• 08fev

    AFP

    O Brasil estaria disposto a facilitar “este mês” a libertação de dois militares colombianos sequestrados pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), afirmou neste domingo a senadora de esquerda Piedad Córdoba, envolvida nas negociações entre o governo e a guerrilha.

    “Estamos trabalhando nesta proposta de libertação – do sargento Pablo Moncayo e do soldado Daniel Calvo – e desmentimos as informações segundo as quais o Brasil não poderia fazer a mediação. Muito pelo contrário, o Brasil pode cumprir este papel”, declarou Córdoba à imprensa.

    “O governo brasileiro tem mostrado interesse no caso”, acrescentou.

    A senadora, que pertence ao Partido liberal Colombiano (PLC), afirmou que a idéia é fazer a libertação ainda estre mês.

    As Farc ofereceram a libertação dos dois militares em abril do ano passado. Moncayo está há 12 anos em cativeiro.

    “O importante é que a proposta das Farc continua de pé”, finalizou a senadora colombiana.

    As Farc, a guerrilha mais antiga da Colômbia, que tem entre 6 e 10 mil homens, quer trocar 24 militares e policiais por 500 rebeldes presos.

  • 08fev

    AFP

    Depois de permitir aos astronautas enviar mensagens diretamente à rede social Twitter do espaço, a

    Endeavour - aguardando lançamento

    Nasa (agência espacial norte-americana) convida agora os internautas a fazer perguntas pelo microblog à tripulação do Endevour.

    O ônibus espacial deveria ter decolado neste domingo (7) para a Estação Espacial Internacional (ISS), mas as más condições do tempo impediram o lançamento.

    A agência espacial americana informou que o astronauta Mike Massimino, no Controle da Missão em Houston, Texas, transmitirá as perguntas enviadas nos próximos dias à tripulação do ônibus espacial Endeavor.

    As respostas serão conhecidas durante uma sessão de vídeo ao vivo, de 20 minutos, que será transmitida pela internet e pelo canal de TV da Nasa.

    As perguntas devem ser enviadas para a conta de Mike Massimino no Twitter: @astro_Mike. Outros dois astronautas da missão, o americano Timothy “TJ” Creamer, engenheiro de voo das Nasa (@Astro_TJ), e o japonês Soichi Noguchi (@Astro_Soichi), já enviam mensagens ao Twitter regularmente.

  • 08fev

    AGÊNCIA BRASIL

    A incidência de Aids entre os jovens de 13 e 19 anos atinge principalmente homossexuais e mulheres. Nesta faixa etária, a prevalência de contaminação é feminina, com 60% dos casos. De 2000 a junho de 2009 foram registrados no país 3.713 casos da doença em meninas, contra 2.448 em meninos. Entre os adolescentes, 39,2% dos casos entre os meninos foram resultado de relações homossexuais.

    Os dados foram divulgados neste sábado pelo Ministério da Saúde, durante o lançamento da campanha Carnaval de Prevenção à Aids, no Rio de Janeiro. As estatísticas apontam para uma feminização da doença. Em 1986, eram 15 homens infectados para cada mulher, proporção que mudou para 15 homens para cada 10 mulheres, a partir de 2002.

    No acumulado desde 1982, até junho do ano passado, o país registrou 11.786 casos de Aids entre os jovens de 13 e 19 anos. Em 2007, houve 550 novos casos da doença neste grupo, número que foi de 587 em 2008.

    Segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, houve uma negligência das pessoas quanto à proteção nos últimos anos. “Como a expectativa de vida avançou, o diagnóstico foi ampliado e as pessoas estão vivendo com mais conforto, houve um certo relaxamento no uso do preservativo, que é uma maneira eficaz de impedir a transmissão da Aids e de outras doenças sexualmente transmissíveis, além de uma gravidez indesejada”, disse.

    Para reduzir a incidência e conscientizar sobre os riscos da doença, o Ministério da Saúde e a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres começam a veicular, a partir de hoje, uma campanha pela televisão, rádio, internet e imprensa escrita dirigida ao público jovem. Na primeira semana, até o carnaval, será enfatizada a importância do uso da camisinha. Na semana seguinte, a ênfase será sobre a importância de se fazer o teste anti-HIV, se houver alguma relação de risco, sem proteção.

