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  • 12jan

    PROFESSOR RENATO DUTRA/VEJA.COM

    (Foto: Thinkstock)

    Até hoje, infelizmente, nenhum estudo foi capaz de relacionar a prática de exercícios físicos à redução de gordura localizada e celulite.

    Sim, é possível reduzir a gordura corporal malhando, mas aquele pneuzinho que tanto incomoda não responde a exercícios. Um novo treinamento, porém, promete mudar esse quadro.

    Trata-se do treinamento de hipoxia (TH), em desenvolvimento desde 1998 pelo Dr. Norbett Egger e por uma equipe de engenheiros mecânicos.

    Esse tratamento consiste em expor certas partes do corpo a níveis alternados de baixa e alta pressão, aliados ao ato de pedalar em uma bicicleta ergométrica.

    Tudo isso com o objetivo de reduzir a gordura localizada. Se o tratamento for realmente eficaz, então eliminar aquele pneuzinho ou culote poderá estar, em breve, ao alcance de todos.

    Os defensores do TH propõem os seguintes benefícios:

    – Eliminação de depósitos de gordura (regiões abdominal, do quadril, das pernas e glúteos);

    – Tonificação da pele;

    – Redução da aparência da celulite

    – Melhora da circulação

    Os estudos sobre TH ainda são escassos, mas os resultados iniciais são encorajadores. Vamos a eles:

    A teoria por trás do TH – O exercício aeróbio (pedalar na bicicleta) promove a queima da gordura como fonte de energia. E isso em baixa intensidade, para que a principal fonte de energia seja proveniente das gorduras.

    Durante o exercício, o sangue transporta a gordura da hipoderme (camada mais profunda) para os músculos exercitados.

    Por outro lado, o equipamento utilizado durante o TH melhora a circulação de sangue para as regiões com maior acúmulo de gordura, visando promover a sua queima.

    O equipamento para o TH – Trata-se de uma bicicleta ergométrica fechada em uma câmara de ar comprimido.

    A graduação da intensidade da ergométrica e os níveis de pressão do ar podem ser ajustados conforme a necessidade de maior ou menor pressão.

    E há também um equipamento que se ajusta ao abdome do praticante, justamente para também estimular a circulação.

    Evidências encontradas nos estudos – Alguns estudos já foram feitos sobre o TH, mas é preciso atenção ao fato de que nenhum deles é assinado por instituições de ponta, nem foram publicados em periódicos reconhecidos internacionalmente.

    Se forem verdadeiros, porém, os resultados são promissores.

    Num estudo de 2007, por exemplo, realizado em mulheres de 25 a 55 anos de idade, o TH associado a um programa de orientação nutricional obteve um impacto maior sobre o emagrecimento, quando comparado aos métodos convencionais (exercícios tradicionais + dieta).

    Além disso, o TH mostrou-se efetivo para a redução da celulite e a aparência da pele.

    Um estudo mais recente, de 2010, conduzido pela Universidade de Hamburgo, também comparou os efeitos obtidos entre um programa clássico (PC) de exercícios com o TH.

    Os pesquisadores recrutaram mulheres obesas com idades entre 30 e 50 anos. Ambos os métodos provocaram emagrecimento.

    No entanto, as mulheres que se submeteram ao TH obtiveram redução bem mais expressiva das medidas corporais de glúteos, quadril e coxas.

    Enquanto o PC teve redução média de 4,8 cm nessas regiões, o TH atingiu uma diminuição de 13,1cm. Em outras palavras, um resultado 272% superior!

    Ainda é cedo para conclusões definitivas, mas esses dados trazem esperança para quem luta contra aquelas gordurinhas indesejadas e tão resistentes aos programas de exercício conhecidos.

    Resta esperar por novas pesquisas e torcer.

    Publicado por jagostinho @ 19:11



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