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  • 22nov

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    A edição de novembro da revista IDEIAS traz como destaque a candidatura de Mario Celso Petraglia e da chapa CAPGIGANTE para a eleição do Atlético Paranaense, que ocorre no dia 15 de dezembro. A publicação lembra dos feitos de quando Petraglia administrou o clube, do ambicioso projeto da ARENACOPA voltada ao maior evento esportivo do Mundo e da amargurada situação atual do Atlético.

    Intitulada de “O Campeão voltou”,  a reportagem mostra como o futebol e a estrutura do Atlético foram sucateiras após a saída de Petraglia.

    Confira a reportagem:

    O Campeão voltou!

    O Atlético está em crise. Dentro e fora de campo. Desce pelas tabelas. Nunca antes na história desta Nação rubro-negra tivemos um futebol tão vexaminoso, diria Lula. Mas isso não é novidade.

    Novidade boa é a volta de Mário Celso Petraglia, atleticano de boa cepa, responsável pelo período mais glorioso do clube. Desde que ele confirmou sua candidatura à presidência do Atlético, os torcedores que dispõe de neurônios saudáveis trocam sorrisos e se cumprimentam com a frase que expressa a esperança de renascimento.

    O CAMPEÃO VOLTOU Campeão, no caso, não é o time, é o Petraglia. A via crucis atleticana dura mais de ano e tudo leva a crer que no ano que vem o Atlético vai disputar a série B.

    Voltar aos bons tempos. O sonho é o que une hoje a torcida. Apenas uma penca miúda de cartolas torce contra a volta do campeão. Mas aí não se trata de futebol ou de paixão. São negócios. Melhor deixar pra lá.

    Petraglia é reverenciado porque conseguiu ao mesmo tempo elevar o time à condição de campeão nacional e construir o melhor estádio do país.

    Fez mais. Construiu o melhor centro de treinamento desta área do planeta. E pôs o Atlético entre os grandes clubes à mesa das negociações com a Globo.

    Em 2001 o Atlético Paranaense superou seu complexo de vira-lata. Foi campeão brasileiro. Deixou de ser um time da periferia do futebol. Passou ao rol dos grandes clubes do mundo.

    Seu adversário de estimação deixou de ser o Coritiba, o outro time da cidade, desafiante natural nos tempos em que os campeonatos de futebol eram competições provincianas.

    Bons tempos. Os clássicos do Atlético passaram a ter adversários graúdos da tradição nacional do esporte. Era respeitado ao entrar em campo em qualquer estádio do país.

    Agora, a pergunta que não quer calar: o que derrubou o Atlético nos últimos anos?

    De grande clube voltou a estar entre os últimos em um campeonato de nível técnico medíocre. Consegue ter a pior defesa e o pior ataque.

    Muda constantemente de técnico, única providência visível para tentar explicar a longa temporada de desastres. Ao mesmo tempo infla o seu plantel de nulidades e paga caro aos intermediários.

    Nenhum cidadão, atleticano ou não, que tenha ao menos dois neurônios frontais em bom estado, duvida de que a responsabilidade pelo caos é da direção atual do clube.

    Só os muito cínicos e os muito ingênuos são capazes de dizer o contrário.

    O início da decadência do Atlético coincide com o fim da gestão de Mário Celso Petraglia. Desde então o clube está nas mãos de um grupo dirigido por Marcos Malucelli.

    Impossível não associar os dois períodos e seus dirigentes, embora a caterva que hoje dirige o Atlético insista em encenar a sua ópera bufa na qual o vilão de fancaria é sempre o técnico.

    Durante o período de Petraglia o Atlético foi campeão nacional, vice-campeão das Américas (Libertadores), galgou posições no ranking mundial, superou grandes clubes como o Manchester City, da Inglaterra, e o Sampdoria, da Itália.

    Entre os brasileiros ficou à frente de clubes como o Vasco, o Botafogo e o Atlético Mineiro. Do Flamengo e do Coritiba.

    Ao mesmo tempo, Petraglia construiu o estádio. Foi a maior adição de patrimônio do Atlético desde a sua fundação, quando Joaquim Américo doou a área.

    Pois, pois, tudo deteriorou. Até o gramado virou potreiro.

    A esperança, agora, é que em dezembro Mário Celso Petraglia, o grande condottiere, volte ao comando.

    Até lá, tristeza, frustração e outros sentimentos que é melhor não falar porque só fazem mal ao nosso fígado.

    Mas enquanto não volta, o Atlético desce pelas tabelas. Literalmente. Não há dúvida que a moderação é conveniente também na burrice.

    No nosso Atlético, porém, hoje não há moderação em nada. A burrice, então, é tão grande quanto o insucesso no campeonato.

    Há mais de uma dezena de explicações correntes para a derrocada do Atlético.

    Mas a verdade é que além da incompetência, dos desvarios do comandante, da mediocridade do time, deve-se acrescentar, sem medo de errar, que a burrice é um dos males que afligem o clube e se reflete no péssimo desempenho do time.

    Vamos aos fatos. Hoje o Atlético tem um plantel de mais de uma centena de jogadores. Pois bem, a realidade aqui desmente uma das leis da dialética.

    A quantidade nem sempre se transforma em qualidade. Ao contrário, quanto maior a concentração de medíocres pior é o desempenho do conjunto. Perder para o Avaí de goleada é prova provada de que a burrice não tem fim.

    Culpa de quem? Não custa repetir o óbvio, pois a burrice tem dificuldade para compreender até mesmo a obviedade.

    Culpada é a direção do clube, que contratou mal, pagou mais do que devia, montou um time ridículo que, sinceramente, envergonha qualquer atleticano que tenha brios.

    Não falemos no caso Morro Garcia porque ele guarda segredos que só serão revelados, talvez, quando a direção mudar e outro comando do Atlético passar a limpo as transações.

    Ninguém com saúde mental acredita que o uruguaio Morro Garcia custava 7 milhões no mercado. E se alguém comprou por esse preço foi por burrice ou má fé. Vamos insistir na tese da burrice.

    O bom é que agora não há como justificar a atual diretoria que se vai em dezembro para deixar o clube em mãos competentes. Então veremos o CAPGIGANTE em ação e poderemos gritar, a plenos pulmões, a burrice se foi, o campeão voltou.

    Graças ao projeto de Petraglia o Atlético Paranaense terá as vantagens de uma Copa do Mundo em seu estádio modernizado para ser o melhor do país.

    Em 2014, a ARENACOPA será uma das sedes do maior evento do mundo, com mais de 3 bilhões de espectadores. É a chance histórica de valorizar a marca do Furacão em todo planeta e construir um estádio ultramoderno.

    O que mais repugna na atual direção do Atlético é que ela roubou-me a graça de torcer por um time vencedor e me impôs a amargura e o vexame de um futebol tão chinfrim quanto a cabeça da caterva que empalmou o poder no clube.

    Não gosto de perder. Ninguém que tenha saúde mental gosta de ver o seu time perder. Ainda mais depois de experimentar o doce sabor da vitória.

    Não gosto de disputar espaço entre os medianos. Ninguém que tenha vindo a este mundo com um mínimo de garra e ousadia se contenta em ficar entre os intermediários.

    O que anima os homens de coragem são os sonhos de grandeza. O resto é mediocridade, e a mediocridade é o mal que flagela o nosso Atlético nesta quadra marcada pela incompetência. 

    Mas há luz no fim do túnel. Não há mal que sempre dure e a esperança é comemorar em dezembro a volta de Petraglia. Para poder cantar o refrão que mais gostamos:

    O campeão voltou.



    Publicado por jagostinho @ 11:02



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