  • 08fev

    FERNANDO HENRIQUE CARDOSO- O ESTADO DE SÃO PAULO/O GLOBO

    SEM MEDO DO PASSADO

    O presidente Lula passa por momentos de euforia que o levam a inventar inimigos e enunciar inverdades. Para ganhar sua guerra imaginária, distorce o ocorrido no governo do antecessor, autoglorifica-se na comparação e sugere que se a oposição ganhar será o caos.

    Por trás dessas bravatas está o personalismo e o fantasma da intolerância: só eu e os meus somos capazes de tanta glória. Houve quem dissesse “o Estado sou eu”. Lula dirá, o Brasil sou eu! Ecos de um autoritarismo mais chegado à direita.

    Lamento que Lula se deixe contaminar por impulsos tão toscos e perigosos. Ele possui méritos de sobra para defender a candidatura que queira. Deu passos adiante no que fora plantado por seus antecessores. Para que, então, baixar o nível da política à dissimulação e à mentira?

    A estratégia do petismo-lulista é simples: desconstruir o inimigo principal, o PSDB e FHC (muita honra para um pobre marquês…). Por que seríamos o inimigo principal? Porque podemos ganhar as eleições. Como desconstruir o inimigo? Negando o que de bom foi feito e apossando-se de tudo que dele herdaram como se deles sempre tivesse sido. Onde está a política mais consciente e benéfica para todos? No ralo.

    Na campanha haverá um mote – o governo do PSDB foi “neoliberal” – e dois alvos principais: a privatização das estatais e a suposta inação na área social. Os dados dizem outra coisa. Mas os dados, ora os dados… O que conta é repetir a versão conveniente.

    Há três semanas Lula disse que recebeu um governo estagnado, sem plano de desenvolvimento. Esqueceu-se da estabilidade da moeda, da lei de responsabilidade fiscal, da recuperação do BNDES, da modernização da Petrobras, que triplicou a produção depois do fim do monopólio e, premida pela competição e beneficiada pela flexibilidade, chegou à descoberta do pré-sal.

    Esqueceu-se do fortalecimento do Banco do Brasil, capitalizado com mais de R$ 6 bilhões e, junto com a Caixa Econômica, libertados da politicagem e recuperados para a execução de políticas de Estado.

    Esqueceu-se dos investimentos do programa Avança Brasil, que, com menos alarde e mais eficiência que o PAC, permitiu concluir um número maior de obras essenciais ao país.

    Esqueceu-se dos ganhos que a privatização do sistema Telebrás trouxe para o povo brasileiro, com a democratização do acesso à internet e aos celulares, do fato de que a Vale privatizada paga mais impostos ao governo do que este jamais recebeu em dividendos quando a empresa era estatal, de que a Embraer, hoje orgulho nacional, só pôde dar o salto que deu depois de privatizada, de que essas empresas continuam em mãos brasileiras, gerando empregos e desenvolvimento no país.

    Esqueceu-se de que o país pagou um custo alto por anos de “bravata” do PT e dele próprio.

    Esqueceu-se de sua responsabilidade e de seu partido pelo temor que tomou conta dos mercados em 2002, quando fomos obrigados a pedir socorro ao FMI – com aval de Lula, diga-se – para que houvesse um colchão de reservas no início do governo seguinte.

    Esqueceu-se de que foi esse temor que atiçou a inflação e levou seu governo a elevar o superávit primário e os juros às nuvens em 2003, para comprar a confiança dos mercados, mesmo que à custa de tudo que haviam pregado, ele e seu partido, nos anos anteriores.

    Os exemplos são inúmeros para desmontar o espantalho petista sobre o suposto “neoliberalismo” peessedebista. Alguns vêm do próprio campo petista.

    Vejam o que disse o atual presidente do partido, José Eduardo Dutra, ex-presidente da Petrobras, citado por Adriano Pires, no Brasil Econômico de 13/1/2010. “Se eu voltar ao parlamento e tiver uma emenda propondo a situação anterior (monopólio), voto contra.

    Quando foi quebrado o monopólio, a Petrobras produzia 600 mil barris por dia e tinha 6 milhões de barris de reservas. Dez anos depois, produz 1,8 milhão por dia, tem reservas de 13 bilhões. Venceu a realidade, que muitas vezes é bem diferente da idealização que a gente faz dela”.

    O outro alvo da distorção petista refere-se à insensibilidade social de quem só se preocuparia com a economia. Os fatos são diferentes: com o Real, a população pobre diminuiu de 35% para 28% do total. A pobreza continuou caindo, com alguma oscilação, até atingir 18% em 2007, fruto do efeito acumulado de políticas sociais e econômicas, entre elas o aumento do salário mínimo.

