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  • 18mar

    RADAR ON-LINE/LAURO JARDIM/VEJA.COM

     

    E-books: longe e perto

    Kindle: cada vez mais longe do Brasil

     

    Voltou à estaca zero a negociação entre as editoras brasileiras e a Amazon. Na semana passada, houve nova rodada de conversas. O impasse continua.

    Em compensação, as conversas das editoras com Google e Apple avançam em ritmo bem mais acelerado.

     

    Chinaglia já quis proibir cerveja em estádios em 1995

     

    Recém nomeado líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia terá que, assim como tantos outros, esquecer o que escreveu para defender a Lei Geral da Copa no Congresso.

    Em 1995, Chinaglia apresentou um projeto tornando crime ‘servir bebidas alcóolicas em estádios no qual se realize competições esportivas”.

     

    O Senado é uma mãe

    Senado distribui computadores para Câmaras

     

    É papel do Senado distribuir computadores para as Câmaras de Vereadores país afora? Por meio do Projeto Interlegis, 1 000 computadores e outras tantas impressoras estão chegando agora às Câmaras.

    O Interlegis ia ser extinto na reforma administrativa do Senado, conforme texto do relator, Benedito de Lyra.

    Na última hora, Romero Jucá apresentou uma emenda e o Interlegis não só permaneceu firme e forte como ganhou mais 33 cargos comissionados — aqueles de livre nomeação pelos senadores.

     

    Franquia mais baixa

    Macedo: estratégia de combate aos concorrentes

     

    Até recentemente havia uma regra não escrita na Igreja Universal: o bispo Edir Macedo só deixava que um novo templo fosse aberto se tivesse certeza de que poderia arrecadar ali um mínimo de 150 000 reais por mês.

    Menos do que isso, não valia a pena.

    A concorrência nos calcanhares, sobretudo da Igreja Mundial do Poder de Deus, de Valdemiro Santiago, obrigou a Universal adotar uma nova estratégia de franquia.

    Agora, basta o candidato provar que o templo faturará 50 000 reais por mês, no mínimo, e tem a autorização para que abra as portas.

     

    Longe, mas nem tanto

    Lula: na retaguarda, participando da crise entre Dilma e sua base parlamentar

     

    Oficialmente, Lula só estará liberado para a luta política dentro de 30 dias. Mas na semana passada interveio ao seu modo na crise entre o governo e a base de apoio parlamentar de Dilma Rousseff.

    Telefonou para os defenestrados líderes do governo no Senado e Câmara, Romero Jucá e Candido Vaccarezza. Consolou-os e pediu “paciência”.

    Na sexta-feira, José Sarney foi ao seu encontro em São Paulo. Queria se queixar de Dilma.

     

    As ordens de Dilma

    Faz o que a Dilma manda

     

    Quem conversou com Ideli Salvatti recentemente garante que ela sabe que sua batata está assando na base aliada, mas diz que Ideli permanece aparentemente tranquila porque tem seguido religiosamente as ordens de Dilma Rousseff.

    Logo, quem está descontente com Ideli, que reclame com Dilma, a estratégia é dela.

     

    De olho no sertanejo

    Estrela sertaneja na 9ine?

     

    Paula Fernandes pode ser a segunda artista agenciada da 9ine, empresa de Ronaldo Fenômeno que, na semana passada, assinou contrato com Luan Santana.

    As conversas entre a 9ine e Paula, contudo, estão apenas no início.

     

    Pode dar cadeia

    Vai dar cadeia

     

    O deputado baiano Márcio Marinho resolveu apresentar projeto na Câmara para criar um novo crime passível de cadeia no país.

    Trata-se do crime de tatuar crianças e adolescentes. Pertencente ao evangélico PRB, Marinho anda incomodado com banalização das tatuagens nos pequeninos.

    Um problema, que na avaliação dele, assola a sociedade brasileira e justifica a “ação do Estado”.

    No projeto de uma página, Marinho estipula pena de um a dois anos de cadeia para o crime de “realizar tatuagem em criança ou adolescente”.

    Marinho só não aponta quem deve ser preso: o tatuador, os pais ou os dois?

     

    Pela imprensa

    Jucá irritado

     

    De Romero Jucá a um senador sobre sua queda da liderança do governo:

    – Só não precisava ter me demitido pelo jornal.

     



    Publicado por jagostinho @ 14:19



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