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MY WAY – ANDRÉ RIEU
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MY WAY – ANDRÉ RIEU
GIBA UM
Quando assumiu a Casa Civil, Gleisi Hoffmann deu uma entrevista e disse que a única coisa que a aborrecia era quando lhe perguntavam se seu nariz arrebitado era resultado de plástica: “Nunca fiz e não agüento mais me perguntarem”.
No Paraná, em seus tempos na Itaipu Binacional, por conta do nariz, ganhou o apelido de Barbie paraguaia – e sempre continuou negando.
Agora, circula em Curitiba uma foto de Gleisi aos 18 anos, espinhas de adolescente, um ar de rebelde militante do PCdoB e outro nariz, não arrebitado.
As más línguas da Boca Maldita de Curitiba garantem que foram duas plásticas: a primeira teria exagerado na dose e a segunda, consertado a primeira.
Gleisi, contudo, continua negando.
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PRA VOCÊ – PAULA FERNANDES
FOLHA.COM
A oposição atribuiu ao governo federal a “lambança” provocada pelo boato sobre o fim do Bolsa Família e afirma que irá pedir explicações à Caixa Econômica Federal sobre a antecipação no pagamento dos recursos do programa.
Na edição deste sábado (25), a Folha revelou que a Caixa alterou, sem aviso prévio, o calendário de pagamento na véspera da disseminação do boato que gerou filas e tumulto em agências de 13 Estados no último fim de semana.
O banco liberou todos os benefícios -no valor total de R$ 2 bilhões- na sexta-feira (17). Pela regra oficial, o pagamento é feito de forma escalonada, seguindo a ordem do último número do cartão.
A informação sobre a mudança foi confirmada pela Caixa, que até então vinha dizendo que o calendário estava mantido e que os pagamentos só foram liberados emergencialmente no final de semana para atenuar o efeito do boato.
A Polícia Federal, que apura uma possível ação orquestrada, ainda não identificou a origem da informação.
O Líder do PSDB na Câmara, deputado Carlos Sampaio, quer que o presidente da Caixa, Jorge Hereda, dê explicações sobre a antecipação do pagamento e também sobre a mudança na versão dada pelo banco.
“A Caixa Econômica precisa dar explicações sobre o que motivou a antecipação dos benefícios e porque só agora admitiu ter feito o pagamento antes do previsto. Não nos parece ser rotineiro e fácil antecipar o pagamento de R$ 2 bilhões de uma hora para outra”, afirmou Sampaio.
Segundo ele, a PF precisa apurar se a mudança sem comunicado prévio pode ter contribuído para a disseminação do boato.
Em nota enviada à Folha, a Caixa afirmou que, em busca de “melhorias no Cadastro de Informações Sociais”, optou por permitir o saque pelos beneficiários no dia 17 independente do calendário individual.
Para o senador paranaense Álvaro Dias, vice-líder do PSDB no Senado, a responsabilidade pela disseminação do boato é “oficial”.
“A lambança foi do governo. E ainda se tentou, desonestamente, incriminar a oposição”, afirmou o senador neste sábado.
A crítica faz referência às declarações da ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos), que na segunda-feira (20) atribuiu os boatos à “central de notícias da oposição”.

Maria Ivânia Lima, 27, aguarda na fila da casa lotérica em Fortaleza para tentar sacar benefício do Bolsa Família após boato do suposto fim do programa
Ela foi depois desautorizada pela presidente Dilma, chamou de “criminoso” e “desumano” o responsável pelo boato.
Para o líder do MD (Mobilização Democrática) na Câmara, deputado Rubens Bueno, se há “criminoso” neste caso, trata-se do “próprio governo que ensejou o boato” ao liberar os recursos de forma “incompetente” e “atabalhoada”.
“Funcionários da própria Caixa admitiram que ocorreram erros e foi permitida a liberação antecipada dos benefícios. O erro pode ter dado origem ao boato. Cabe ao ministro e a direção da Caixa esclarecer muito bem a situação”, afirmou.
Já o senador José Agripino Maia (RN), presidente nacional do DEM, disse que não estranharia se o próprio governo estivesse por trás dos boatos.
Para o senador, o episódio do Bolsa Família está sendo usado politicamente pelo governo.
FOLHA.COM
A investigação da Polícia Federal que apura o boato sobre o fim do programa Bolsa Família mostra que rádios do interior do país e ligações feitas pelo celular foram as responsáveis por replicar o efeito viral da falsa notícia.
A repercussão da falsa notícia levou a uma corrida dos beneficiários a caixas eletrônicos no fim de semana, causando tumultos em agências da Caixa Econômica Federal em 13 Estados.
Os investigadores trabalham para identificar as fontes das primeiras notícias transmitidas nas rádios locais e rastrear as ligações feitas para tratar do boato que levou milhares de pessoas aos bancos.
O foco principal da investigação da PF durante esses primeiros dias tem sido descobrir a origem do boato e quem foram os primeiros sacadores do benefício nas agências da Caixa nos Estados do Pará, Ceará, Maranhão e Rio de Janeiro.
Os primeiros beneficiários do programa a retirar o dinheiro nesses quatro Estados, tanto na sexta-feira, 17, quanto no sábado, 18, serão chamados para explicar como receberam primeiramente a notícia. Eles deverão ser ouvidos a partir da semana que vem.
Segundo a Caixa, instituição que opera o Bolsa Família, o programa registrou 900 mil saques no valor de R$ 152 milhões durante o fim de semana.
Autoridades flagraram ao menos cinco versões para os boatos: greve de servidores da Caixa; bônus de Dia das Mães; repasse extra de R$ 300; fim do Bolsa Família e a suspensão temporária do benefício em razão da visita do papa Francisco –este circulou sobretudo pela Baixada Fluminense. (MATHEUS LEITÃO)

