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  • 29mar

    COLUNA DE CELSO NASCIMENTO/GAZETA DO POVO

    A coluna pede licença para transcrever um texto de autoria alheia, enviado pelo leitor A.P.

    Vale a pena reproduzir o desabafo do indignado A.P. por se tratar de situação vivida por milhares de pessoas que recorrem à linha 190 da Polícia Militar e por retratar com precisão e graça o que acontece com quem – no desespero muitas vezes – busca socorro policial:

    “Muita, muita calma se você precisar chamar a polícia. Experimente, mas nunca, jamais se tiver pressa. O número de ‘emergência’ 190 é ‘atendido’ por uma gravação que manda você ficar calmo, e toca uma musiquinha calma.

    Depois de muitos minutos de espera, a ligação cai. Caaalma, ligue de novo, e outra vez, e outra… No meu caso, 9 horas da noite, após o disparo de um tiro em tentativa de assalto próximo à minha casa, foram cinco ligações para o número de ‘emergência’, mais de 20 minutos de espera até ser atendido.

    Reclamei da absurda demora, mas a atendente disse que não tinha nada com isso, passou a ligação para um sargento.

    Reclamei outra vez, falei que estava indignado e envergonhado da Polícia Militar do Paraná, ao que o policial respondeu que a culpa de tudo era minha, afinal, fora eu quem votara e elegera o deputado, o governador…

    A essa altura, já condenado, procurei me acalmar antes de ser preso. Desconfio que o bandido havia conseguido falar com a PM antes e denunciado minhas péssimas escolhas eleitorais. Aprendi que gravações dão sábios conselhos: calma, muita calma nessa hora!”

    Calma: o secretário da Segurança, Reinaldo de Almeida César, prometeu há um ano que daria um jeito nessa situação.

    Máquinas unidas jamais…

    A cada ato que, nas últimas semanas, comparece para prestigiar o prefeito Luciano Ducci, o governador Beto Richa tem lembrado sua condição histórica de vítima das máquinas dos governos estadual e federal.

    Quando prefeito de Curitiba (2005-2010), teria sofrido “pessoal e administrativamente” nas mãos de Requião e do governo petista no plano federal.

    “Derrotei as duas máquinas”, diz Richa, em alusão às vitórias que obteve reelegendo-se prefeito em 2008 e governador em 2010, na primeira derrotando a adversária Gleisi Hoffmann; na segunda, o pedetista Osmar Dias apoiado por Lula e Dilma.

    Ontem, porém, ele recorreu à máquina federal em busca de ajuda. Primeiro, pediu ao ministro Paulo Bernardo que lhe arranjasse uma audiência com Gleisi, chefe da Casa Civil.

    Conseguiu a audiência e a promessa da ministra de que se empenhará para ampliar os limites de endividamento de 180 municípios do Paraná que se encontram impedidos pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) de contrair novos empréstimos.

    Ouviu também que o governo federal pretende ampliar as parcerias que já mantém com o estadual e que recursos das ordem de R$ 3,5 bilhões serão investidos em rodovias no Paraná até 2014.

    Em compensação, Richa recebeu apelo de Dilma Roussef transmitido por Gleisi: a presidente quer que o governo do Paraná siga o exemplo do Rio de Janeiro e de São Paulo e complemente o valor dos benefícios que o programa Bolsa Família paga aos seus inscritos.

    Lembrando: na campanha de 2010, Beto havia prometido dar R$ 50 a cada família do Bolsa Família.

    Moral da história: máquinas unidas jamais serão vencidas.



    Publicado por jagostinho @ 10:46



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