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    O Brasil visto do espaço à noite

     

    BRASIL VISTO DO ESPAÇO

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    INFORME PARANÁ

     

    Aprovado projeto de Ney Leprevost “Paraná pela Vida”

     

     

     

    A aprovação do projeto de lei nesta quarta-feira, 25, que institui o selo “Paraná pela Vida” vai motivar a doação de órgãos e tecido no Estado, adianta o deputado Ney Leprevost (PSD), autor da proposta.

    “A doação de órgãos é um ato de respeito e amor ao próximo. A conscientização da população sobre a importância da doação é vital para melhorar a realidade dos transplantes no Paraná”, aponta Leprevost.

    A intenção, segundo Ney Leprevost, é reconhecer o trabalho desenvolvido por pessoas, profissionais ou instituições que contribuem efetivamente para o aumento do número de doadores de órgãos e tecidos.

    Na elaboração do projeto, o deputado se baseou em uma resolução do ano de 2014, da Secretaria Estadual de Saúde que instituiu o selo administrativamente.

    O objetivo agora é instituir o selo na forma de lei, para garantir que o reconhecimento seja permanente, para a promoção constante de campanhas para alertar a população sobre a importância da doação de órgãos.

    Caberá à Central Estadual de Transplantes a definição de requisitos e critérios para a concessão do selo, também aos profissionais que desenvolvem estudos para novas técnicas para realizar os transplantes.

    O projeto retorna para a segunda votação na segunda-feira (30).

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    MARCIO LABRE – YOU TUBE

     

    Depois dessa aula, quem disser que não entendeu, recomendo que assista novamente até entender.

    Depois que entender, assista de novo só pra garantir.

    Feito isso, você estará pronto pra identificar o inimigo à quilômetros de distância !

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    O GLOBO

     

    O PT incompatível com a democracia

     

    Ideia do partido era transformar o Estado brasileiro num feudo petista, com reforma do Estado e subordinação a seus interesses e correligionários

     

    IVESPOR IVES GANDRA DA SILVA MARTINS 

     

    Li, com muita preocupação, a “Resolução sobre a conjuntura” do PT, análise ideológica, com nítido viés bolivariano, sobre os erros cometidos pelo partido por não ter implantado no Brasil uma “democracia cubana”.

    Em determinado trecho, lê-se:

    “Fomos igualmente descuidados com a necessidade de reformar o Estado, o que implicaria impedir a sabotagem conservadora nas estruturas de mando da Polícia Federal e do Ministério Público Federal; modificar os currículos das academias militares; promover oficiais com compromisso democrático e nacionalista; fortalecer a ala mais avançada do Itamaraty e redimensionar sensivelmente a distribuição de verbas publicitárias para os monopólios da informação”.

    De rigor, a ideia do partido era transformar o Estado brasileiro num feudo petista, com reforma do Estado pro domo sua e subordinação a seus interesses e correligionários, as Forças Armadas, o Ministério Público, a Polícia Federal e a imprensa.

    O que mais impressiona é que o desventrar da podridão dos porões do governo petista deveu-se, fundamentalmente, às três instituições, ou seja, imprensa, Ministério Público e Polícia Federal, que, por sua autonomia, independência e seriedade, não estão sujeitos ao controle dos detentores do poder.

    Ao Ministério Público é outorgada total autonomia, pelos artigos 127 a 132 da Lei Suprema, e as polícias funcionam como órgãos de segurança do Estado e não são instrumentos ideológicos, conforme determina o artigo 144, da Carta da República.

    A Constituição Federal, por outro lado, no artigo 220, garante a absoluta liberdade aos meios de comunicação.

    Por fim, as Forças Armadas, como instituição do Estado, e não do governo, só devem intervir, com base do artigo 142 da Constituição, em caso de conflito entre os poderes para restabelecimento da lei e da ordem.

    É de se lembrar que, tiveram, durante a crise política deflagrada pelo mar de lama que invadiu as estruturas do governo, comportamento exemplar, mantendo-se à distância como observadoras, permitindo o fluir dos instrumentos democráticos para estancarem a desfiguração crescente da República brasileira.

    Controlar a Polícia Federal, que descobriu o assalto aos cofres públicos?

    Manietar o Ministério Público, que tem denunciado os saqueadores do dinheiro dos contribuintes?

