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  • 01mar

    FOLHA.COM

    Sem mencionar diretamente o julgamento do mensalão, mas falando a uma plateia formada, em sua maioria, por petistas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quinta-feira que “erros devem ser punidos”.

    Em evento do PT em Fortaleza, no Ceará, o ex-presidente voltou a afirmar que no seu governo o Ministério Público e a Polícia Federal foram mais atuantes do que nas gestões anteriores e conclamou os petistas a não permitirem que adversários coloquem no partido “a pecha que eles carregaram a vida inteira sobre o jeito de fazer política”.

    Jorge Araújo – 27.fev.2013/Folhapress
    O ex-presidente Lula discursa em evento com sindicalistas em São Paulo na quarta
    O ex-presidente Lula em evento com sindicalistas em SP

     

    “Nós somos seres humanos, alguns de nós podem cometer irregularidades, e quando cometer tem que ser julgado, como todos têm que ser julgados”, disse Lula. “Errou tem que ser punido”, completou.

    O mensalão, caso considerado o maior escândalo de corrupção da gestão de Lula no governo federal (2003-2010), foi julgado pelo Supremo no ano passado.

    Em quase cinco meses de julgamento, o STF concluiu que houve desvio de recursos públicos para abastecer um esquema de compra de apoio político no Congresso nos primeiros anos do governo Lula.

    Entre os 25 condenados figuram nomes como o de José Dirceu, ex-ministro-chefe da Casa Civil de Lula, o ex-presidente do PT José Genoino, seu ex-tesoureiro Delúbio Soares e o atual deputado João Paulo Cunha (PT-SP).

    Lula sempre disse desconhecer a existência do esquema antes de ele vir à tona, em 2005.

    Um depoimento no ano passado do empresário Marcos Valério, considerado o operador do mensalão, ao Ministério Público, porém, vincula o ex-presidente ao caso.

    Segundo Valério disse a procuradores, Lula não só tinha conhecimento como recebeu recursos do esquema para pagar despesas pessoais.

    Na única vez que se manifestou sobre o assunto, o ex-presidente afirmou que as declarações do empresário são “mentiras”.

    O depoimento de Valério está sob análise do Ministério Público Federal em Minas, que ainda não decidiu se vai investigar as suspeitas.

    Publicado por jagostinho @ 10:48



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