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  • 23ago

    G1/CLOBO.COM

    Nota de esclarecimento
    22/08/2011

    Em relação à reportagem da revista Época sobre uso de jatos particulares, esclareço que:

    1) Não usei aviões de particulares/empresas no exercício do cargo público.

    2) Durante minha campanha eleitoral ao Senado, utilizei para deslocamentos avião fretado, com contrato de aluguel firmado.

    Gleisi Hoffmann
    Ministra-chefe da Casa Civil”

     

     

    “NOTA DE ESCLARECIMENTO

    O ministro acusou a revista Época de fazer uma série de reportagens contra ele e a esposa dele, Gleisi Hoffmann FOTO: ABR

    Além de totalmente inverídicas, são de grande irresponsabilidade as ilações que tentam fazer sobre meu comportamento como Ministro de Estado e o uso de aeronaves particulares.

    Esclareço que jamais solicitei ou me foi oferecido qualquer meio de transporte privado em troca de vantagem na administração pública federal.

    Em 2010, quando era Ministro do Planejamento, participei, nos fins de semana, feriados e férias, da campanha eleitoral do meu Estado, Paraná.

    Para isso, utilizávamos aviões fretados pela campanha, o que incluiu aeronaves de várias empresas, que receberam pagamento pelo serviço.

    Não tenho, porém, condições de lembrar e especificar prefixos e tipos, ou proprietários, dos aviões nas quais voei no período.

    Não existe relação entre o exercício do cargo de Ministro do Planejamento e fatos decorrentes da execução de obras públicas no estado do Paraná.

    Como deputado federal paranaense, nos anos 2003 e 2004, e reconhecendo a importância da obra para o Estado, nos empenhamos para obter recursos, através de emenda de bancada.

    O Contorno de Maringá foi incluído no PAC – Programa de Aceleração do Crescimento porque preenchia todos os critérios, como importância do projeto para a economia local e para a população.

    Defendi a inclusão do Contorno de Maringá no PAC, assim como de outras obras prioritárias em outras regiões do país, por uma razão simples: eram importantes para o desenvolvimento daqueles Estados, não porque iriam beneficiar esta ou aquela construtora.

    REVISTA ÉPOCA

    A Revista Época fez nos últimos dois meses, quatro matérias em que cita a mim ou à Ministra-Chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffman, com insinuações indevidas, algumas de forma absolutamente gratuita, sem me ouvir, como foi o caso da publicada na edição de 20 de junho de 2011, sob o título “Do Pantanal para Campinas”.

    Este fato contraria os Princípios Editoriais das Organizações Globo que diz, na seção 2: “correção é aquilo que dá credibilidade ao trabalho jornalístico: nada mais danoso para a reputação de um veículo do que uma reportagem errada ou uma análise feita a partir de dados equivocados”.

    Eu fui citado ao lado de uma grande foto, numa matéria totalmente alheia a mim, apenas porque deveria ser uma testemunha a ser ouvida.

    Como se não bastasse, seguiram mais três novas matérias: “Os ministros indesejados”, publicada na edição de 10 de julho de 2011; “Mudar para ficar tudo igual”, edição de 17 de julho de 2011 e a desta semana “Por que ele não responde?”.

    Tanto na matéria “Os Ministros Indesejados” como em “Mudar para ficar tudo igual”, segue um jogo de palavras, sem uma única fonte, com insinuações, sem nenhuma comprovação, expondo um ato legítimo de lutar por recursos para uma obra importante para o Estado, com malfeitos e desvios.

    Novamente a Revista contraria outro item importante dos Princípios Editoriais das Organizações Globo que diz no item w da Seção 1: “denúncia anônima não é notícia; é pauta, mesmo se a fonte for uma autoridade pública: a denúncia deve ser investigada à exaustão antes de ser publicada.”

