branislav Kontic e Juscelino Dourado, todos devidamente instalados na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba.

    Seguindo a sequência lógica das investigações e os pontos que constam do organograma do procurador Deltan Dallagnol, os próximos alvos da Lava Jato Erenice Guerra, ex-chefe da Casa Civil e pessoa da máxima confiança de Dilma, e Luciano Coutinho, ex-presidente do BNDES e muito próximo de Lula.

    Ambos são suspeitos de atuar de modo semelhante ao imputado a Palocci e Mantega, ou seja, de negociar dinheiro de propina para o PT usando, para tanto, os cargos que ocupavam no governo.

    O objetivo da Lava Jato é mostrar que, além da Petrobras, a administração federal direta também foi usada para fazer caixa 2 (alimentado pela corrupção) para o PT.

    Seguindo esta linha de raciocínio é possível esperar por graves e devastadoras denúncias contra Lula e Dilma nas próximas fases da operação que desmontou o esquema criminoso que funcionou de forma deliberada durante uma década na estatal petrolífera.

    Alvo de investigação, o pagamento da Odebrecht ao ex-ministro Palocci está relacionado à aprovação de medida provisória que concedia incentivos fiscais e melhorava a linha de financiamentos do BNDES na África.

    Os investigadores da Lava Jato destacam que o financiamento do BNDES a essas megaempresas era direcionado a partir da influência política de integrantes do governo e funcionava como moeda de troca para favorecer financeiramente partidos que estavam no poder central e seus integrantes.

  • 27set

    campanha@neyleprevost.com.br -Pierpaolo Nota

     

    Ney Leprevost diz que vai trabalhar pelos mais humildes

     

      “Só melhorando a vida das pessoas que mais precisam é que melhoraremos a vida de todos”

    ney-latina

    Em encontro com trabalhadores da Rodolatina Transportes e Logística Ltda, no bairro Riviera, o candidato Ney Leprevost  disse que vai reduzir gradativamente a tarifa de ônibus e desatar os nós do trânsito.

    “Fico indignado em saber que circulam em Curitiba mais de 260 ônibus sucateados, misturados à frota, causando insegurança aos passageiros e poluindo o meio ambiente”, explicou.

    Ney disse que é seu compromisso abrir a caixa preta da URBS e reafirmou seu propósito de usar todos os recursos da Prefeitura para ajudar aos mais humildes.

    “Vamos fazer da FAS – Fundação de Ação Social a RE-AÇÃO SOCIAL, com a implantação de um cadastro de excelência na área social, permitindo através de georreferenciamento, ter um diagnóstico preciso da situação e localização das pessoas em vulnerabilidade social e situação de risco, que necessitam do apoio do município, partindo das pessoas que utilizam serviços de assistência pública”, disse.

    Leprevost disse também que vai reorganizar a rede de proteção social através de parcerias com entidades de ação social e instituições para atender as demandas de acolhimento, tratamento e reinserção destes cidadãos ao convívio social.

    Para os moradores de rua, Ney Leprevost vai implantar o CRIS – Casa de Reabilitação e Integração, com acolhimento de pessoas em situação de risco e vulnerabilidade social para encaminhamento na área da saúde, terapêutico, apoio aos familiares e capacitação através dos serviços estruturados pela rede de proteção social para promover sua reinserção à sociedade ou retirá-lo da condição de miséria.

    O vereador Felipe Braga Cortes, que também estava presente, disse que  Ney Leprevost vai fazer uma Prefeitura diferente, porque não tem amarras com o atual governo municipal ou estadual e nem compromisso com os poderosos.

    Por fim, Ney convocou a todos a participar da Corrente do Bem e mostrar a força da população curitibana.

    “Quem elege o prefeito não são os poderosos do transporte coletivo, nem da máfia dos radares e do anti-pó. É o povo”, disse.

  • 26set

    FELIPE MOURA BRASIL – VEJA.COM

     

    Edição ‘zuera’ – Ataídes Oliveira desmascara Fátima Bezerra por usar dinheiro das ‘elites’

     

    Assista à versão especial do blog sobre o cinismo petista

     

    Ataides Fatima

     

    Fiz uma edição especial e “zuera” do grande momento da segunda-feira, 19 de setembro de 2016, em que Ataídes Oliveira (PSDB-TO) desmascarou Fátima Bezerra (PT-RN) no Senado, mostrando que a petista posa de pobre, mas usou em sua campanha dinheiro das “elites” que ataca.

    Assista.

    Moral da história:

    Petista só gosta da elite que lhe dá dinheiro.

    Ou petista só gosta é do dinheiro das elites.

  • 26set

    VEJA.COM

     

    Senador petista se envolve em confusão

     

    Troca de xingamentos aconteceu de madrugada na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

     

     

    lindbergh-farias-e-senador-pelo-pt-original6

    O senador Lindbergh Farias se envolveu em uma confusão nesta madrugada.

    Ao sair de um restaurante na Barra da Tijuca, o petista foi abordado por um jovem que gritava insistentemente “Fora, PT” e “Fora, Lindbergh”. O senador retrucava chamando o rapaz de “Fascistinha” e “Babaca”.

    Por muito pouco, não houve agressão física.

    O jovem chegou a tirar a camisa e partir para cima do senador, mas foi contido por pessoas que estavam no local.

    Assista:- 

  • 26set

    VERDADE POLÍTICA – YOU TUBE

    Um metal raro no mundo, mas abundante no Brasil, considerado fundamental para a indústria de alta tecnologia e cuja demanda tem aumentado nos últimos anos, tem sido objeto de controvérsia levando uma ampla discussão na internet.

    Na tribuna, Bolsonaro, em nome do falecido Dr. Enéas vem defender esse precioso mineral.

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