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  • 12abr

    Gabinete Dep. Marcelo Rangel/Assessoria de Imprensa/Osni Gomes

    Reforçando uma proposta que já havia feito na legislatura passada, o deputado Marcelo Rangel, líder do PPS na Assembleia Legislativa voltou ao assunto ontem propondo três ações que precisam ser imediatamente tomadas, segundo avaliou, para combater crimes pela Internet e o que também está sendo conhecido como o cyberbulling.

    Rangel quer a reestruturação da Frente Parlamentar de Combate aos Crimes pela Internet que já foi aprovado pelo Legislativo, a criação de uma Divisão de Combate aos Crimes Cibernéticos no Paraná e um Projeto contra o Cyberbulling.

    O parlamentar lembrou um blog que foi criado em Ponta Grossa há algum tempo, onde tudo e todos eram expostos aos mais diferentes crimes de calúnia, difamação que chegou a levar um jovem ao suicídio e a famílias a se obrigarem a deixar a cidade, tamanho os danos morais a que foram expostos.

    “No entanto o bandido que coordenou todos estes crimes está livre e pode a qualquer momento voltar a agir”.

    Rangel referiu-se também que o massacre de estudantes no Realengo, no Rio de Janeiro se deveu igualmente a ação de um jovem terrorista com estreito conhecimento sobre o que pretendia através da Internet, tanto que se informou, treinou e obteve todas as orientações sobre o seu crime pelo computador.

    E depois ele destruiu sua máquina particular, antes de partir para a uma escola pública carioca onde matou doze estudantes sem qualquer motivo que justificasse tamanha violência.

    “O governador Beto Richa hoje ainda mostrou-se envergonhado com o índice de crimes que ocorrem no Paraná, citando números que nos colocam em estatísticas três vezes superiores a de São Paulo”, disse o deputado, complementando que a grande maioria dos crimes que aqui ocorrem estão relacionados às drogas e a fonte facilitadora de comunicação, como a Internet.

    Rangel ressaltou a preocupação do governador e do secretário da Segurança, Reinaldo de Almeida César, que estão debruçados em estudos para conter o crime que corre solto no Estado como uma herança de graves consequências, vinda da gestão anterior.

    “Por várias vezes eu mesmo cobrei aqui da tribuna da Assembleia do Paraná, sem receber respostas que nos trouxessem tranquilidade”, criticou.

    Publicado por jagostinho @ 17:33



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