    De 1995 a 2002, houve um aumento real de 47,4%; de 2003 a 2009, de 49,5%. O rendimento médio mensal dos trabalhadores, descontada a inflação, não cresceu espetacularmente no período, salvo entre 1993 e 1997, quando saltou de R$ 800 para aproximadamente R$ 1.200. Hoje se encontra abaixo do nível alcançado nos anos iniciais do Plano Real.

    Por fim, os programas de transferência direta de renda (hoje Bolsa-Família), vendidos como uma exclusividade deste governo.

    Na verdade, eles começaram em um município (Campinas) e no Distrito Federal, estenderam-se para Estados (Goiás) e ganharam abrangência nacional em meu governo.

    O Bolsa-Escola atingiu cerca de 5 milhões de famílias, às quais o governo atual juntou outras 6 milhões, já com o nome de Bolsa-Família, englobando em uma só bolsa os programas anteriores.

    É mentira, portanto, dizer que o PSDB “não olhou para o social”. Não apenas olhou como fez e fez muito nessa área: o SUS saiu do papel à realidade; o programa da aids tornou-se referência mundial; viabilizamos os medicamentos genéricos, sem temor às multinacionais; as equipes de Saúde da Família, pouco mais de 300 em 1994, tornaram-se mais de 16 mil em 2002; o programa “Toda Criança na Escola” trouxe para o Ensino Fundamental quase 100% das crianças de sete a 14 anos.

    Foi também no governo do PSDB que se pôs em prática a política que assiste hoje a mais de 3 milhões de idosos e deficientes (em 1996, eram apenas 300 mil).

    Eleições não se ganham com o retrovisor. O eleitor vota em quem confia e lhe abre um horizonte de esperanças. Mas se o lulismo quiser comparar, sem mentir e sem descontextualizar, a briga é boa.

    Nada a temer.

  • 08fev

    GAZETA DO POVO

    A descoberta de novos anúncios publicados pela prefeitura de Curitiba em jornais do interior coloca

    Creche de Curitiba divulgada em Cascavel

    em xeque a versão dada pela administração municipal de que houve erro de uma das agências responsáveis pela publicidade do município.

    Duas edições de novembro do ano passado do jornal Gazeta do Paraná, de Cascavel – que fica a 500 quilômetros de Curitiba –, trazem anúncios da inauguração de uma nova creche na capital.

    Especialistas afirmam que o caso pode caracterizar crime de responsabilidade e improbidade administrativa e ainda propaganda eleitoral antecipada.

    Nos dois novos anúncios descobertos pela Gazeta do Povo, a prefeitura destaca a inauguração da creche Carlos Alberto Pereira de Oliveira, na Vila Guaíra.

    As propagandas de meia página foram publicadas nas edições de 18 e 25 novembro da Gazeta do Paraná – uma delas já no dia seguinte à inauguração da creche, que ocorreu em 17 de novembro.

    “Mais creches, mais qualidade na educação infantil. Futuro melhor para as crianças de Curitiba”, diz a mensagem.

    O texto ainda ressalta que, no ano passado, foram criadas 2.310 vagas nas creches da capital e que mais R$ 25 milhões serão investidos no setor em 2010.

    Conforme mostrou reportagem da Gazeta do Povo, esses anúncios somam-se a outros quatro que estamparam o programa Mulher Curitibana, de combate ao câncer de mama, em páginas inteiras dos jornais O Paraná e Gazeta do Paraná, ambos de Cascavel.

    No jornal O Paraná, pertencente ao deputado federal Alfredo Kaefer (PSDB) – que já declarou apoio à candidatura de Beto Richa ao governo do estado –, a prefeitura da capital publicou anúncios nas edições dos dias 29 e 31 de janeiro. Na Gazeta do Paraná, o programa foi divulgado nos dias 20 e 27 de janeiro.

    Ao contrário do que alegou em relação aos anúncios do programa Mulher Curitibana, a prefeitura disse que não houve erro da agência na publicação da propaganda que destacava a inauguração de uma nova creche.

    Em nota, a administração municipal alegou que tanto O Paraná quanto a Gazeta do Paraná circulam na capital. “Desde 2001, há relacionamento publicitário entre a prefeitura de Curitiba e os veículos. Não existe qualquer irregularidade nas peças publicitárias, que têm conteúdo informativo e não fazem qualquer menção a gestores públicos”, afirma a nota.