    Calar a imprensa, que permitiu à sociedade conhecer os profundos desmandos do governo por 13 anos?

    É isto o compromisso “democrático e nacionalista” do PT?

    Modificar os currículos das academias militares para formar oficiais com ideologia bolivariana, a fim de servir ao governo, e não ao Estado, seria transformar as Forças Armadas em órgão de repressão, como ocorre com os exércitos de Maduro ou dos Castros.

    Embora tenha muitos amigos no PT, sempre divergi das convicções políticas dos governantes ora alijados da Presidência, mas sempre entendi que sua intenção era a de respeitar as regras democráticas.

    Desiludi-me, profundamente, ao constatar que os maiores defensores da ética, como se apresentavam quando na oposição, protagonizaram o governo mais corrupto da história do mundo.

    Pretenderem agora, em mea-culpa, arrependerem-se por não terem transfigurado o Brasil numa Cuba ou numa Venezuela é ter a certeza de que nunca desejaram viver, no país, uma autêntica democracia.

    Penso mesmo que a presidente Dilma, que foi guerrilheira, como José Dirceu, intentando aqui implantar um regime marxista, durante o regime de exceção dos militares, jamais abandonou o objetivo daquela luta.

    Após a leitura da “Resolução da Conjuntura”, minhas dúvidas foram dissipadas.

    A democracia verdadeira nunca foi um ideal petista.

    Ives Gandra da Silva Martins é jurista

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    O GLOBO

     

    Especialistas analisam comportamento de estupradores

     

    Ativista, psiquiatra e defensora destacam a necessidade de haver mobilização

     

     


    “Não sou culpada”: para especialistas, cultura machista culpa as vítimas – Reprodução
    “Monstros”, “doentes”, “loucos”. O estupro coletivo que chocou o país fez com que seus autores, ainda foragidos, ganhassem essas alcunhas nas redes sociais.
     
    No entanto, especialistas ouvidos pelo GLOBO não acham que os responsáveis apresentem qualquer tipo de distúrbio mental: segundo eles, os criminosos agiram acreditando que ficarão impunes.
     
    E, para os entrevistados, a crença na impunidade é alimentada por uma cultura machista que, muitas vezes, culpa as vítimas.
     
    A defensora pública Arlanza Rebello destacou que até políticos fazem eco ao discurso de que muitas mulheres “pediram” para ser estupradas ao usarem roupas sensuais.
     
    Para a advogada e ativista Marília Fernandes, integrante de um organismo latino-americano de defesa dos direitos das mulheres, é necessário que a sociedade se mobilize para combater o machismo, que, segundo ela, sustenta a impunidade.
     
    Já Ricardo Krause, presidente da Associação Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil no Rio, disse que a cultura do estupro está enraizada:

    — Meninos acabam cometendo o crime por saberem que outros o praticaram impunemente. Fazem isso por uma questão de autoafirmação.

    No Rio, cerca de 12 pessoas são vítimas de estupro por dia, o que representa um caso a cada duas horas.

    O estupro é crime hediondo, e as penas previstas no Código Penal vão de oito a 12 anos de reclusão, caso haja lesão grave ou a vítima seja menor de 18 anos (caso da jovem).

    Se o agressor for menor de idade, a medida socioeducativa será reavaliada a cada seis meses.

    Maíra Fernandes, advogada, integrante do comitê Latino-Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher

    É preciso que todo mundo fique realmente aterrorizado com o que aconteceu na cidade. Foi um crime horroroso, e também foi horrorosa a forma como os responsáveis lidaram com o que fizeram.

    Eles se vangloriaram, na certeza de que há um público que acha legal esse tipo de crueldade. A gente precisa perceber que o machismo existe de uma forma flagrante na sociedade. Machismo mata. E feminismo nunca matou ninguém.

    A sociedade ainda se recusa a falar do machismo abertamente. As mulheres que levantam uma bandeira são muitas vezes ridicularizadas.

    Espero que esse crime terrível leve o tema a um debate com mais seriedade. Temos de falar sobre a temática do machismo, sobre o que leva os homens a cometerem esse crime.

    Precisamos pensar políticas públicas para a questão do gênero. Pensar a educação com foco no gênero. Muitos acham que isso é exagero, mas não é.

