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  • 29jul

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    Lulalá brilha uma algema… Lulalá,desespero bate… Lulalá,só usa calça marrom.

    Lulalá,brilha uma algeeeeemmmaaaaaa

    lula onu

  • 29jul

    VEJA.COM

     

    Anvisa proíbe venda de extrato e molho de tomate de 5 marcas

     

    A punição às cinco marcas se deu com base em laudos que detectaram matéria estranha indicativa de risco à saúde humana – pelo de roedor

     

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização e a distribuição de quatro lotes de extrato de tomate das marcas Amorita, Predilecta, Aro e Elefante, além de um lote de molho de tomate tradicional da marca Pomarola.

    A punição às cinco marcas se deu com base em laudos que detectaram matéria estranha indicativa de risco à saúde humana – pelo de roedor – acima do limite máximo de tolerância pela legislação vigente.

    As empresas terão de recolher os estoques dos produtos existentes no mercado.

    As decisões da Anvisa estão publicadas em resoluções no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 28.

    A primeira refere-se ao lote L 076 M2P e validade de 01/04/2017 do extrato de tomate Amorita, fabricado por Stella D’Oro.

    A segunda, ao extrato de tomate Predilecta lote 213 23IE e validade 03/2017.

    A terceira trata do molho de tomate tradicional Pomarola lote 030903 e validade 31/08/2017 e também do extrato de tomate Elefante lote 032502 e validade 18/08/2017.

  • 29jul

    FOLHA.COM

     

    Lula e Delcídio viram réus sob acusação de obstruir Lava Jato

     

    Pedro Ladeira/Folhapress
     Lula e Delcídio deixam encontro com Renan Calheiros e Edison Lobão
    Lula e Delcídio deixam encontro com Renan Calheiros e Edison Lobão

     

    A Justiça Federal no Distrito Federal recebeu denúncia e transformou em réus o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-senador Delcídio do Amaral e mais cinco pessoas por tentativa de obstrução da Lava Jato.

    Eles são acusados de participar de uma trama para comprar a delação premiada do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.

    Essa é a primeira denúncia recebida pela Justiça contra o ex-presidente Lula, que também é alvo de investigação do juiz Sérgio Moro, do Paraná, por suspeita de ter sido beneficiado por empreiteiras envolvidas na Lava Jato.

    A decisão foi tomada na quinta-feira (28) pelo juiz Ricardo Augusto Soares Leite, da 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília, que também recebeu a acusação contra o pecuarista José Carlos Bumlai, seu filho, Maurício Bumlai, o banqueiro André Santos Esteves, Diogo Ferreira Rodriguez, ex-assessor de Delcídio, Edson Siqueira Ribeiro Filho, que atuou na defesa de Cerveró.

    Segundo Leite, a denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal tem os requisitos mínimos para a abertura de ação penal.

    “Pela leitura dos autos, observo a presença dos pressupostos processuais e condições da ação (incluindo a justa causa, evidenciada pelas referências na própria peça acusatória aos elementos probatórios acostados a este feito), e que, a princípio, demonstram lastro probatório mínimo apto a deflagrar a pretensão punitiva proposta em juízo”, escreveu.

    Lula, o pecuarista e Maurício Bumlai são acusados de embaraço à investigação (pena de 3 a 8 anos). Delcídio, Diogo e Edson são acusados além de obstrução e por exploração de prestigio (pena de 1 a 5 anos) e patrocínio infiel (6 meses a 3 anos). Esteves foi acusado de embaraço e exploração de prestígio.

    O caso veio à tona no final de 2015 quando Delcídio, então líder do governo Dilma no Senado, acabou preso após ser gravado em uma conversa na qual ofereceu auxílio financeiro para evitar a colaboração premiada de Cerveró.

    A ideia seria evitar que fossem delatados pelo ex-diretor. Segundo a Procuradoria, eles teriam atuado para comprar por R$ 250 mil o silêncio de Cerveró.

    A denúncia tramitava inicialmente no STF (Supremo Tribunal Federal) porque Delcídio tinha foro privilegiado.

    Mas ele acabou cassado pelo Senado após se tornar delator da Lava Jato e o inquérito foi enviado pela Justiça Federal no DF.

