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  • 13fev

    EFE

    Dezenas de pessoas foram detidas neste sábado quando participavam da

    Polícia prende manifestante na Argélia durante protesto

    manifestação convocada em Argel contra o regime político do presidente Abdelaziz Bouteflika, informaram à Agência Efe fontes da mobilização civil.

    O porta-voz da legenda opositora Reunião pela Cultura e Democracia (RCD), Mohsen Belabes, disse à Agência Efe que o número de detidos poderia chegar a mil, mas militantes da Liga Argelina dos Direitos Humanos (LADDH) cifraram a quantidade em mais de 200.

    Entre os detidos, há vários dirigentes da Coordenação Nacional pela Democracia e Mudança, grupo que convocou a manifestação, bem como ativistas dos direitos humanos, sindicalistas e jornalistas, acrescentaram as fontes.

    Também foram detidos jornalistas da imprensa argelina, como do diário árabe “El Khabar”, acrescentaram as fontes.

    Cerca de 3 mil manifestantes permanecem aglomerados nas imediações da praça Primeiro de Maio, no centro de Argel, onde um forte cordão policial impediu os protestos previstos, tal como a Agência Efe pôde constatar.

    A passeata de protesto estava marcada para iniciar na praça Primeiro de Maio, mas a maioria dos manifestantes está bloqueada em uma rua adjacente, impedida pela tropa de choque da Polícia, que busca dispersá-los.

    O presidente da LADDH, Mustapha Bouchachi, discursou aos manifestantes, pedindo-os que abandonem a manifestação para evitar confrontos, mas a maioria persiste em sua tentativa de protestar de forma pacífica para pedir mudanças no regime.

    “Estamos fartos deste poder”, gritavam os manifestantes, muitos deles jovens, de diversas classes sociais. Eles empunhavam cartazes com lemas como “abaixo o sistema” e “queremos um país administrado pelos jovens, e não pelos velhos”.

    São vários os policiais uniformizados e à paisana que se misturam ao grupo de manifestantes.

    Tal como Bouchachi declarou à Agência Efe, as forças de segurança “cortaram todos os acessos à capital e impediram a chegada de manifestantes de outras regiões à capital”, enquanto o transporte público foi suspenso – não circulam ônibus nem trens.

    “É aberrante que o regime argelino impeça a expressão pacífica dos cidadãos”, destacou Bouchachi.

    A concentração levantou uma grande expectativa no país, especialmente após a renúncia do presidente egípcio Hosni Mubarak na sexta-feira.

    Cerca de 30 mil policiais se mobilizaram, muitos deles transferidos de outras regiões do país em ônibus civis, para controlar a situação em Argel.

    Publicado por jagostinho @ 18:32



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