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  • 24out

    Quando morre alguém no bairro Maggi de Cesaro, em Passo Fundo (RS), a rotina de alunos da 8ª série

    PODEMOS SER 1° MUNDO?

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    de um colégio municipal é afetada. E não é exclusivamente pelo luto, mas porque os 16 estudantes têm aula na capela onde são realizados os velórios.

    Há quatro anos, a situação se repete na Escola Municipal de Ensino Fundamental Frederico Ferri. Em razão da sala de madeira destinada à 8ª série estar em precárias condições, os alunos aprendem na Capela Nossa Senhora Aparecida, localizada em frente ao colégio.

    Na quarta-feira (21), como houve velório, os alunos foram transferidos para a sala dos professores, mas os pais dizem que, em outras ocasiões, os filhos ficaram sem aula.

    “No ano que vem, a comunidade católica não vai mais ceder a capela. Na idade deles, adolescentes, não podem ter aula aqui. Já aconteceu até de comerem hóstia”, reclama o presidente da Associação de Moradores e presidente da capela, Nelci Carlos Alievi.

    Ele se preocupa também com o fato de os adolescentes ficarem impressionados a cada velório. “Eles ficam traumatizados de ter que estudar no local onde houve um velório”, conta Líbera Casanova, 76 anos, avó de três estudantes. Ela, que vai sempre nas missas, se incomoda também ao ver as paredes riscadas de caneta.

    “É muito chato ter aula ali. A gente não pode falar alto, dá eco”, diz Guilherme Casanova, 17 anos.

    A direção da escola afirma que os velórios são raros no bairro – a cerimônia de quarta-feira foi a primeira do ano. Ela nega que as aulas são suspensas por falta de espaço.

    “A ampliação da escola já estava prevista neste ano. Por problemas de orçamento, com a queda da arrecadação, decidimos não priorizar a Frederico Ferri porque tem número pequeno de alunos (175). Vamos construir mais duas salas de aula na escola. No ano que vem, a escola será ampliada”, afirmou Vera Maria Vieira, secretária da Educação.

    O Ministério Público de Passo Fundo instaurou inquérito para investigar o uso da capela mortuária como sala de aulas. O caso chamou a atenção da promotora da Infância e Juventude de Passo Fundo, Ana Cristina Ferrareze Cirne.

    Publicado por jagostinho @ 14:35



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2 Respostas

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  • darcy Disse:

    e o nosso presidente Lula diz que está tudo bem. Só pra ele , pra familia dele e a petezada. O povo que se dane.

  • tarcisio Disse:

    fikem trankilo. O tarso genro vai resolver! kkkkk

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