    A culpa nunca é da vítima. Ela foi estuprada por ser mulher. Poderia ter sido qualquer outra. Não faz a menor diferença ser usuária de drogas, mãe ou jovem demais.

    Não deveríamos “ensinar” as mulheres a evitarem estupros, mas, sim, ensinar os homens a não estuprarem as mulheres.

    Ricardo Krause, presidente da associação brasileira de neurologia e psiquiatria infantil no Rio

    Esse tipo de crime suscita a opinião pública. Ainda mais da forma como foi: uma menina, mais de 30 homens. Normalmente, as vítimas são mortas em casos assim.

    O estupro coletivo não costuma ser algo premeditado, geralmente decorre de uma oportunidade, e dificilmente as vítimas conseguem escapar.

    Nos primeiros dias após o crime, a sobrevivente, na maioria dos casos, apresenta sintomas de estresse agudo, como ansiedade, depressão, angústia e paranoia.

    Sente medo de que possa acontecer novamente, fica com insônia, pode acordar sobressaltada no meio da noite.

    Mas a forma como ela reagirá depois de algumas semanas dependerá de vários fatores, como a relação que ela tem com o sexo e o sentimento de culpa, por exemplo.

    A jovem precisará do apoio da família e de tratamento. Há técnicas que usam o movimento dos olhos para enganar o cérebro, com o objetivo de fazer com que a vivência traumática não atrapalhe o dia a dia da pessoa.

    Podem também ser usados medicamentos, mas não é a alternativa mais indicada. A vida da vítima do estupro estará em risco se ela não tiver acompanhamento especializado.

    Arlanza Rebello, coordenadora do Núcleo dos direitos da Mulher da defensoria pública do estado do Rio

    Foi uma barbárie. Deve ser um momento de muita dor para a família. O caso ocorreu em um momento de intensa luta das mulheres.

    Quando crimes assim vêm a público, precisam ser exorcizados. Hoje, todas as mulheres do Rio de Janeiro só falam dessa tragédia.

    Estamos impactadas com tamanha violência. Precisamos canalizar essa dor para alguma ação.

    O estupro deriva da cultura machista que nós temos, de homens que acham que podem usar o corpo feminino para seu prazer e da ideia da considerá-lo uma espécie de castigo para as mulheres que fogem dos parâmetros.

    Há casos em que homens estupram lésbicas para ensiná-las a se tornarem mulheres. Por outro lado, a gente vê na internet jovens tratando o estupro como uma ideia de afirmação masculina.

    Estamos em um momento muito complicado, difícil, em que vemos pessoas públicas e até políticos dizendo abertamente que mulheres deveriam ser estupradas.

    É a banalização total dessa violência. É um contexto muito sério de conservadorismo e banalização.

    Eu confesso que, às vezes, fico muito assustada. Tenho a sensação de que estamos regredindo como sociedade.

    Precisamos reagir rapidamente.

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    PARANÁ PORTAL

     

    OBSERVAÇÃO:-  Este Blog irá reproduzir todas as entrevistas dos pré-candidatos à prefeitura de Curitiba, neste belo trabalho do Paraná Portal.

    Mas, informamos aos nossos leitores que, após as convenções partidárias, quando forem definidos todos os candidatos, este Blog fará, com em todas as outras eleições majoritárias, a já conhecida ENTREVISTA BRUTA com os candidatos que aceitarem o nosso convite.

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    JORNAL DA GLOBO – YOU TUBE

     

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    ISTOÉ

     

    GEDELL

     

    O ministro da secretaria de Governo diz que Temer vai azeitar a relação com o Congresso, superar a crise e ampliar os votos no Senado para confirmar o impeachment

     

    O ministro Geddel Vieira Lima, da Secretaria de Governo, falava ao telefone e engolia o último naco de fruta, enquanto recebia a reportagem de ISTOÉ às 9h da manhã da quarta-feira 25.

    Desculpou-se pelo mau jeito: “Fui dormir às 5h da manhã, acompanhando a votação da meta fiscal e estou no meu gabinete desde às 7h30, ligando para todos os líderes para agradecer aos que votaram conosco. Não parei um segundo”, justificou.

