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  • 20fev

    OESTADODOPARANA.com.br/Coluna Et Cetera

    Há 50 dias no poder, Dilma Rousseff (PT) ainda não encontrou espaço para os três paranaenses que aguardam ansiosos por uma posição no governo.

    A presidente parece brincar com a paciência de Osmar Dias (PDT), Orlando Pessuti (PMDB) e Rodrigo Rocha Loures (PMDB).

    É fácil imaginar o estado emocional de cada um deles, até porque sobraram apenas cargos de escalão inferiores, como diretorias no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal.

    Osmar, ao aceitar concorrer ao governo, imaginava que, em caso de derrota para Beto Richa, o prêmio consolação seria o ministério da Agricultura.

    Não aconteceu. Depois, havia a articulação para que o ex-senador assumisse o comando de Itaipu, que também falhou.

    Hoje, o pedetista vive um momento complicadíssimo, pois seu partido sequer foi fiel às ordens do Planalto quando da votação do salário mínimo na Câmara.

    O espaço para Osmar fica cada vez mais estreito, em postos que não têm a grandeza de sua carreira política.

    O desfecho dessa história é uma profunda injustiça. O então candidato ao Palácio Iguaçu empunhou com todo o entusiasmo a causa de Dilma no Paraná, Estado que sempre lhe foi adverso.

    Não fosse Osmar, a derrota da petista para Serra seria maior do que o registrado.

    Ponto negativo também para Lula, que foi quem assumiu o compromisso de aproveitamento em caso de revés eleitoral. Ele foi abandonado.

    Angústia

    Para Pessuti, o único cargo disponível que se cogita é a vice-presidência de governo do Banco do Brasil.

    É terceiro escalão para baixo. Como não tem alternativa, presume-se que o ex-governador aceitará “a missão”.

    Se não for isso, terá que permanecer na Emater, onde é funcionário concursado.

    E o Rodriguinho?

    Jovem preparado, deputado de boa atuação em seu primeiro mandato, desistiu de uma reeleição garantida para ser o vice de Osmar, também iludido pelas promessas de PT e PMDB.

    Rocha Loures se diz amigo chegado de Michel Temer, freqüentador das reuniões de fim de tarde em Brasília, mas não conseguiu também conquistar espaço.

    Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, ele é lembrado para a diretoria de governo e Loterias da Caixa Econômica Federal.

    Mas têm concorrentes pesados: Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), que foi ministro da Integração Nacional, e o ex-governador da Paraíba, José Maranhão (PMDB). Não está fácil a vida do paranaense.

    Maldade

    Ainda para complicar as pretensões dos três, Roberto Requião faz intriga à vontade.

    Seu alvo predileto é o Pessuti, a quem atribui um desinteresse pela campanha.

    Sobre o Rodrigo, ele alega que as convicções ideológicas não se afinam com o esquerdismo do governo.

    Já Osmar, apesar dos abracinhos nos encontros fortuitos, não é bem quisto pelo senador, pois guarda mágoas da campanha de 2006.

    Por tudo isso…

    Não deve alimentar esperanças o trio do Paraná.

    O fato de não terem sido aproveitados até agora significa um desprestigiamento político de enorme magnitude.

    Publicado por jagostinho @ 13:35



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