    Por meio do Twitter, Beto Richa disse estar conduzindo “esse processo da troca de anúncios de Cascavel com seriedade e rigor. Todos sabem que não preciso desse tipo de artimanha”.

    Questionado por um internauta, o tucano declarou que “foi um erro de fornecedor. Abri processo administrativo e não haverá prejuízo financeiro nenhum para a prefeitura”.

    O advogado Egon Moreira, professor de Direito Administrativo e Constitu­­cional da Universidade Federal do Paraná, explica que “a função da propaganda na administração pública não é promover o administrador ou o go­­verno, mas dar à população conhecimento de que uma determinada política pública está ao seu alcance”.

    O ad­­vogado Everson Tobaruela, especialista em Direito Eleitoral e Par­­tidário, alerta para a ocorrência de propaganda eleitoral antecipada.

  • 08fev

    AGÊNCIA ESTADO

    O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) e o diretório do PT em Teodoro Sampaio, no Pontal do Paranapanema, extremo oeste do Estado de São Paulo, vão boicotar a visita que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará à região na quinta-feira, dia 11.

    A direção regional do movimento e a cúpula petista local não concordam com a agenda divulgada pelo Palácio do Planalto, que inclui visitas de Lula a uma usina de cana-de-açúcar do grupo Odebrecht, em Mirante do Paranapanema, e ao assentamento Dona Carmen, em Teodoro Sampaio.

    O assentamento é controlado pelo líder dissidente do MST, José Rainha Júnior. “É um absurdo o presidente Lula vir à região para inaugurar uma usina que usa terras que o Estado considera públicas. É como se ele viesse legitimar o grilo”, disse Márcio Barreto, um dos integrantes do MST no Pontal.

    De acordo com Barreto, a visita à usina ocorre num momento em que o MST sofre uma ofensiva por ter intensificado a luta contra a grilagem de terras no Estado. “Temos sete companheiros presos e outros 13 são procurados por terem agido contra o grilo da Cutrale. Para nós, a Odebrecht é a Cutrale do Pontal.”

    As prisões ocorreram em razão da depredação da fazenda da empresa produtora de suco de laranja durante invasão, em outubro do ano passado. A visita de Lula ao assentamento está sendo coordenada por Rainha.

    O líder dissidente se vangloria de ter conseguido assentar 141 famílias no local. Todos os lotes têm casa de alvenaria, água e energia elétrica. “O presidente ignora a história do MST no Pontal e vem fortalecer uma dissidência”, disse Barreto. “Ele prestigia a banda podre, que foi afastada do movimento, e deixa a parte legítima de fora.”

    Segundo ele, três entidades criadas por José Rainha – a Federação das Associações de Assentados e Agricultores Familiares do Oeste Paulista (Faafop), a Associação Amigos de Teodoro Sampaio e a Associação Patativa do Assaré – são investigados pelo Ministério Público Federal por suspeita de desvio de verbas.

    As entidades, dirigidas por Eduardo Moraes, braço direito de Rainha, receberam repasses de R$ 3,2 milhões para desenvolver projetos para a produção de biodiesel em assentamentos. Moraes negou os desvios. Rainha disse que não interfere nas entidades e alegou que as denúncias tiveram motivação política. Ele promete mobilizar 10 mil pessoas para receber o presidente Lula no Pontal.

    A reportagem não conseguiu contato com o grupo Odebrecht. De acordo com Barreto, o MST estadual deve endossar hoje a posição da coordenação regional sobre a vista de Lula.

  • 08fev

    Vou sair um pouco de minha normalidade. Explicando melhor, estou tomando uma atitude que raramente tomei, como comunicador, formador de opinião e analista político. Vou dar explicações. Coisa rara. Mas, vamos lá.

    Neste domingo, recebi dezenas de e-mais e telefonemas, uns cobrando-me uma opinião, outros censurando-me por omissão e alguns, até insinuando que faço o jogo de terceiros.

    Tudo isso porque não analisei e nem emiti minha opinião sobre uma pesquisa eleitoral, que foi encomendada pelo jornal “O Paraná”, de Cascavel, sobre a sucessão paranaense, junto a um instituto de nome Radar.

    E os números dessa pesquisa mostram Beto Richa em vantagem em todos os cenários.

    Não analisei e nem vou analisar. É um direito meu priorizar os temas em que devo emitir opinião.

    E, também, porque, tenho critérios. Os meus critérios. E nesse assunto de pesquisas tenho muito chão percorrido. São décadas.

