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  • 13fev

    UOL/Notícias

    Na última quarta-feira (09), uma revelação durante a audiência no Comitê da

    Anwar al-Awlaki- mais perigoso que Bin Laden

    Segurança Nacional da Câmara dos Deputados dos EUA, passou quase despercebida, sem ganhar muito destaque nos jornais.

    O diretor do Centro Nacional Antiterrorismo, Michael Leiter, disse que considera Anwar al-Awlaki, líder da Al Qaeda na Península Arábica, a principal ameaça aos EUA em seu território, mais que o terrorista Osama Bin Laden, ainda desaparecido.

    Leiter foi questionado diretamente pelo republicano Peter King se ele “diria que (Anwar) al-Awlaki é uma ameaça tão perigosa hoje quanto é o Bin Laden”.

    O diretor respondeu que “atualmente considera a Al Qaeda na Península Arábica, sob a liderança de al-Awlaki, a organização que mais apresenta riscos para os Estados Unidos”.

    Pelo menos no currículo e na capacidade de influenciar jovens muçulmanos a cometer atos terroristas, Anwar al-Awlaki está no mesmo patamar de Osama Bin Laden.

    No radar de segurança nacional americano há quase um ano – o presidente americano Barack Obama já teria inclusive autorizado o seu assassinato -, a CIA acredita que ele esteja escondido no Iêmen, para onde se mudou com a família em 2004. Ele é filho de Nasser, ministro da Agricultura do país.

    Aos 39 anos, Awlaki é um clérigo radical nascido no estado do Novo México, nos EUA, e parte da nova geração de jihadistas digitais que utilizam a internet para inspirar seus seguidores.

    Com inglês e árabe fluentes, um discurso mais próximo ao Ocidente– apesar de um certo ressentimento com os jovens muçulmanos que se renderam à cultura ocidental -, ele se tornou popular entre os radicais islâmicos, e usa mensagens de texto, Facebook e CDs com pregações – um deles intitulado “44 maneiras de apoiar a Jihad” (guerra santa) -, para espalhar um discurso no qual prega o uso da violência como um “dever religioso”.

    “Quando Anwar al-Awlaki fala, ele dirige-se principalmente para um público americano, ocidental, recrutando jovens a aderir a sua insurgência”, afirmou a rede americana CNN em uma reportagem exibida em 2010 sobre Awlaki, referindo-se a ele como “a nova estrela da Al Qaeda”.

    A matéria destaca seu papel como recrutador, treinador e planejador da Al Qaeda. Além disso, Awlaki está na lista de terroristas mais procurados da ONU.

    Ele é acusado de ter sido “conselheiro” do major Nidal Malik Hasan, que matou 13 companheiros e feriu outras 30 pessoas, ao sair disparando pelo Fort Hood (Texas), no dia 5 de novembro de 2009.

    Segundo a polícia, uma história de fanatismo religioso, já que  Malik havia trocado vários e-mails com Awlaki.

    O imã afirmou em entrevista que era um confidente do major, mas negou que o tenha incentivado a cometer o ataque.

    O nigeriano Umar Farouk Abdulmutallab, que tentou explodir uma bomba em um voo de Amsterdã para Detroit no Natal de 2009, e o americano de origem paquistanesa Faisal Shahzad, autor de um atentado terrorista na Times Square, em Nova York, em maio de 2010, também teriam se inspirado no imã para cometer atos terroristas.

    Além disso, dois dos sequestradores dos atentados de 11 de setembro de 2001, contra as Torres Gêmeas, participaram de suas pregações em San Diego, nos EUA.

    No Iêmen algumas autoridades chegaram a cogitar a morte de Anwar al-Awlaki em um ataque coordenado pelos americanos na região sul do país.

    Como os americanos e parentes do clérigo negaram tal fato, ele continua desaparecido, assim como Bin Laden, porém, mais perigoso.

    Publicado por jagostinho @ 13:36



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Uma resposta

WP_Cloudy
  • Harry Pote Disse:

    Os imperialistas ainda vão pagar todos seus pecados. Tem que ter medo sim pois se apossaram do mundo inteiro. Chegou a hora de por as cartas na mesa.

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