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  • 16jun

    UOL/ESPORTE

    Símbolo da reestruturação do Vasco que levou o time ao título da Copa do Brasil, Roberto Dinamite não escapou da ofensiva da Record contra os cartolas brasileiros. Em uma só reportagem, o telejornal da emissora atacou, ao mesmo tempo, a gestão de ingressos no clube carioca e a decisão da CBF de tirar o título brasileiro de 1987 do Flamengo.

    Filho de Dinamite, Rodrigo, namora filha de dona de agência suspeita

    “A venda de ingressos virou um grande negócio que envolve clubes, torcidas organizadas, agências e hotéis”, disse a apresentadora Ana Paula Padrão. “Na arquibancada é assim. No tapetão, a CBF não se acanha nem um pouco em quebras as regras”, completou o âncora Celso Freitas, mudando para o assunto que abriu a matéria.

    A reportagem insinuou que a CBF tirou a Taça das Bolinhas do São Paulo porque o time apoiava o Clube dos 13 na venda dos direitos de TV. Depois da negociação, que favoreceu a Globo e prejudicou a Record, a entidade presidida por Ricardo Teixeira teria decidido voltar atrás, segundo a matéria. Mas, na verdade, trata-se de uma determinação da Justiça de Pernambuco.

    O ex-jogador e dirigente flamenguista Zico foi entrevistado e falou de sua desilusão com as administrações dos clubes brasileiros. Depois disso, a reportagem cortou para a desilusão dos torcedores vascaínos que compraram ingressos falsos para a final da Copa do Brasil.

    Tais ingressos foram comprados em uma agência que anunciou dentro do próprio clube, mas a matéria vai atrás de outra empresa, que vendeu entradas legítimas: a Essential Travel. Segundo a Record, esta firma teria uma “estreita ligação” com o presidente do Vasco, Roberto Dinamite.

    Responsável pela agência, Rosângela Jabour é apontada como amiga de Dinamite, e a sua filha namora Rodrigo, filho do presidente do Vasco. Rosângela não quis informar como conseguiu os ingressos para a final da Copa do Brasil – 75 pacotes foram vendidos pela empresa.

    A reportagem insinua que as entradas teriam sido repassadas pela diretoria. Segundo a matéria, cartolas repassam ingressos às torcidas organizadas, que então os distribuem a agências de turismo e hotéis na Zona Sul, para serem vendidos com preço superfaturado.

    Uma das empresas que receberiam esses ingressos é a LocaFlat, de propriedade do genro de Dinamite. Candidato da oposição vascaína, Pedro Valente declarou à Record que, dentro de São Januário, a LocaFlat é conhecida como “Genroflat”. Ele considerou a denúncia da Record como um novo escândalo e apelidou a empresa da amiga de Dinamite de “Sogratur”.

    Publicado por jagostinho @ 09:36



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