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  • 14abr

    Paraná Online/Luciana Cristo

    O Sindicato dos Trabalhadores em Urbanismo do Estado do Paraná (Sindiurbano-PR) abriu uma denúncia na Justiça do Trabalho contra a Urbanização de Curitiba S.A. (Urbs), empresa que gerencia o trânsito e o transporte coletivo em Curitiba, pela demissão de uma trabalhadora com câncer.

    Na interpretação do sindicato houve discriminação contra a auxiliar de limpeza Patrícia Mello Felicone, 51 anos, e a categoria reivindica a reintegração imediata da trabalhadora demitida, já que a demissão de um trabalhador com câncer contraria a legislação trabalhista brasileira.

    Patrícia foi admitida na Urbs dia 10 de março e, portanto, ainda estava no período de experiência. Depois de faltar seis dias seguidos, ela foi dispensada. De acordo com o sindicato, as faltas são justificadas pelos atestados médicos entregues à chefia direta da funcionária.

    A divergência entre empresa e funcionária é sobre a informação da doença que teria sido repassada à Urbs. De acordo com Patrícia, ela informou no seu exame admissional sobre seu tratamento médico.

    Por causa de dores intensas, o médico de Patrícia determinou o afastamento do trabalho por seis dias. No dia 4 de abril, quando voltou à Urbs, Patrícia trabalhou e foi demitida.

    A versão da Urbs é que a empresa não tinha conhecimento de qualquer doença relacionada à funcionária. “Durante todo o contrato, a área de gestão de pessoas da Urbs não teve a informação de que a mesma seria portadora de qualquer patologia. Em momento algum a funcionária sequer aventou a possibilidade de ser portadora de câncer, tanto junto ao médico do trabalho, chefia ou assistente social. No exame admissional, a funcionária não relatou nenhuma doença ou sintoma ligado à patologia em questão. Relatou hipertensão”, afirma nota oficial divulgada pela Urbs.

    A demissão teria sido causada pelo baixo desempenho da funcionária nas atividades que precisava desempenhar, de acordo com a Urbs.

    “O único atestado médico apresentado pela funcionária não discrimina nenhuma patologia, não tendo sequer o CID (Código Internacional de Doenças). O atestado foi apresentado, no dia da demissão, justificando a ausência prévia de seis dias ao trabalho apenas por necessidade de repouso, sem indicação de motivo”, informa a Urbs.

    Justiça do Trabalho

    O Sindiurbano-PR divulgou que procurou a Urbs para que a decisão da empresa sobre a demissão da funcionária fosse reavaliada. Como não obteve resposta, o sindicato recorreu à denúncia feita na Justiça do Trabalho.

    Publicado por jagostinho @ 12:29



Os comentários NÃO representam a opinião do Blog do Jota Agostinho. A responsabilidade é EXCLUSIVA do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

3 Respostas

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  • Rute Disse:

    Que vergonha. E olha que o prefeito é médico hein? Um médico medíocre mas é! Tome uma atitude prefeito.

  • Tina Disse:

    Será que se fosse a mãe ou irmã de um diretor da Urbs, também seria mandada embora? Que administração é esta, gente?

  • Profª Emily Disse:

    E os nossos vereadores não vão falar nadinha? Que absurdo !

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