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  • 21jul

    FOLHA DE SÃO PAULO

    “QUEDA NÃO É SINÔNIMO DE FALTA!”
    É dessa forma, assim mesmo em letras maiúsculas e com exclamação, que a Comissão de Arbitragem da CBF encerra a sua mais recente circular aos profissionais da área que trabalham no Campeonato Brasileiro-2012.

    O ofício “005-B” foi enviado aos árbitros, aos assistentes e aos chamados adicionais (aqueles que ficam atrás do gol) na noite de terça-feira, dois dias após a rodada mais criticada do torneio, com pênaltis e expulsões considerados exagerados pela entidade.

      Danilo Verpa – 4.dez.11/Folhapress  
    Árbitro mostra o cartão vermelho para palmeirense após disputa de bola com corintiano em jogo do Paulista-2012
    Árbitro mostra cartão vermelho para palmeirense após disputa de bola com corintiano

     

    “Essa comunicação é algo padrão, para corrigir algumas coisas, porque infelizmente não tem como falar com todos aos mesmo tempo”, diz o ex-árbitro baiano Manoel Serapião Filho, vice-presidente da comissão da CBF. “Mas é lógico que as ocorrências [da rodada] às vezes precipitam isso”, admite.

    Deixando clara a sua preocupação com os cartões distribuídos nas partidas, o texto diz que a “falta tática”, no meio de campo, geralmente em um contra-ataque, não é passível de amarelo. Que os juízes precisam adotar o “sistema diagonal”, correndo lateralmente para facilitar a sua visão nas jogadas. Que “conhecer a essência do futebol é indispensável a um bom árbitro”. E conclui:

    “Reiteramos que NEM TODO CONTATO FÍSICO É FALTOSO, POIS A CARGA PELA BUSCA DE ESPAÇO É VÁLIDA. QUEDA NÃO É SINÔNIMO DE FALTA”.

      Reprodução  
    Circular da Comissão de Arbitragem da CBF
    Circular da Comissão de Arbitragem da CBF

     

    No último domingo, por exemplo, o alagoano Francisco Carlos Nascimento, apelidado de “Chicão”, um dos 10 pertencentes ao quadro da Fifa no país, marcou uma penalidade máxima para o Flamengo, contra o Bahia, em Salvador, que decretou o triunfo carioca e foi visto como um “equívoco” até pela direção do Fla e pela cúpula da arbitragem nacional.

    “Arbitragem é como carro: você precisa ir apertando os parafusos. Pode acontecer de o árbitro estar mal colocado, ter ilusão de ótica, sofrer pressão”, afirma Serapião Filho.

    Em seguida, porém, faz questão de defender os donos do apito: “Quantos jogos já tivemos até agora e em quantos deles tivemos problemas? Arbitragem tem problema no mundo todo… enquanto não vier a tecnologia, será complicado. Infelizmente, uma decisão negativa ganha mais peso do que dez positivas”.

    Ele não falou sobre se quem errou será afastado temporariamente e ficará na “geladeira” como acontecia nas edições anteriores do torneio.

    A atual temporada começou com denúncias do árbitro carioca Gutemberg de Paula nas quais acusava o chefe da comissão, Sérgio Corrêa, de manipular escalas e de sugerir que os juízes ajudassem o Corinthians.

    O assunto terminou arquivado pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva), no final de março, por “falta de provas”.

    Publicado por jagostinho @ 15:01



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