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  • 13abr

    FOLHA ONLINE

    O vereador de Belo Horizonte, Júlio César Gomes dos Santos, o Cabo Júlio (PMDB), confessou em seu

    Cabo Julio;"a culpa foi exclusivamente minha"

    blog que estava envolvido no escândalo da máfia das sanguessugas.

    “A máfia das ambulâncias foi um dos piores momentos da minha vida política; um momento de muita crueldade com a minha família. Não culpo ninguém, a culpa foi exclusivamente minha”, afirmou na semana passada.

    Cabo Júlio resolveu confessar a participação depois de ser internado por conta de dores na barriga. “Quando a gente passa por momentos como este, vê que a vida vale tão pouco. Nos fazem refletir sobre tanta coisa, sobre tantos erros e acertos.”

    Em agosto passado, a Justiça Federal condenou em primeira instância o vereador a devolver R$ 143 mil desviados dos cofres públicos e pagar multa corresponde a três vezes este valor, segundo informações do Ministério Público Federal.

    O juiz da 7ª Vara da Justiça Federal em Belo Horizonte também suspendeu por dez anos os direitos políticos.

    “Eu errei, eu permiti que a corrupção e o erro invadissem minha alma”, afirma o ex-deputado. No final da mensagem, ele pede aos assessores que deixem o texto publicado como está.

    A ação de improbidade contra Cabo Júlio foi ajuizada em outubro de 2006. Na medida, o Ministério Público Federal afirma que o deputado teria apresentado 20 emendas orçamentárias contemplando municípios mineiros que, segundo acordo prévio com o deputado, deveriam direcionar as licitações para favorecer determinadas empresas.

    A Procuradoria relata que, no total, segundo relatório produzido pela CGU (Controladoria-Geral da União), 18 municípios mineiros foram beneficiados por emendas propostas pelo deputado. Em contrapartida, segundo a investigação, ele era favorecido com o pagamento de porcentagens sobre o valor arrecadado pelos empresários.

    A função do Cabo Júlio na organização era de, como deputado federal, apresentar emendas para aquisição de bens destinados à área da saúde, o que fazia em troca de recursos financeiros.

    Quando foi condenado, o ex-deputado alegou, em nota, que não havia qualquer prova contra ele.

    Publicado por jagostinho @ 16:50



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