    A PGR afirmou que Lula “impediu e ou embaraçou investigação criminal que envolve organização criminosa, ocupando papel central, determinando e dirigindo a atividade criminosa praticada por Delcídio do Amaral, André Santos Esteves, Edson de Siqueira Ribeiro, Diogo Ferreira Rodrigues, José Carlos Bumlai, e Maurício de Barros Bumlai”.

    Os investigadores analisaram e-mail, extratos bancários, telefônicos, passagens aéreas e diárias de hotéis.

    A afirmação de Janot foi confirmada pelo procurador Ivan Cláudio Marx na ratificação da denúncia feita na Justiça Federal no DF.

    “Delcídio do Amaral, como representante do governo no Senado, não exercia a chefia do esquema criminoso. E, pelo menos nessa atividade de obstruir as investigações contra a organização criminosa, Delcídio aponta Lula como sendo o chefe da empreitada”, escreveu o procurador.

    E complementou: “Aqui, a narrativa de Delcídio se demonstrou clara, plausível e, ainda, corroborada pela existência das reuniões prévias que realizou com Lula antes de Bumlai passar a custear os valores destinados a comprar o silêncio de Cerveró”.

    PASSOS

    Agora, o juiz deu 20 dias para que os advogados apresentem as defesas dos sete acusados, poderão apresentar documentos e justificações, especificar as provas pretendidas e arrolar testemunhas.

    Depois começa a fase de instrução do processo, com depoimentos de testemunhas de defesa e acusação.

    Na sequência, os acusados também falarão à Justiça, antes do juiz decidir se condena ou não os réus.

    JUIZ

    A denúncia foi aceita pelo juiz Ricardo Leite que protagonizou polêmica na Operação Zelotes, que apura esquema de corrupção no Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), órgão responsável por julgar os autos de infração da Receita.

    Ele foi alvo de um embate com procuradores que o acusaram de atrapalhar o caso e entraram com uma ação pedindo que ele deixasse a operação porque várias decisões judiciais dificultaram a obtenção de provas.

    OUTRO LADO

    Em nota, a defesa do ex-presidente Lula disse que ainda não foi notificada, mas que apresentará defesa e “ao final, sua inocência será certamente reconhecida”.

    “Lula já esclareceu ao Procurador Geral da República, em depoimento, que jamais interferiu ou tentou interferir em depoimentos relativos à Lava Jato. A acusação se baseia exclusivamente em delação premiada de réu confesso e sem credibilidade – que fez acordo com o Ministério Público Federal para ser transferido para prisão domiciliar”, escreveram os advogados.

    “Lula não se opõe a qualquer investigação, desde que realizada com a observância do devido processo legal e das garantias fundamentais”, completaram.

    A defesa de André Esteves afirmou que ele não cometeu nenhuma irregularidade. Segundo o advogado do banqueiro, Antônio Carlos de Almeida Castro, há contradições na denúncia que aponta a participação dele no financiamento dessa trama.

    “É uma enorme injustiça o André Estever ter que enfrentar uma ação penal. Vamos fazer a defesa técnica e ele será inocentado. A instrução do processo já inocentou o André. A defesa terá pouco trabalho”, disse Kakay.

    A defesa de José Carlos Bumlai tem negado acusações.

  • 29jul

    Imprensa Maria Victoria <imprensamariavictoria@gmail.com>

     

    PARTIDO PPAVISO DE PAUTA – Convenção do PP de Curitiba

    O PP de Curitiba promove na quinta-feira (04) a convenção do Partido e o lançamento da candidatura de Maria Victoria à prefeitura de Curitiba.

    Serviço:

    Convenção do Partido Progressista de Curitiba e lançamento da candidatura de Maria Victoria à Prefeitura de Curitiba.

    Data: 04/08/16, quinta-feira.
     
    Horário: 19 horas.

    Local: Palácio Garibaldi – Praça Garibaldi, 12. São Francisco.

  • 29jul

    VEJA.COM

     

    Lula apela à ONU para fugir de Moro

     

    Advogados do petista, alvo da Lava Jato, contestam decisões do juiz – e dizem que ele não tem condições de prendê-lo

     

     

    Depois de recorrer sem sucesso ao Supremo Tribunal Federal para fugir das mãos do juiz federal Sergio Moro, o ex-presidente Lula encaminhou ao Comitê de Direitos Humanos da ONU um recurso para tentar barrar ações que classifica como “abuso de poder” do magistrado e dos procuradores da Operação Lava Jato.

