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  • 13abr

    UOL/NOTÍCIAS

    O juiz Luiz Carlos de Miranda, da Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Distrito

    Malta:"é serial killer frio"

    Federal, será convocado pela CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Pedofilia para esclarecer os motivos que o levaram a conceder progressão de regime a Admar de Jesus, 40, assassino confesso de seis jovens em Luziânia (GO).

    Os senadores Magno Malta (PR-ES) e Demóstenes Torres (DEM-GO), respectivamente presidente e relator da CPI, querem saber por que o laudo recomendando tratamento psiquiátrico foi supostamente ignorado pelo juiz. Admar de Jesus, 40, condenado a 15 anos de prisão, cumpriu apenas quatro anos em regime fechado e foi liberado no dia 23 de dezembro.

    Em nota divulgada na página do TJ-DF, o juiz esclarece que a progressão de pena foi feita com base em dois laudos, de maio de 2009. Um deles diz que Admar “sempre se apresentou com polidez e coerência de pensamento” e o outro, que o suspeito “não demonstra possuir doença mental, nem necessitar de medicação controlada”.

    Ainda segundo o que afirma em nota a Vara de Execuções Penais, caberia ao psicólogo do sistema prisional uma nova avaliação para que o acompanhamento continuasse. “Infelizmente, não há como antever que certos condenados agraciados com benefícios externos (…) irão cometer atos tão graves”, encerra a nota.

    Contradição
    Ouvido durante mais de duas horas pelos senadores, Admar continuou dando versões contraditórias e respostas evasivas a respeito dos crimes. Para Malta, “trata-se de um serial killer frio e que cria uma história muito particular”. Numa das declarações, o pedreiro chegou a dizer que enterrou as vítimas nuas para facilitar na decomposição dos corpos.

    “Ele mente muito e não consegue contar uma versão coerente”, reforça Demóstenes. O senador, que também preside a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), disse que solicitou à polícia e ao Ministério Público da Bahia uma investigação detalhada sobre a morte da mulher de Admar. Há suspeita de que ela tenha sido assassinada a garrafadas pelo companheiro, durante um ritual no interior daquele Estado.

    Publicado por jagostinho @ 14:20



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Uma resposta

WP_Cloudy
  • samuel Disse:

    será que quem fez o laudo não tem filho? E se fosse o filho dele que fosse morto, hein?

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