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  • 07jul

    TRIBUNA NA JUSTIÇA/MARA CORNELSEN

    Pais de Bruno recebem carta psicografada e se emocionam. Júri de dois dos sete

    Vinicius e Eliane- assistirão ao julgamento

    acusados de matar o rapaz começa hoje, em Almirante Tamandaré. Expectativa é de dois a três dias de duração.

    Bruno Stroebel Coelho nasceu no mesmo dia que o pai, 27 de maio. Ele e Vinicius Coelho, jornalista e cronista esportivo, também tinham uma mesma paixão, torcer para o Coritiba.

    O jovem não media esforço para acompanhar o time em partidas fora do Estado e era engajado na torcida Império Alviverde. Tinha uma vida simples, não gostava muito de estudar e adorava duas outras coisas: comida simples e cachorros.

    Conhecia todos os animais da vizinhança e gostava de sair à noite, levando restos dos churrascos dos domingos, para dividir entre eles.

    Em casa era o “braço direito” da mãe, inclusive nos trabalhos domésticos. Eliane Stroebel não precisava insistir muito para que ele lavasse uma louça ou varresse um tapete.

    “Ele era muito colaborador e um bom amigo”, descreve ela, que está à base de calmantes esperando o julgamento que começa hoje, às 9h, em Almirante Tamandaré, no Centro de Convenções do município.

    O turbilhão de emoções e sofrimento que tomou conta da família Coelho a partir da morte de Bruno, fez com que os pais e o irmão mais novo do rapaz buscassem consolo com amigos, parentes e na fé.

    Vinicius e Eliane, que não tinham ligações com a doutrina espírita, aceitaram ser levados por am uma reunião do Grupo de Apoio Solidários na Dor do Luto, que se reúne no Centro Espírita Capa dos Pobres, e lá receberam uma carta psicografada, assinada por Bruno, que revela aos pais que está bem, que os ama muito e pede que não sofram tanto. “É um consolo, um alento”, diz Eliane, com olhos marejados.

    Vinicius, por sua vez, se revela confiante na Justiça. “Vão punir exemplarmente estes assassinos. Se a morte do nosso filho servir para aplacar um pouco a violência com que convivemos na cidade, já será um pequeno conforto”.

    O promotor de Justiça Fuad Faraj, de Almirante Tamandaré, não tem dúvida de que se fará Justiça e que os acusados não pegarão penas menores do que 20 anos.

    “Este crime foi hediondo e é preciso respeitar a sociedade com uma resposta adequada”, comentou, prevendo que o julgamento poderá durar até mais de dois dias.

    Esta é a mesma expectativa do assistente de acusação Adriano Bretas, que atuará com o apoio do colega Rafael de Melo, ambos do Escritório Professor Renê Dotti.

    Publicado por jagostinho @ 14:38



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