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  • 27dez

    FOLHA.COM

    O ministro Guido Mantega (Fazenda) comentou nesta segunda-feira estudo que aponta o Brasil como a sexta maior economia do mundo, ultrapassando o Reino Unido.

    Para o ministro, o país tende a consolidar a posição diante da crise que atinge economias de países desenvolvidos, mas prevê que pode demorar de 10 a 20 anos para ter um padrão de vida europeu.

    Jorge Araujo – 16.dez.2011/Folhapress
    Ministro Guido Mantega (Fazenda)
    Ministro Guido Mantega (Fazenda)

     

    “Isso significa que nós vamos ter que continuar crescendo mais do que esses países, aumentar o emprego e a renda da população”, disse o ministro, reconhecendo que o país ainda precisa investir mais nas áreas social e econômica.

    O comentário foi feito sobre projeções do CEBR (sigla em inglês para Centro de Pesquisa Econômica e de Negócios) de que o Brasil deve terminar o ano como a sexta maior economia do mundo.

    A subida do Brasil no ranking das maiores economias, no entanto, já era prevista pelo Fundo Monetário Internacional e pelas consultorias EIU (Economist Intelligence Unit) e BMI (Business Monitor International), conforme noticiou a Folha em outubro deste ano.

    Para Mantega, o país tende a se consolidar na posição porque continuará a crescer em um ritmo maior que as outras economias.

    “Os países que mais vão crescer são os emergentes como o Brasil, a China, a Índia e a Rússia. Dessa maneira, essa posição vai ser consolidada e a tendência é de que o Brasil se mantenha entre as maiores economias do mundo nos próximos anos”, disse o ministro, de acordo com nota divulgada pelo Ministério da Fazenda.

    ECONOMIA

    De acordo com a consultoria britânica especializada em análises econômicas, a queda do Reino Unido no ranking das maiores economias continuará nos próximos anos, com Rússia e Índia empurrando o país para a oitava posição.

    A entidade prevê ainda que a economia britânica vai superar a francesa até 2016.

    O estudo aponta que a economia da zona do euro encolherá 0,6% em 2012, “se o problema do euro for resolvido”, ou 2%, caso a crise financeira que assola os países que adotam a moeda não encontre solução.

    O executivo-chefe da CEBR, Douglas McWilliams, disse, em entrevista à BBC, que esta mudança de posições entre Brasil e Reino Unido faz parte de uma tendência mundial.

    “Eu acho que isto é parte da grande mudança econômica, onde não apenas estamos vendo uma mudança do Ocidente para o Oriente, mas também estamos vendo que países que produzem commodities vitais –comida e energia, por exemplo– estão se dando muito bem, e estão gradualmente subindo na ‘tabela do campeonato econômico'”, afirmou.

    PROJEÇÕES

    Como a economia brasileira cresce em ritmo menor que a de outros emergentes asiáticos, em 2013, o país deverá perder a sexta posição para a Índia, de acordo com a EIU (Economist Intelligence Unit).

    Mas voltará a recuperá-la em 2014, ano da Copa do Mundo, ao ultrapassar a França.

    Até o fim da década, o PIB brasileiro se tornará maior do que o de qualquer país europeu, de acordo com projeções da EIU.

    Depois de passar Reino Unido e França, a economia brasileira deverá deixar a alemã para trás em 2020.

    A tendência de ascensão dos emergentes já era esperada por especialistas há anos, mas tem ganhado velocidade devido à crise global.

    Quando o banco Goldman Sachs inventou o acrônimo Brics (que se refere a Brasil, Rússia, Índia e China) em 2003, previa que a economia brasileira ultrapassaria a italiana por volta de 2025 e deixaria os PIBs francês e britânico para trás a partir de 2035.

    Publicado por jagostinho @ 10:49



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