    Exatamente, por conhecer o caminho das pedras, não faço o jogo de político algum. E, sinceramente, nunca ouvi falar deste nome Radar.

    Pelo menos, como uma empresa que tenha amplitude nacional e mesmo no cenário estadual, sua atuação, em pesquisas eleitorais, se existe, é restrita e insignificante.

    Não gosto de dar tiro no escuro. E muito menos, de cair no ridículo.

    Prefiro aguardar pesquisas do IBOPE, DATAFOLHA, SENSUS,VOX POPULI, IPESPE e até mesmo da paranaense PARANÁ PESQUISA, entre outras, pois conheço o Murilo, seu diretor, e sua empresa já tem experiência em pesquisas eleitorais.

    Sei que existem muitas pequenas empresas de pesquisas em todo o Paraná. Mas, também, acho que os órgãos de comunicação, entidades e partidos políticos, devem, ao chancelarem uma pesquisa, estar atentos à experiência e à consistência da empresa contratada.

    PS:- Se o  Instituto Radar Estatística citado no jornal “O Paraná” for  de Francisco Beltrão, no Paraná, desculpem-me os dirigentes e funcionários da empresa, pois tudo que escrevi, está mantido.

  • 07fev

    Globo.com

    O astronauta japonês Soichi Noguchi, engenheiro de voo que integra a tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS), divulgou em seu microblog diversas imagens da Terra feitas do espaço.

    Entre as imagens publicadas nos últimos dias, estão vistas de cidades como Moscou, na Rússia, Munique, na Alemanha, e Roma, na Itália.

    A capital da Rússia, Moscou, vista de cima. (Foto: Soichi Noguchi/ISS Nasa)

    Monte Kilimanjaro, na Tanzânia. (Foto: Soichi Noguchi/Divulgação)

    Imagem mostra formas das Ilhas Maldivas. (Foto: Soichi Noguchi/ISS Nasa)

  • 07fev

    Vox Populi

    Confira a última pesquisa Vox Populi. Quem está  melhor? Álvaro ou Beto?

    Basta clicar aqui para visualizar a pesquisa completa.

  • 07fev

    

    PORTAL RPC

    Estarão no mesmo palanque?

    A Ministra Chefe da Casa Civil e pré-candidata à Presidência, Dilma Rousseff, esteve neste sábado (6) em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba (RMC), para participar de uma reunião promovida pela Associação dos Municípios do Paraná (AMP).

    A ministra discutiu temas como o PAC2 e o repasse de verbas pelo Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Ela também se reuniu com mais de 170 prefeitos de cidades paranaenses por cerca de uma hora e mais tarde participou das festividades que marcam os 30 anos do PT do Paraná.

    Dilma garantiu que não existem obras previstas no PAC paradas no estado. Ela reconheceu que existem atrasos e problemas nacionais, mas que o cronograma de obras do Paraná está na média.

    Dilma aproveitou para destacar que o PAC2 deverá ter mais investimentos nas cidades paranaenses. Também estiveram presentes na reunião os ministros do Planejamento, Paulo Bernardo, da Agricultura, Reinhold Stephanes, o vice-governador do Paraná, Orlando Pessuti, o senador e pré-candidato do PDT ao governo do Paraná, Osmar Dias, além de deputados federais e estaduais.

    Os representantes dos municípios paranaenses cobraram agilidade no repasse de recursos do FPM e reclamam da redução das verbas no ano passado.

    Dilma garantiu que todos os recursos foram repassados e acredita que em 2010, com o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a arrecadação poderá crescer.

    Após o encontro, que terminou por volta das 20h30, prefeitos e deputados organizaram uma fila para tirar fotos ao lado da ministra.

    Sobre as obras de reparação nas cidades afetadas pelas chuvas no estado, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, anunciou que o governo vai destinar R$ 32 milhões em caráter emergencial para 40 cidades prejudicadas.

    De acordo com o último boletim divulgado pela Coordenadoria Estadual da Defesa Civil, o Paraná tem 31 cidades afetadas pelas chuvas entre os dias 29 de janeiro e 03 de fevereiro. Em todo o estado, são 69.101 pessoas afetadas, sendo 975 desabrigadas e 4.145 desalojadas.

    Sobre as eleições, a ministra disse que é interessante para o PT eleger os candidatos de partidos da base aliada nos estados.

    Ela disse que gostaria de manter uma aliança com o PMDB, mas ressaltou que deve haver uma unidade nacional e o partido não vai impor com quem serão feitas as alianças.

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