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  • 25mar

    RADAR ON-LINE/LAURO JARDIM/VEJA.COM

     

    Encontraram o Collor

    Collor: finalmente citado em processo

     

    Na quinta-feira passada, depois de quase quatro anos, finalmente Fernando Collor se deixou encontrar no Senado para ser citado judicialmente no processo de pensão alimentícia movido por Rosane Collor.

    Bem ao seu estilo, não moveu um músculo ao receber a citação. Collor terá quinze dias para pagar os atrasados — uma bolada de 270 000 reais.

    Collor, claro, ainda pode usar os advogados para protelar a decisão.

     

    Explica esta, Agnelo

    Agnelo: proximidade com o dono da empresa que venceu a licitação suspeita

     

    Sempre encrencado, o governador Agnelo Queiroz está no centro de mais um rolo surgido nos tempos em que comandou a Anvisa.

    Em dezembro de 2008, com o conhecimento de Agnelo, a Anvisa fez uma licitação para contratar a FJ Produções para dar suporte a 260 eventos no órgão. Falhas grosseiras no pregão eletrônico desclassificaram as concorrentes e favoreceram a FJ.

    O dono da FJ, Jamil Elias Suaiden, já conhecia Agnelo de outros carnavais: no ano anterior, Agnelo comprou uma casa da irmã de Jamil em condições para lá de camaradas.

    Numa área de Brasília em que as construções passam dos 5 milhões de reais, pagou 400 000 reais na propriedade de 2 920 metros quadrados.

    Curiosamente, o mesmo modelo de licitação ter sido utilizado por outros órgãos públicos para contratar a empresa de Jamil, que viu o seu faturamento passar de 60 000 reais por ano para 130 milhões de reais.

     

    O recado de Dilma

    Maia: ligação direto da presidência

     

    Nesse entrevero do Código Florestal e da Lei Geral da Copa na Câmara, Dilma Rousseff resolveu atropelar Ideli Salvatti e assumir ela mesma a negociação com os deputados.

    Na terça-feira à noite, Dilma telefonou a Marco Maia para dar-lhe um recado curto: ninguém na base está autorizado a marcar a data de votação do código.

    Depois de se entender com Maia, ela fez o mesmo com Arlindo Chinaglia. A ordem de Dilma obrigou Maia a uma verdadeira ginástica verbal ontem.

    Enquanto a imprensa reproduzia declaração suas desafiando o Planalto e anunciado que marcaria a data da votação do código, na reunião de líderes, o próprio Maia avisava que só Dilma marcaria a data.

     

    Sem desoneração

    Mané Garrincha: até agora, a desoneração do Leão ficou no papel

     

    O governo de Brasília é mais um que, até agora, está gastando dinheiro com a construção de estádio sem os incentivos fiscais prometidos pela União no programa Recopa.

    Até agora, os 300 milhões empenhados na obra do Mané Garrincha não tiveram desconto na cobrança de IPI, PIS/PASEP e Cofins.

    O Maracanã sofre do mesmo problema. Gastou 150 milhões sem a desoneração.

     

    A cruz de Rondônia

    Tal pai, tal filho

     

    Na terça-feira, Ivo Cassol provocou constrangimento em alguns senadores ao defender o pagamento de 14º e 15º salários das excelências dizendo que “político no Brasil é muito mal remunerado”.

    Não foi a primeira vez que um Cassol proferiu besteiras no Senado. Em outubro do ano passado, Reditário Cassol, pai e suplente do senador, defendeu na tribuna da Casa o uso do chicote em presidiários que se recusarem a trabalhar na cadeia

    . Rondônia deve se encher de orgulho.



    Publicado por jagostinho @ 13:07



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Uma resposta

WP_Cloudy
  • adriana lima Disse:

    Aplauso Eventos e a A3 Brasil contornam a Justiça e faturam até hoje no mercado de Brasília

    30/03/2012

    A empresa Aplauso Eventos, com sede em Brasília, reinou durante anos no mercado de eventos corporativos sem dar qualquer chance aos concorrentes. Contratos assinados com vários ministérios e outros órgãos públicos entre 2003 e 2008 representaram um faturamento nada desprezível: R$ 110 milhões.

    Envolvida em processos na Justiça e várias vezes condenada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), conforme divulgado em matéria publicada em 2011 no jornal O Globo pela jornalista Regina Alvarez, a Aplauso Eventos não consegue mais vencer licitações, mas as suas proprietárias, Andréa Corbucci e Márcia Faúla parecem não se importar muito com isso, e continuam agindo livremente por meio de outras empresas registradas em nome de laranjas.

    A empresa A3 Brasil Promoções e Organização de Eventos, a mais conhecida entre as descendentes da Aplauso Eventos, faturou R$ 22 milhões entre 2010 e 2011, valendo-se da adesão à ata de registro de preços de um pregão realizado em 2010 pelo Ministério da Reforma Agrária.

    Embora com nome, sócios e registros diferentes, a A3 Brasil não é mais do que um “clone” da Aplauso Eventos, conforme denunciou a jornalista Regina Alvarez no O Globo, mas mesmo assim conseguiu vencer importantes licitações, entre as quais o Ministério da Previdência, o Ministério das Cidades, a Subsecretaria de Assuntos Federativos e a Agencia Espacial Brasileira, entre outras..

    Várias das contas assumidas pela A3 Eventos voltaram a ser questionadas pelo TCU, que chegou a determinar ao MDA que se abstivesse de autorizar novas adesões, mas mesmo assim a A3 conseguiu fechar outros 14 contratos com órgãos públicos. Pouco tempo depois a Controladoria Geral da União (CGU) suspendeu o contrato de quase R$ 7 milhões que a A3 Brasil assinara com o Ministério das Cidades.

    E assim, entre velhas e novas acusações e inúmeros processos na Justiça, mas sem qualquer punição que as impeça de agir, seja por intermédio da A3 Brasil ou de outras empresas laranjas, as proprietárias da antiga Aplauso continuam até hoje faturando no mercado de eventos.

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