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  • 11abr

    BBC BRASIL

    A presidente Dilma Rousseff chegou a Pequim nesta segunda-feira para uma visita de seis dias em que tentará inaugurar uma nova etapa na relação do Brasil com a China.

    “A China é uma grande compradora de commodities. Nos interessa que continue sendo uma grande compradora, mas nos interessa também abrir uma nova etapa nessa relação em que a gente seja parceiro na área de ciência e tecnologia e na área de pesquisa”, disse o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Fernando Pimentel.

    “O objetivo da visita da presidente Dilma é inaugurar essa nova etapa. Não queremos perder a China como parceiro, mas queremos qualificar mais nossa relação com a China”, acrescentou Pimentel, após participar, ao lado da presidente, de um encontro com o CEO da Huawei, Ren Zhengfei.

    Pimentel anunciou ainda que a empresa chinesa de equipamentos de telecomunicações e computação vai investir cerca de US$ 300 milhões no Brasil na construção de um centro de pesquisa e tecnologia e também doar US$ 50 milhões em equipamentos para universidades brasileiras.

    “Começamos com pé direito”, comemorou Pimentel.

    A busca por mais e ‘melhores’ investimentos chineses ocorre no momento em que a China desponta como um dos principais investidores do mundo, o quinto maior, segundo o governo chinês.

    No ano passado, investiu US$ 59 bilhões no exterior, segundo o Ministério do Comércio. A maior parte teve como alvo obter acesso a commodities na área de petróleo e mineração, mas há, segundo analistas, potencial para uma maior diversificação.

    RECIPROCIDADE

    Em Pequim, Dilma Rousseff terá uma reunião com o presidente Hu Jintao para discutir o “aprofundamento da parceria estratégica sino-brasileira’. Nas palavras de Dilma Rousseff à agência estatal chinesa Xinhua, em entrevista ainda no Brasil, essa relação deve ser baseada na ‘reciprocidade”.

    O grande desafio de Dilma Rousseff nesta primeira viagem à China como presidente é criar bases para uma maior diversificação da pauta de exportações brasileiras, garantir melhor tratamento a empresas na China, como a Embraer, e também atração de investimentos em setores que não apenas o de extração de recursos naturais.

    ‘Esta é uma relação que, eu acredito, será muito bem desenvolvida entre os dois países porque há algumas áreas em que a China pode ser crucial para o Brasil e outras em que o Brasil pode ser crucial para a China (…) baseada em um conceito que eu considero muito importante em uma relação entre iguais: a reciprocidade’, disse Dilma Rousseff à Xinhua.

    Publicado por jagostinho @ 10:47



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