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  • 08abr

    Assessoria Zeca Dirceu/Pedro Lichtnow

    Zeca Dirceu na chamada Frente José de Alencar

    O deputado federal Zeca Dirceu (PT-PR) será o coordenador no Paraná, da Frente
    Parlamentar Mista para o Desenvolvimento da Indústria Têxtil e de Confecção do
    Brasil. Ele foi indicado para a função, esta semana, durante o relançamento do grupo, no Congresso Nacional.

    A Frente José de Alencar, como é conhecida, pretende defender os interesses do setor e debater políticas públicas voltadas para a indústria têxtil e de confecção. O setor, somente no Paraná, emprega atualmente mais de 100 mil trabalhadores.

    “Considero a minha participação estratégica e fundamental para o setor têxtil do
    Paraná. A nossa região Noroeste, em especial, abriga algumas das maiores indústrias têxteis do Estado, e este setor merece atenção especial na hora das decisões tributárias e de crédito que são tomadas aqui no Congresso Nacional”, destacou Zeca Dirceu.

    A Frente Parlamentar foi relançada pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT). O grupo será composto por mais de 250 deputados federais
    e senadores.

    “Um dos principais desafios da Frente será reverter um déficit no setor que já chega a US$ 6 bilhões, decorrente da concorrência injusta entre os produtos fabricados no Brasil e os têxteis importados de países como China, Camboja e
    Bangladesh. Nossa missão, nesse sentido, será defender a indústria nacional, que
    gera empregos e renda aqui no Brasil e tem qualidade tão boa ou até melhor que os
    produtos importados”, disse Zeca.

    A concorrência internacional é um dos principais fatores para a falta de competitividade do produto brasileiro no mercado.

    Os empresários do setor têxtil enfrentam uma quantidade enorme de subsídios oferecidos para os produtos estrangeiros e, além disso, ainda brigam pelo mercado com países que não contam com as melhores práticas ambientais, trabalhistas e sociais, como temos no Brasil.

    Outra medida que a Frente vai defender de imediato é a criação de uma linha de
    crédito emergencial, especialmente para o setor têxtil, de forma a recompor o capital de giro das empresas.

    Sem este capital de giro, e com os preços dos insumos em trajetória de alta, muitas empresas não resistem e acabam fechando as portas, o que é péssimo para o Brasil e para o Paraná.

    Publicado por jagostinho @ 14:43



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