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  • 05ago

    RADAR ON-LINE/LAURO JARDIM/VEJA.COM

     

    Nas alturas: o preço da bilionária reforma do Maracanã sobe novamente

    Maracanã: subindo

     

    Lá atrás, o governo do Rio de Janeiro imaginava reformar o Maracanã por 600 milhões de reais.

    Depois, o valor subiu para 800 milhões de reais. Chegou a 1 bilhão de freais.

    Agora, a previsão do consórcio que faz a obra é de 1,15 bilhão de reais.

     


    Agora, sim

    O mensalão na manchete

     

    Depois do barulho causado pela censura do mensalão (leia mais em Mundo da Lua e em Trapalhada no jornal), a edição de hoje do Jornal da Câmara veio com a manchete caprichada:

    – Julgamento no Supremo domina debates da semana no Plenário.

    Segundo informa o jornal agora, “o início do julgamento no STF do suposto esquema do mensalão – Ação Penal 470 – dominou os debates no plenário da Câmara desde a última terça-feira”. E o texto segue:

    – Deputados da oposição definiram o fato como um dos mais importantes da história brasileira. Parlamentares do PT responderam dizendo que pode haver, por parte da oposição, interesses políticos, já que o julgamento está sendo realizado em período próximo às eleições municipais.

     

    Na fazenda

    Duda: longe de Brasília

     

    Um dos réus protagonistas do mensalão, Duda Mendonça está em Salvador. Mas viajou no fim de semana para sua fazenda no Pará.

    De lá só sairá depois que for julgado.

     


    Lewandowski & Lewandowski

    Mudou de ideia

     

    Relatando o recebimento de uma denúncia contra Paulo Maluf, filho e mulher, Ricardo Lewandowski, primeiro, mandou desmembrar o caso, pois somente Maluf possui o foro privilegiado.

    Depois, ao analisar melhor os 130 volumes, disse que os fatos, como estavam “intimamente imbricados”, não poderiam ser analisados separadamente. Por isso, filho e esposa deveriam responder à ação também no STF. Nas palavras de Lewandowski , era hora de “remembrar” o processo.

    Por isso, ministros que conheciam a posição de Lewandowski se espantaram quando ele disse que era inconstitucional julgar no STF os réus do mensalão do PT que não possuem foro privilegiado.

     

    Medo da dupla

    Não foi dessa vez

     

    Advogados estavam preocupados pouco antes do inicio do segundo dia de julgamento do mensalão.

    O motivo era o seguinte: Roberto Gurgel traria ou não sua número dois, Deborah Duprat, para lhe ajudar na sustentação oral da acusação.

    Com dois oradores, o ritmo de leitura seria mantido e a troca ainda daria novo animo para os ministros, acreditavam os advogados.

    O receio, contudo, durou pouco. Gurgel cuidou sozinho de sua maratona de cinco horas de sustentação.

    Publicado por jagostinho @ 15:02



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