    Na entrevista, Geddel admitiu que o presidente Michel Temer ainda precisa resolver “estresses” no Congresso, mas demonstrou confiança para a derradeira votação no Senado que selará o destino da presidente afastada, Dilma Rousseff.

    “Ela perdeu qualquer legitimidade de falar em voltar. A presidente afastada cometeu crime de responsabilidade e tenho certeza de que o Senado cumprirá seu papel histórico. A tendência é aumentar ainda mais essa votação”, afirmou.

    ISTOÉ – Quais são os principais desafios do governo hoje no Congresso?

    >>>   Geddel Vieira Lima – Após a vitória importante da meta fiscal, agora é a desvinculação da DRU (Desvinculação de Receitas da União), que queremos fazer na próxima semana.

    ISTOÉ – O novo governo vai retirar o projeto de CPMF que foi enviado à Câmara por Dilma Rousseff?

    >>>   Geddel – Isso ainda não foi firmado. O presidente Temer tem deixado claro que o governo precisa, por meio de medidas econômicas, demonstrar que não é perdulário, que tem preocupação com gasto público, que não vai cometer exageros e que é austero. Só depois, se mostrar que é necessário o aumento de arrecadação com o incremento de imposto provisório, isso será discutido.

    ISTOÉ – Como o sr. avalia a relação do governo Temer com o Congresso?

    >>>   Geddel – Precisamos azeitar a relação, resolver um estresse ali, outro aqui, a ansiedade natural dos parlamentares de participarem mais ativamente. Temos um novo momento, um presidente aberto ao diálogo, que permite uma proximidade maior. A sensação que eu tenho é que você vinha de uma estrutura represada para um governo aberto. Eu já ouvi até dizer que você não podia sequer andar tranquilamente aqui pelo 3º e 4º andar do Palácio do Planalto. O presidente recebe a toda hora, as portas estão abertas. Aqui, vêm 50 parlamentares por dia. A gente tenta atender todo mundo e quando não consegue saem zangados. Você vê que é um choque de diálogo e de abertura que deixa as pessoas com essa ansiedade natural.

    ISTOÉ – Essa ansiedade dos parlamentares que o sr. diz é por obtenção de cargos no governo?

    >>>   Geddel – Claro que tem o desejo dos partidos da base de participarem de cargos. Nós vamos tratar isso como sempre: com absoluta naturalidade e tranquilidade. Ainda que o presidente da República quisesse, ele não teria quadros. Nós precisamos fazer consultas, ouvir pessoas e os partidos políticos têm legitimidade para indicar posições. Essa legitimidade se consolida na medida em que trazem nomes com currículos respeitáveis.

    ISTOÉ – O presidente Temer teve de ceder à Câmara e indicar o deputado André Moura (PSC-SE), aliado de Eduardo Cunha, para liderar o governo. Ele tem seis inquéritos, inclusive de suspeita de homicídio. Não é um preço muito caro?

    >>>   Geddel – O deputado André Moura está no exercício do mandato, veio para cá eleito pelo povo de Sergipe, e se tiverem que fazer alguma crítica a ele, não façam ao presidente Michel Temer, que o indicou, façam ao povo de Sergipe. Ele não é deputado biônico, foi o povo de Sergipe que achou que ele poderia representá-lo.

    ISTOÉ – Mas a decisão do Temer referenda isso.

    >>>   Geddel – E o presidente vai contra o povo? Acho que essas críticas ao parlamento acabam sendo meio elitistas. Porque fica a sensação de que quem está ali não representa a sociedade brasileira. O Parlamento tem de tudo. Certamente, tem homens sérios, homens menos sérios, mulheres, representantes de minorias, negros, brancos. Fiquem todos tranquilos, a sociedade está toda representada lá. Se o povo elegeu, eu vou questionar?

    ISTOÉ – O povo elegeu a presidente Dilma Rousseff.

    >>>   Geddel – O povo elegeu a presidente Dilma Rousseff e ela cometeu um equívoco e saiu. Ela cometeu um equívoco e os representantes do povo a tiraram, como determina a Constituição.

    ISTOÉ – A exoneração do ministro Romero Jucá foi uma resposta importante à sociedade?

    >>>   Geddel – Naquele momento, foi. O Jucá teve tamanho e grandeza para construir essa saída. Lamento, porque é um quadro extremamente qualificado, que eu espero que continue contribuindo com o governo no Senado.

