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  • 23fev

    Folha.com/Vera Magalhães

    Roberto Stuckert Filho/PR

    A primeira reunião de um grupo de governadores com Dilma Rousseff funcionou como uma espécie de ensaio para que os políticos, acostumados às piadas e à expansividade de Lula, observassem o estilo da nova presidente

    “A diferença é que ela faz ata”, diz um dos participantes do Fórum dos Governadores do Nordeste, realizado nesta segunda, em Aracaju (SE).

    “É também um pouco menos divertido”, reconhece outro.

    De acordo com relatos dos participantes, Dilma já chegou para a reunião de trabalho, que durou duas horas, com várias anotações sobre a pauta do encontro. “Ela não leu um discurso, mas pontuou tudo o que já levou estudado”, diz um dos governadores.

    Os políticos dizem que há três “gradações” que Dilma usa diante de um pleito: “pode ser”, “vamos estudar” e “nem pensar”. Essa última, observam, nunca era usada por Lula em encontros desse tipo.

    “Com ela é mais trabalho e menos metáfora”, resume um governador aliado.

    Outro aspecto que chamou a atenção dos que participaram do fórum foi o consenso entre governadores de vários partidos. “Se chegasse um marciano ali não conseguiria entender quem era governo e quem era oposição”, brinca um governista.

    Antonio Anastasia (PSDB-MG), que participou como convidado, apesar de não governar um Estado nordestino, era um dos mais efusivos. Usou a forma “presidenta”, preferida pro Dilma, para saudá-la, e chegou a dizer que gostaria de falar “olhando nos olhos” da petista.

    Rosalba Ciarlini (DEM-RN), outra oposicionista que foi a Aracaju, arrancou olhares irônicos da maioria governista ao dizer que ouvir as propostas de Dilma era “música para os ouvidos” dos presentes.

    Teotonio Vilela Filho (PSDB-AL) disse que estava com uma obra pronta, mas só marcaria a inauguração quando Dilma pudesse ir a Alagoas.

    Com tanta concordância do lado da oposição, sobrou para o petista Jaques Wagner a nota dissonante do evento, ao propor a volta da CPMF, tema que não é consenso entre os governadores e nem no próprio governo federal.

    Publicado por jagostinho @ 09:47



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