Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota


  • 08jul

    JORNALE/DAIANA ROSA

    O julgamento, em júri popular, de dois ex-vigilantes de empresa Centronic

    Jornalista Vinicius Coelho, pai de Bruno

    acusados de matar o estudante Bruno Strobel Coelho foi interrompido e cancelado por volta das 16h30 desta quarta-feira (7).

    O júri estava sendo realizado desde as 10h da manhã, mas foi anulado após a confirmação de que uma das juradas é irmã do advogado Edson Adir da Cruz, que defendeu o acusado Marlon Balen Janke no processo.

    A informação chegou a juíza Inês Marchalek Zarpelon por meio de uma denúncia anônima feita em um cartório de Almirante Tamandaré.

    “A jurada não se manifestou por desconhecimento de que seu irmão já atuou no caso. Por causa dessa situação um impedimento legal, o grau de parentesco, nos obriga a dissolver o conselho de sentença e impedir a continuação do julgamento”, explica a juíza.

    Com o adiamento, um novo julgamento com outro corpo de jurados deve acontecer em agosto.

    “Não fazia a menor ideia de que meu irmão atuou no caso. Não tinha conversado sobre isso com ele e fiquei super nervosa ao saber da situação”, afirma a jurada Elaine Cristina da Cruz.

    Para o jornalista e o pai de Bruno, Vinicius Coelho, felizmente a juíza impediu que o julgamento continuasse dessa forma porque, para ele, a jurada tinha conhecimento da ligação do irmão dela no caso.

    “Não é possível que ela não sabia da situação. O caso foi amplamente divulgado pela mídia”, se indigna emocionado.

    O receio dos representantes do Ministério Público é de que esse cancelamento acabe beneficiando os réus que podem solicitar habeas corpus por excesso de prazo.

    Mas de acordo com o advogado do acusado Douglas Rodrigo Sampaio Rodrigues, Cláudio Dalledone, se trata de um período de tempo muito curto. “Não vai dar tempo de soltar ninguém”, acredita.

    O advogado trabalha com a defesa de que o cliente nega a autoria do crime e ele teria apenas participado da ocultação de cadáver.

    Já o advogado Milton Ribeiro, do vigilante Marlon Balen Janke, confirma que o cliente é réu confesso e que deve confessar durante o tribunal.

    “Trabalharei no sentido de que lhe seja atribuída uma pena de acordo com o grau de culpabilidade dele”, revela.



    Publicado por jagostinho @ 10:10



Os comentários NÃO representam a opinião do Blog do Jota Agostinho. A responsabilidade é EXCLUSIVA do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

3 Respostas

WP_Cloudy
  • Emilio Disse:

    Isso foi jogada da defesa dos assassinos. Para empurrar de barriga. Como uma irmã de um advogado não ia conversar com ele sobre o assunto. Se liga mané! A juiza errou. Teria que mandar prender a jurada por memtira.

  • Mércia Disse:

    Minha solidariedade para os pais do Bruno. Quanto sofrimento. Mas Deus é grande.

  • Osvaldo Tirdesi Disse:

    Vinicius grande jornalista, no fim da vida com toda esta tristeza. Que Deus o conforte juntamente com sua esposa.

Deixe um comentário

Por favor, atenção: A moderação de comentário está ativa e pode atrasar a exibição de seu comentário. Não há necessidade de reenviar o comentário.