    E por fim, quando, por causa dos antecedentes e insinuações colocados pelas reportagens anteriores, julguei desnecessário atender à reportagem da Revista Época, sou surpreendido com a matéria “Por que ele não responde?”, com novas insinuações sobre o uso de aeronaves particulares durante o ano de 2010.

    De novo, a Revista contraria aqui os Princípios das Organizações Globo, no item e, da Seção I de que “ninguém pode ser perseguido por se recusar a participar de uma reportagem”.

    Quero destacar que estou e sempre estive à disposição do Congresso Nacional para a prestação de quaisquer esclarecimentos que se façam necessários.

    Defendo, como sempre defendi, o máximo de transparência na utilização do dinheiro público. Considero este o meu dever e minha responsabilidade política.

    Brasília, 22 de agosto de 2011

    Paulo Bernardo Silva
    Ministro das Comunicações”

    COMENTÁRIO : As ilações referidas pelo Ministro, que estariam no esforço para liberação de recursos para uma obra no nosso Estado, são com certeza, aleivosias despejadas de entranhas mal nutridas, comumente chamadas de “fogo amigo”.  Só que nesta sordidez toda tem “fogo ex-amigo”, também.

    Aliás, a autofagia neste estado é algo tão rançoso quanto antigo. Tão fétido quanto asqueroso.

    Afinal, nunca o Paraná teve tanto prestígio no cenário nacional, com Gleisi na Casa Civil, Paulo Bernardo, Ministro das Comunicações, Gilberto Carvalho, Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República e Osmar Dias, vice-presidente do Banco do Brasil.

    Isto incomoda muita gente, principalmente dentro do próprio núcleo petista da província, que confunde as coisas.

    Egos carentes e visões míopes, de propósito, embalaiam juntos, administração pública e política. São inerentes, mas devem ser tratadas de forma diferenciada.

    E porque Gleisi e Paulo Bernardo são entusiastas de uma possível aliança do PT com Gustavo Fruet, hoje sem partido, têm que ser lançados à hienas famintas.

    Contudo, estão muito acima destas miudezas paupérrimas. Honram nosso Estado. Já fazem parte de nossa história política.

    E quanto ao “fogo ex-amigo”? É só recorrer aos documentos e registros jornalíticos sobre o Contorno de Maringá. São fartas as evidências.

    Então, é bom lembrar, aos mais desavisados e intencionalmente esquecidos, que o ex-deputado federal Ricardo Barros, foi nos tempos dos fatos, vice-líder do governo Lula na Câmara Federal, e muito batalhou pelo Contorno de Maringá, seu reduto eleitoral, e onde seu irmão Sílvio Barros II é o atual prefeito.

    Ganhou milhares de votos a mais, na região, para senador em 2010, por simbolizar a luta pela execução da obra.

    Num repente, está emudecido. Agora, sua hercúlea luta por disponibilização de recursos não é mais  com ele. Prefere que o esqueçam.

    Quer ver o circo pegar fogo.

    Hoje, Ricardo Barros é Secretário de Estado do Governo Richa.

    E Gleisi vai bater de frente com Richa em 2014.

    Para incendiários, uma faísca basta.

    Ou não?

    Publicado por jagostinho @ 09:17



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2 Respostas

WP_Cloudy
  • Antunes Disse:

    Além disto Gleisi deu uma aula de como se escreve uma nota de esclarecimento, sendo sucinta e indo direto ao ponto. Quem é que vai ter paciência para ler aquela nota gigantesca que o Paulo Bernardo escreveu?

  • Carlos Toledo Disse:

    Desejo muito que ambos não deixe de pedir uma ampla investigação no quadro dos que se diz ser esquerda do Parana em seus quadros com liderança abrangência nacional, se usasse suas sabedorias para o bem, o Brasil seria outro , mas preferem estes usarem para o rancor e colocar panos quentes em defesa daqueles que foram e querem continuar a complacentes com a corrupção homologada neste pais desde de 2002, acontece que a postura da presidenta Dilma como Governante institucional da nação deve estar causando uma loucura na cabeça destes sujeitos.

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