Polícia foi chamada para conter tumulto na agência da Caixa de Queimados (RJ) provocado por boato sobre Bolsa Família
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HEY – JULIO IGLESIAS
CLAUDIOHUMBERTO.COM.BR/YOU TUBE
O programa Bolsa Família, do Governo Federal, tem virado motivo de piada na internet após o boato de que ele acabaria ainda este mês.
Não bastasse o desespero dos beneficiados, que formaram filas intermináveis nas agências da Caixa e dos Correios para sacar o dinheiro antes que fosse “aprisionado” pelo governo, eles agora reclamam que o valor não aumenta há anos.
“Estou com mais de oito anos que recebo o Bolsa Família e meu dinheiro nunca aumentou, só ganho R$ 134. Não está dando para comprar nem uma calça para minha filha que tem 16 anos, porque uma calça para uma jovem de 16 anos é mais de R$ 300”, disse uma beneficiária em um vídeo que já tem mais de 2 milhões de acessos no youtube.
Assista:-
FOLHA.COM
Em meio a recentes embates do Planalto com a bancada do PMDB na Câmara, a presidente Dilma Rousseff dá como certa a reedição da aliança com o PMDB em 2014, quando deve disputar a reeleição.
Em entrevista ao jornal “O Globo”, a presidente disse que já está certo que o vice de sua chapa continuará a ser o peemedebista Michel Temer.
Após o confronto entre governo e PMDB na votação da Medida Provisória dos Portos, na semana passada, a cúpula peemedebista fez duras críticas a Dilma em um jantar no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente
Na avaliação de peemedebistas, Dilma agiu bem ao não comparecer ao encontro que reuniu governadores, ministros e líderes do PMDB.
Segundo reportagem da Folha, um deles classificou o jantar de “indigesto” para a presidente, marcado por críticas ao Palácio do Planalto e ao PT da “entrada até a sobremesa”. Dilma recusou o convite do vice para participar do encontro alegando que sua família estava em Brasília.
Uma das origens da crise está no enfrentamento entre pré-candidatos dos dois partidos nos Estados. No Rio de Janeiro, onde a situação é mais tensa, o senador Lindbergh Farias (PT) quer lançar candidatura própria contra o escolhido do governador Sérgio Cabral, o vice Luiz Fernando Pezão (PMDB).
Na entrevista ao “Globo”, Dilma foi sucinta sobre a questão. “É matéria vencida.”
A presidente também elogiou o seu principal adversário na eleição de 2010, o ex-governador José Serra (PSDB).
“Não é porque ele foi meu adversário na eleição que eu vou deixar de reconhecer sua importância, sua inteligência! Posso discordar, como discordo, do Serra, mas não deixo de reconhecer sua capacidade, sua inteligência.”
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ESSE CARA SOU EU - ROBERTO CARLOS
FRANCE PRESSE

Nicolás Maduro, presidente da Venezuela (Carlos Garcia Rawlins/Reuters)
Com a Venezuela dividida pelas acusações de fraude nas eleições de abril e ameaçado por cisões dentro da cúpula chavista, o pressionado presidente Nicolas Maduro veio a público nesta quarta-feira para incentivar a criação de um novo grupo armado ligado ao governo, as “milícias operárias”.
“Ordeno avançar, o mais rápido possível, com o estabelecimento e a organização das milícias operárias bolivarianas como parte das milícias nacionais”, bradou Maduro em um ato na Universidade Bolivariana de Trabalhadores Jesús Rivero, em Caracas.
Milícias – De clara inspiração fascista, a Milícia Nacional Bolivariana foi estabelecida por Hugo Chávez em 2009 para reunir e legitimar todos os grupos armados clandestinos que realizavam o trabalho sujo de intimidar os opositores do regime.
O novo grupo proposto por Maduro faria parte desta milícia, que por sua vez é ligada às Forças Armadas venezuelanas, e seria composto principalmente por membros da classe trabalhadora em um esforço para “fortalecer a aliança operária-militar”.
“As milícias serão ainda mais respeitadas se tiverem 300 mil, um milhão, dois milhões de trabalhadores e trabalhadoras uniformizados e armados, prontos para a defesa da soberania e da revolução”, destacou Maduro.
Segundo estimativas, o atual efetivo da Milícia Nacional Bolivariana é de 130 mil homens.
Golpe – O apelo do presidente acontece dias depois de a oposição venezuelana ter divulgado uma gravação que aponta uma conspiração dentro do governo contra Maduro.
Em uma conversa com um agente do serviço secreto de Cuba, o popular apresentador de TV Mario Silva, personalidade ligada à cúpula chavista, acusa o chefe da Assembleia Nacional Diosdado Cabello de tramar um golpe contra o presidente venezuelano.
Com bom trânsito no setor militar, Cabello teria a simpatia de parte das Forças Armadas, que estariam rachadas por divisões internas.
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