    Na petição, os advogados de Lula dizem haver “clara falta de imparcialidade” nas investigações e classificam como “atos ilegais” a gravação e divulgação de conversas privadas com a presidente afastada Dilma Rousseff, além de sua condução coercitiva para um depoimento.

    A conversa entre Lula e Dilma é um dos mais claros exemplos, na avaliação do Ministério Público Federal, de que a nomeação do petista como ministro da Casa Civil do governo tinha o propósito claro de blindá-lo das investigações da Lava Jato, transferindo seu caso para o STF, tribunal que o petista chamou nos grampos de “acovardado”.

    Lula também cita posicionamentos da Comissão de Direitos Humanos da ONU e outras cortes internacionais a respeito das ações “enviesadas” de Moro e, portanto, na avaliação da defesa do petista, o juiz não teria condições de julgá-lo ou prendê-lo.

    “Se isso acontecer, que seja decidido por um juiz imparcial”, diz o recurso.

     Além dos advogados Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira, a defesa de Lula contou nesta ação com auxílio de advogados do exterior.

  • 29jul

    DIÁRIO DO PODER

     

    DEFESA DE DILMA ENTREGA ALEGAÇÕES FINAIS DO IMPEACHMENT

    Foto:- AE

    Foto:- AE

     

    O ex-advogado-geral da União José Eduardo Cardozo, que defende a presidente afastada Dilma Rousseff, entregou nesta quinta-feira (28) as alegações finais da atual fase do processo de impeachment, o recebimento da denúncia. O documento foi entregue na comissão especial que analisa o caso no Senado.

    O prazo inicial para entrega das alegações da defesa se encerrrou nessa quarta-feira (27), mas o o presidente da comissão, Raimundo Lira (PMDB-PB), atendeu um pedido da defesa para esticar o prazo até hoje.

    De acordo com Cardozo, o site do Senado, onde estão disponibilizados documentos do processo, ficou indisponível no final de semana.

    Com a entrega das alegações da defesa, abre-se o prazo para elaboração do parecer do relator na comissão especial, o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG).

    O parecer, que deverá ser concluído na próxima segunda-feira (1º) e lido na terça-feira (2), deverá dizer se Dilma deve ou não ir a julgamento final.

    No documento, os advogados de Dilma voltam a dizer que a petista não cometeu crime de responsabilidade no caso das “pedaladas fiscais” – atraso de pagamentos da União para bancos públicos nos subsídios concedidos a produtores rurais por meio do Plano Safra – e ao editar decretos de crédito suplementar sem autorização do Congresso.

    Usando a velha lorota de sempre, a defesa define o impeachment como “golpe”, motivo pelo qual foi aberto em um ato de “vingança” e desvio de poder do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

    Segundo o documento, Cunha agiu após o PT decidir não apoiá-lo em processo de cassação no Conselho de Ética da Câmara.

    Os advogados também dizem que o processo foi incentivado por políticos investigados na Lava Jato interessados em interferir nas apurações de corrupção em contratos da Petrobras.

    As alegações finais da acusação já tinham sido entregues no último dia 12.

    Próximos passos do impeachment:

    – Quinta-feira (28/7): Entrega das alegações finais da defesa de Dilma Rousseff;

    – De 29/7 a 1º/8: Período para elaboração do parecer do relator Antonio Anastasia;

    – Terça-feira (2/8): Leitura do parecer na comissão especial;

    – Quarta-feira (3/8): Senadores do colegiado discutem o parecer;

    – Quinta-feira (4/8): Votação do parecer na comissão;

    – Sexta-feira (5/8): Leitura do parecer no plenário principal do Senado;

    – Terça-feira (9/8): Início da discussão e votação do parecer no plenário (sessão pode se estender pela madrugada de quarta-feira (10/8).

  • 29jul

    PSC Paraná <pscparana20@gmail.com>

     

    PSD, PSC E PEN REALIZAM CONVENÇÃO NESTE SÁBADO PARA ACLAMAR NEY LEPREVOST RUMO A PREFEITURA DE CURITIBA

     

    NEY CONVENÇÃO

    O PSD (Partido Social Democrático), o PSC (Partido Social Cristão) e o PEN (Partido Ecológico Nacional) realizam convenção conjunta neste sábado, das 9 horas da manhã, as 13 horas; no Clube Urca.