    ISTOÉ – Conceitualmente, não seria melhor que os representantes do governo defendessem as investigações da Lava Jato?

    >>>   Geddel – O presidente da República tem dito isso de forma clara. E tanto não ficou bom conceitualmente que o Romero Jucá foi afastado.

    ISTOÉ – No diálogo gravado, Jucá diz que o “Eduardo Cunha está morto”. Concorda?

    >>>   Geddel – Se você for ali na casa dele, ele está vivo (risos). Evidentemente, o deputado Eduardo Cunha perdeu relevância na medida em que era presidente da Câmara e deixou de ser, além de estar afastado do mandato. Tem certas coisas que não tem que achar. É de uma obviedade cristalina.

    ISTOÉ – Delatores dizem que o PMDB recebeu propinas. É decepcionante ver quadros do seu partido comprometidos ou implicados em delações como essas?

    >>>   Geddel – A gente tem que fazer uma distinção entre acusação, investigação e condenação. As pessoas quererem antecipar e a gente está repleto de casos em que acusados foram inocentados e investigados que não tiveram acusações comprovadas. Tem que ter uma certa cautela. Evidentemente que é chato, que desgasta, mas é a vida como ela é. O importante é que ao fim as coisas fiquem esclarecidas. Quem tiver culpa, terá de pagar pelo que cometeu.

    ISTOÉ – O sr. mesmo é citado nas investigações pelas suas conversas com o ex-presidente da OAS preso na Lava Jato, Léo Pinheiro. Como o sr. avalia isso?

    >>>   Geddel – Com muita tranquilidade. Minhas conversas com o Léo Pinheiro eu tive no telefone celular, que todo mundo usa hoje, mas poderia ter tido em praça pública. Conversei com ele e conversei com vários empresários, não tem nenhum problema nisso. Mas essa insistência em me colocar como investigado ou respondendo a inquéritos da Lava Jato, com o perdão do termo, é uma sacanagem. Uma irresponsabilidade de determinados segmentos que atuam levianamente, inclusive na imprensa.

    ISTOÉ – Aliados da presidente Dilma têm dito que são necessários apenas dois votos para reverter a situação no Senado. O que o sr. acha disso?

    >>>   Geddel – Se ela realmente tivesse amor pelo País, já teria renunciado. Ela perdeu qualquer legitimidade de falar em voltar. Isso é um prejuízo ao país. A chance de a Dilma voltar é zero, ela cometeu crime de responsabilidade e tenho certeza de que o Senado cumprirá seu papel histórico. Acho que a tendência é aumentar ainda mais essa votação. Essas são as sinalizações que estamos recebendo.

    ISTOÉ – O sr. se decepcionou com o ex-presidente Lula, do qual foi ministro?

    >>>   Geddel – Não. Vou dizer até que lamento que um líder popular que construiu uma história bonita termine assim, nesse inferno astral. É evidente que a vida da gente é construída pela gente. Claro que se ele está vivendo isso tem sua parcela de culpa.

    ISTOÉ – Se for candidato em 2018, o Lula terá alguma chance?

    >>>   Geddel – Acho difícil, por mais que ele tenha tido um grande momento na política brasileira. Esses últimos acontecimentos marcaram indelevelmente a história do partido na vida pública nacional de maneira negativa. Não vejo no PT uma possibilidade. Acho que o Lula foi tão soberano no partido que acabou sufocando o surgimento de qualquer liderança que pudesse significar o surgimento de uma renovação natural. Eu, como político e cidadão, não vejo nenhuma liderança que possa, em 2018, empolgar o eleitorado e mostrar uma virada de página nesta quadra que o PT enfrenta.

    ISTOÉ – Existe algum quadro no PMDB capaz de empolgar o eleitorado?

    >>>   Geddel – Não vejo nenhum quadro político, em nenhum partido, que você possa dizer que é o cara. Isso terá de ser construído.

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    VEJA.COM

     

    Dieta com pouco sal pode fazer mal ao coração

     

    Um novo estudo mostrou que um baixíssimo teor de sódio na alimentação pode ser tão ruim quanto o excesso

     

     

    Embora o sódio seja considerado um vilão para a saúde, principalmente para pessoas com hipertensão, um novo estudo mostrou que uma dieta com baixíssimo teor de sal pode, na verdade, aumentar o risco de problemas cardiovasculares.

