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  • 19mar

    CARTA ABERTA

    Reportagem da revista Época de duas semanas atrás, mostra como age a “a máfia da merenda escolar”, fraudando concorrência pública, corrompendo funcionário público e, prejudicando as crianças das redes escolares por onde passa esses  gafanhotos , esses cupins do dinheiro público.

    “A reportagem, entre outras denúncias, cita que as empresas fornecedoras da merenda, são  acusadas de usar ingredientes de má qualidade e de servir porções menores que o combinado, ou seja, o previsto em contrato”.

    Segue a reportagem, “Um prato com arroz, feijão, pedaços de carne ou frango e um legume, combinado com uma fruta e um suco. É a rotina de milhões de estudantes de escolas públicas. Para as crianças, a merenda é uma refeição importante do dia. Após quatro anos de investigação, o Ministério Público do Estado de São Paulo afirma que esse pequeno prato tem um valor igualmente imenso- mas de outra natureza- para uma organização criminosa que funcionou nos últimos dez anos em 57 cidades do Estado de São Paulo. Seis fornecedoras de merenda são acusadas de superfaturar contratos- e políticos e funcionários públicos, de receber propinas.”

    Segundo ainda a reportagem, as empresas para obter lucros “astronômicos” serviam comida da pior qualidade. Ou seja,  serviam cubos de carne de frango, em vez de servir coxa  e antecoxa.

    Em São Paulo ,o contrato com a prefeitura especificava o fornecimento de maçã “tipo A”. Mas a maçã fornecida era do “tipo C”, de pior qualidade.

    As merendeiras eram orientadas a servir porções menores. Enquanto o contrato mandava servir uma   maçã de sobremesa, as escolas paulistanas serviam meia.

    Enquanto isso acontecia, as empresas fornecedoras da merenda obtinham lucros exorbitantes e, espalhavam propinas para políticos e funcionários públicos, conforme diz a reportagem.

    Um crime de “lesa humanidade”, para dizer o menos. Esses criminosos que tiravam a refeição das crianças das redes escolares, não  devem ter outro destino  senão, a cadeia.

    Deveriam ser tratados como criminosos comuns e, tais delitos deveriam ser considerados “crimes hediondos”, e tais criminosos considerados de alta periculosidade.

    O castigo  para esse  tipo de  crime, deveria ser “pena máxima”, e o criminoso deveria ficar encarcerado  numa “solitária”.

    As empresas que fazem parte dessa máfia, segundo a reportagem são:  SP- Alimentação,  Nutriplus, Geraldo J Coan. De Nadai/Convida, Sistal e Terra Azul.

    Todas são denunciadas pelo Ministério Público de São Paulo por formação de CARTEL- prática em que há um acerto para combinar preços e estratégias-, fraudes a licitação, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

    De acordo com a investigação dos promotores Silvio Antonio Marques e Arthur Pinto de lemos Junior, as empresas renunciaram à concorrência, combinaram o jogo e passaram a ganhar contratos superfaturados, pagando propina a prefeito e a secretários municipais.

    Na própria revista Época, o jornalista Igor Paulin escreve:

     “ o Tribunal de Contas do Paraná investiga os contratos de merenda escolar firmados por oito prefeituras com as empresas  J. Coan & Cia e SP Alimentação”.

    “As duas são suspeitas de superfaturamento em Curitiba, Londrina, Araucária, Castro, Colombo , Paranaguá, Pinhais e São José dos Pinhais. A J Coan & Cia concentrou sua  atuação na Capital paranaense, que lhe pagou  R 666 milhões de 2002 em diante. No mesmo período,  a SP – Alimentação recebeu R 418 milhões das cidades do interior. Há duas edições, ÉPOCA mostrou que essas empresas também estão enroladas em São Paulo”.

    A soma de dinheiro gasto em Curitiba, segundo a ÉPOCA, é astronômica e, sabe-se que, a SP Alimentação teve contratos com a prefeitura de Curitiba entre  os anos 2.006 e 2.008.

    Vale ressaltar que, estas empresas estão denunciadas pela Justiça paulista e, como eram detentoras de contratos  milionários na prefeitura de Curitiba,  PEDIMOS publicamente para o Ministério Público do Estado do Paraná que investigue os contratos que essas empresas firmaram com a  prefeitura de Curitiba, por acharmos ser de

    Direito e Justiça.

    Curitiba, 19 de março de 2.012

    Edson Feltrin, presidente Femotiba- Federação das Associações de Moradores de Curitiba



    Publicado por jagostinho @ 14:16



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2 Respostas

WP_Cloudy
  • Paulo Costa Disse:

    Parabéns Edson Feltrin pela presente denúncia.

    Sim queremos ação imediata do MP do Paraná e uma manifestação do Tribunal de Contas do Estado.

    Lesar as NOSSAS CRIANÇAS, sim é um CRIME DE LESA HUMANIDADE.

    A LEI DE AGIR DE FORMA RIGOROSA COM ESSES MALDITOS.

    Abraço Fraternal.
    @paulocosta11

  • Paulo Costa Disse:

    A LEI DEVE AGIR DE FORMA RIGOROSA COM ESSES MALDITOS…

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