    Na oportunidade será formalizada a coligação majoritária entre as 3 legendas e aclamando o nome do deputado Ney Leprevost como candidato a prefeito de Curitiba.

    “A convenção é o primeiro passo oficial para concretização da candidatura que estará nas ruas a partir do dia 16 de agosto, prazo oficial definido pela legislação para o início das campanhas”, informa Paulo Rossi, secretário geral do PSD Curitiba.

    “Vamos fazer uma campanha inovadora, independente, criativa, propositiva e vitoriosa”, afirma Ney Leprevost.

    A convenção é aberta a todos os cidadãos curitibanos que desejarem participar.

    Serviço – PSD Curitiba

    Dia: 30 de julho
    Horário: das 9 às 13 horas
    Local: Clube Urca
    Endereço: Rua Albano Reis, 170 – Ahú.

  • 29jul

    FOLHA.COM

     

    Laudo da PF indica que Lula orientou reformas de R$ 1,2 mi em sítio

     

     

    Imagem que, segundo a PF, mostra Paulo Gordilho, arquiteto da OAS, com Lula no sítio de Atibaia

     

    Um laudo produzido pelo setor de perícia da Polícia Federal aponta indícios de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a mulher dele Marisa Letícia orientaram reformas feitas no sítio em Atibaia (SP)frequentado pela família do petista.

    Segundo os peritos da PF, as obras na propriedade rural começaram a ser projetadas em setembro de 2010 e tiveram início em novembro de 2010, quando Lula ainda exercia o seu segundo mandato na Presidência da República.

    Os trabalhos no sítio prosseguiram até outubro de 2014 e custaram ao todo R$ 1,2 milhão, de acordo com a avaliação da perícia da PF.

    Em fevereiro, a Folha revelou que as obras no sítio em Atibaia custaram mais de R$ 1 milhão segundo fornecedores de materiais e serviços ouvidos pela reportagem, pelo Ministério Público de São Paulo e interlocutores de uma construtora que trabalharam na obra.

    Investigadores concluíram, segundo o documento, que a primeira parte das obras, realizadas no fim de 2010 e ao longo de 2011 tiveram a participação da Odebrecht por meio do engenheiro da empresa Frederico Barbosa, o mesmo que conduziu as obras do estádio do Corinthians em São paulo, o Itaquerão.

    Como a Folha revelou em janeiro, ele foi o responsável pela condução dos trabalhos no local.

    A PF elaborou uma planilha reunindo as 19 reformas feitas no sítio.

    A mais barata foi a demolição de uma construção antiga, no valor de R$ 1,8 mil, e a mais cara a instalação da cozinha, em R$ a instalação da cozinha gourmet, com custo estimado de R$ 252 mil.

    Ao analisar a instalação de equipamentos de cozinha no sítio, o laudo aponta que a “execução foi coordenada por arquiteto da empreiteira OAS, Sr. Paulo Gordilho, com conhecimento do presidente da OAS, Léo Pinheiro, e com orientação do ex-presidente Lula e sua esposa, conforme identificado nas comunicações do arquiteto da empreiteira e de Fernando Bittar”.

    ‘FAZENDA DE LULA’
    O laudo aponta mensagens de texto trocadas entre Léo Pinheiro e Gordilho, nas quais este último se refere à propriedade como “fazenda do Lula” e diz que o assunto deve ser tratado com “sigilo absoluto”.

    “Sigilo absoluto hein. Amanhã vou em um churrasco em Atibaia com o Léo [Pinheiro] na fazenda do Lula e vamos encontrar com ele na estrada e vou passar o dia com ele e D. Mariza”, diz o arquiteto da OAS em comunicação interceptada pelos investigadores.

    Em outra mensagem, Gordilho diz que “ele [Lula] quer uma coisa e Mariza outra. Lá vai eu e eu Léo dar opinião”.

    Posteriormente, dá a entender que a visita ao sítio de Atibaia foi concluída. “Bebemos eu e ele [Lula] uma garrafa de cachaça da boa Havana mineira e umas 15 cervejas”, escreveu.