    A novidade foi publicada recentemente no periódico científicoThe Lancet.

    Para chegar a esta conclusão, pesquisadores do Instituto para Pesquisa em Saúde Populacional (PHRI, na sigla em inglês) da Universidade McMaster e do Hamilton Health Sciences, ambos no Canadá, revisaram quatro estudos observacionais, totalizando 133.118 pessoas (63.559 com hipertensão e 69.559 sem o problema) que foram acompanhadas por cerca de quatro anos.

    Os voluntários tiveram seu consumo de sódio medido por exames de urina.

    Os resultados mostraram que pessoas com pressão arterial elevada que consomem mais de sete gramas de sódio por dia correm um risco 23% maior de eventos cardiovasculares, em comparação com aqueles que ingerem entre quatro a cinco gramas diários da substância.

    A grande surpresa, contudo, é que o risco subiu para 34% naqueles que consumiam menos de três gramas de sódio diariamente.

    Entre os participantes sem hipertensão, não houve aumento do risco de doença ou morte por causas cardiovasculares naqueles que consumiam mais de sete gramas de sódio por dia.

    Já naqueles que comiam menos de três gramas por dia, o risco aumentou 26%, em comparação com aqueles que consumiam de quatro a cinco gramas diariamente.

     

    “Esses resultados são extremamente importantes para aqueles que sofrem de pressão alta. Embora nossos dados destaquem a importância de reduzir uma ingestão de sal elevada, ele não recomenda reduzir essa quantidade para níveis muito baixos.”, disse Andrew Mente, principal autor do estudo.

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    VEJA.COM

     

    Denúncias do envolvimento da empresa no petrolão também motivaram investigação pela SEC, órgão federal que regulamenta o mercado de capitais nos Estados Unidos

     

    Edifício da Eletrobrás na avenida Presidente Vargas, centro do Rio

    Edifício da Eletrobrás na avenida Presidente Vargas, centro do Rio(Reprodução/Google/VEJA)

     

    O Departamento de Justiça dos Estados Unidos está investigando a Eletrobras devido a denúncias do envolvimento da empresa no petrolão, nos moldes do que já faz com a Petrobras desde o final de 2014 e mais recentemente com construtoras envolvidas em corrupção.

    A Securities and Exchange Commission (SEC), órgão federal que regula o mercado de capitais americano, também investiga a companhia elétrica brasileira, que não conseguiu entregar seu balanço dentro do prazo.

    As investigações do Departamento de Justiça na Eletrobras e em outras companhias brasileiras foram citadas por advogados com conhecimento do caso em um evento da Câmara de Comércio Brasil-EUA em Nova York na quarta, que reuniu especialistas em legislação sobre o combate à corrupção e lavagem de dinheiro.

    A companhia brasileira tem ações listadas na Bolsa de Valores de Nova York, que suspendeu a negociação dos papéis e iniciou processo de deslistagem dos American Depositary Receipts (ADRs), que são recibos de ações.

    A Eletrobras está recorrendo da decisão.

    Andrew Haynes, advogado do escritório Norton Rose Fulbright, ressaltou em sua apresentação no evento que tanto o Departamento de Justiça quanto a SEC resolveram ampliar as investigações de corrupção de empresas brasileiras que têm negócios nos EUA, ou lançaram ações ou bônus no país, além da Petrobras.

    “As investigações sobre a Petrobrás levaram outras empresas, como a Eletrobras, a serem também investigadas”, disse Haynes.

    “Provavelmente, deve ter corrupção pior em países como Rússia, Índia e China, mas uma diferença chave (em relação ao Brasil) é que muitas das empresas desses países não costumam captar recursos em Nova York”, disse.

    A Eletrobras não entregou seu balanço para a SEC dentro do prazo, que foi prorrogado várias vezes.

    A KPMG se recusa a assinar o informe de resultados, por conta da dificuldade de calcular prejuízos com as irregularidades.

    A Eletrobras contratou o escritório Hogan Lovells para fazer uma investigação interna.

    Procurada, a Eletrobrás afirmou não ter conhecimento das investigações.

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