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  • 17ago

    FONTE: Folha Online / UOL

    Folha/UOL: No Paraná o PT pretende realmente embarcar na candidatura eventual de Gustavo Fruet, que foi do PSDB, para prefeito de Curitiba no ano que vem, em 2012?

    Paulo Bernardo: Nós estamos conversando com ex-deputado Gustavo Fruet…

    Folha/UOL: De zero a dez, qual a chance disso acontecer?

    Paulo Bernardo: Eu não tenho condição de dizer. Mas eu diria assim: o Gustavo Fruet foi um forte opositor do governo no seu período aqui como deputado, durante todo o governo Lula. Hoje ele… concorreu ao Senado, perdeu por pouco, inclusive, menos de 100 mil votos. E rompeu com o PSDB. Ele saiu do PSDB, tem críticas fortes, está se articulando para ser candidato, está em primeiro lugar nas pesquisas e nós estamos conversando.

    Eu diria assim: a despeito dele ter sido opositor, é uma pessoa que nós consideramos um homem de bem, um sujeito… é… que nós não teríamos nenhuma dificuldade em estar com ele na foto, digamos assim. E, portanto, se tivermos um projeto… ele, principalmente, se tiver um projeto que nos seduza para essa ideia… “tem que fazer isso, isso e isso em Curitiba” então podemos ir juntos.

    Folha/UOL: Como é ser ministro das Comunicações e ser casado com a ministra da Casa Civil. O que mudou na sua vida tanto pessoal como profissional depois que aconteceu a nomeação de Gleisi Hoffmann para a Casa Civil?

    Paulo Bernardo: Olha, a ministra da Casa, eu não sei se é uma tradição, mas ela é uma Caxias. Ela sai de casa 8h30 da manhã e volta 10h da noite, volta 11h. E às vezes trabalha no fim de semana. Então, do ponto de vista pessoal, é evidente que teve mudanças. Nós estamos mais distantes… Nós nos vemos menos. Do ponto de vista do governo a gente mantém uma relação funcional. Dizem que os meus detratores que eu já era mandado em casa e passei a ser mandado no governo também. Mas qualquer que fosse o chefe da Casa Civil eu ia ser comandado, ia ser coordenado por ele. Portanto, isso é absolutamente normal. Eu trato a Gleisi como ministra e ela me trata como ministro. A gente não mistura as estações quando está trabalhando.

    Se quiser assistir a entrevista completa, clique no 

    Publicado por jagostinho @ 17:04



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