    As mensagens interceptadas indicam que as despesas de compra e instalação da cozinha no sítio e em um triplex em Guarujá(SP) foram lançadas em um centro de custos da OAS denominado “Zeca Pagodinho”.

    “Vamos abrir centros de custos: 1o. Zeca Pagodinho (sítio) 2° Zeca Pagodinho (praia)”, escreveu o arquiteto para Pinheiro.

    Posteriormente, Gordilho informa o dono da OAS que o proprietário do sítio no papel, Fernando Bittar, “aprovou junto à Dama [Mariza Letícia], os projetos tanto de Guarujá como do sítio”, recebendo como resposta “manda bala”.

    A perícia traz uma foto de Lula que foi tirada no sítio e foi obtida em uma mídia pertencente a Gordilho, segundo a PF.

    Como Folha noticiou em março, Bittar, um dos donos do sítio, afirmou em depoimento à força-tarefa da Operação Lava Jato que Marisa coordenou parte das obras feitas na propriedade rural.

    Indagado na época sobre quem foi o autor dos pagamentos das obras, Bittar disse não saber e ressaltou que tal questão deveria ser esclarecida pela mulher de Lula.

    Segundo seu advogado, Bittar “primeiro fez um projeto com uma arquiteta da confiança dele, mas Marisa não gostou.

    Aí foi feito um segundo projeto por um engenheiro da OAS que a agradou. Ele sempre dizia para o engenheiro da OAS: ‘Me apresenta a conta’.

    Mas o engenheiro respondia: ‘Não, pode deixar, pode deixar'”.

    O laudo também traz notas de materiais entregues no sítio e que foram pagos por terceiros.

    Entre os produtos está uma porta de correr adquirida por Paulo Henrique Moreira Kantoviz em fevereiro de 2011 por R$ 5.950, segundo nota apreendida.

    Na época, Lula já frequentava a propriedade. Como a Folha revelou em abril, Kantovitz é engenheiro da Odebrecht.

    A perícia indica que no período específico entre 2010 e 2011 o dono do sítio no papel, Fernando Bittar teria gasto cerca de R$ 1,7 milhão com a compra da propriedade e reformas.

    Porém, os rendimentos declarados por Bittar nas declarações de imposto de renda, nesses dois anos, são incompatíveis com os gastos apurados no sítio, de acordo com o laudo.

    Procuradores investigam se as empreiteiras Odebrecht e OAS e o pecuarista José Carlos Bumlai favoreceram ilegalmente o ex-presidente por meio do pagamento de obras e melhorias para o sítio.

    O relatório será analisado pela força-tarefa da Lava Jato que decidirá se denunciará ou não o ex-presidente por benfeitorias de empreiteiras realizadas no sítio de Atibaia pelo crime de lavagem de dinheiro por meio de ocultação de patrimônio.

    A assessoria de Lula informou que ainda não teve acesso ao laudo da PF e por isso não iria se manifestar.

  • 29jul

    PARANÁ PORTAL

     

    Em protesto, Moro diz que projeto que altera “Lei de Abuso de Autoridade” é preocupante

     

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    Juízes federais e estaduais, procuradores da República, promotores, procuradores de Justiça, delegados e servidores públicos realizaram um protesto em frente à sede da Justiça Federal, em Curitiba (PR), contra o projeto que altera a Lei de Abuso de Autoridade (PL 280/2016), nesta quinta-feira (28).

    O juiz federal Sérgio Moro, que participou do protesto, afirmou que as alterações do projeto de lei são preocupantes e ressaltou que responsáveis por casos de abuso de autoridade devem responder pelas ações.

    Clique e ouça a fala de Moro:-

     

    Organizado pelas redes sociais, o protesto é contra o (PL 280/2016), que propõe mudanças na lei de abuso de autoridade.

    De relatoria do senador Romero Jucá (PMDB-RR). projeto de lei prevê penas de prisão para procedimentos adotados por policiais, promotores, procuradores e juízes durante investigações e processos criminais, mas alguns pontos são alvo de controvérsia e geram criticas das entidades.

    Segundo os organizadores, o projeto tem a intenção de dificultar operações de combate à corrupção, como a Lava Jato e a Zelotes.

    Para o presidente da Associação Paranaense do Ministério Público (APMP), promotor Cláudio Franco Felix, o projeto tem viés extremamente direcionado e “visa enfraquecer as instituições que passam o país a limpo e tentam resgatar a moralidade”.

    A entidade reconhece que a lei de abuso de autoridade precisa de revisão – a versão atual é de 1965 mas que o momento da proposição “causa estranheza”, já que os interessados são alvos da Lava Jato. “

    Uma lei como essa precisa de ampla discussão na sociedade”, defende Felix.

    Alguns pontos polêmicos do PL preveem punição o descumprimento de regras em buscas, apreensões e grampos telefônicos por parte de investigadores e juízes.

    Os parlamentares têm se defendido das acusações das entidades afirmando que o PL ‘não é contra ninguém’. e que há um consenso na sociedade de que legislação sobre abuso de autoridade precisa ser atualizada.

    Segundo associação que representa os juízes federais, vários dispositivos do projeto “tem o objetivo de intimidar juízes, desembargadores e ministros, além de outras autoridades, na aplicação da lei penal, sobretudo em casos de corrupção que envolvam criminosos poderosos, políticos, empresários e ocupantes de cargos públicos”.

    Entre as medidas previstas no projeto está a punição para o agente que vazar depoimentos de delações premiadas de investigações que ainda estão em curso.

  • 28jul

    GAZETA DO POVO

     

    Menos tempo de propaganda na TV acirra ‘feirão’ de alianças nas eleições

     

    Mudanças aprovadas no Congresso reduziram o período de propaganda eleitoral no rádio e na televisão em dez dias e bloco diário aos candidatos perdeu 20 minutos

     

     

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    Não é de hoje que alianças entre partidos políticos são formadas para turbinar tempo de televisão de candidato.

    Mas, no pleito de outubro próximo, com o tempo de TV mais escasso, as coligações aparentemente ganharam um peso ainda maior nas negociações entre as siglas.

    Consequência da aprovação da Lei 13.165 pelo Congresso Nacional, no final do ano passado, o período de propaganda eleitoral no rádio e na televisão perdeu dez dias.

    O bloco diário reservado aos candidatos também ficou menor: os 30 minutos foram substituídos por dez.

    Em compensação, os blocos serão utilizados somente por candidatos a prefeito e vice, de segunda-feira a sábado, sem espaço aos postulantes a uma cadeira de vereador, que ficarão apenas com parte das inserções de até 60 segundos que entram ao longo da grade de programação.

    A distribuição do tempo entre os candidatos, contudo, continua sendo feita com base no número de representantes que os partidos políticos têm na Câmara dos Deputados.

    Quanto mais representantes em Brasília, mais tempo no rádio e na TV.

    O professor Fernando Guarnieri, do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (Iesp), da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), afirma que, embora os partidos aparentemente ainda estejam procurando o maior número de alianças, a exclusão das empresas entre os financiadores das campanhas eleitorais, outra novidade da eleição de 2016, não pode ser ignorada na negociação.

    “Uma aliança grande, com mais tempo de tevê, também exigirá mais dinheiro, mais recursos para ocupar aquele espaço. E esta é uma eleição onde os políticos ainda não sabem como vão arranjar dinheiro”, explica o professor.

    Para Guarnieri, outra incógnita relacionada ao tempo de TV tem relação com a qualidade do debate eleitoral.

    “A gente ainda não sabe o que é um tempo ideal de campanha eleitoral, quanto tempo o eleitor precisa para definir seu voto. Nos Estados Unidos, o debate público começa com meses de antecedência, por exemplo”, comenta ele.

    Já para Paulo Cunha, especialista em comunicação e marketing político da Universidade de Brasília (UnB), a redução do tempo de TV não significa uma maior superficialidade.

    “Eu acho que, em uma campanha curta, o conteúdo vai ter que aparecer logo. Quanto menor a campanha, mais eu tenho que dizer logo a que vim. Hoje, as longas campanhas são aquelas grandes produções, música e rostos sorridentes. Agora, a mensagem tem que ser mais objetiva, consistente”, opina ele.

    Para Cunha, contudo, candidatos acostumados a grandes produções ainda não estão preparados para a mudança.

    “Tem candidato que sempre fez uma campanha modesta. Mas tem gente que não, que está visivelmente desconfortável. Haverá uma demanda maior por criatividade. Ninguém sabe como eles vão se sair”, comenta o especialista.

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