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  • 17mar

    RADAR ON-LINE/LAURO JARDIM/VEJA.COM

    Bolsonaro solidário

    Daqui eu não saio

    Quem ainda tem esperança de ver o deputado pastor Marco Feliciano longe do comissão de Direitos Humanos deve acostumar-se com o, digamos, novo perfil do colegiado.

    Aos mais próximos, Feliciano garante que não largará o osso em hipóteses alguma, independentemente do barulho feito nas últimas sessões.

    E para os seus inimigos, a permanência do deputado pastor talvez nem seja o pior dos mundos. Caso Feliciano não aguente o rojão e peça para sair, Jair Bolsonaro se candidata ao cargo na hora.

    Justifica Bolsonaro:

    – Digo para Feliciano que ele não pode amarelar de jeito nenhum, e ele diz que não vai. Agora, se por acaso, ele sair, lanço minha candidatura avulsa. Aí esse pessoal (militantes da causa gay) vai ver o que é bom.

     

    A Embrapa e o Papa

    O papa é argentino, mas o café é brasileiro

    Aproveitando a eleição do papa Francisco, a Embrapa resolveu fazer uma propaganda do café brasileiro e postou, em seu site, um artigo lembrando que desde 2010 o café servido no Vaticano é brasileiro.

    Ele é produzido numa fazenda da Chapada Diamantina (BA) e é do tipo 100% arábica, cereja descascado, orgânico e com pelo menos 85 pontos na escala da Sociedade Americana de Cafés Especiais.

    No artigo, a Embrapa ainda faz graça dizendo que “cada cardeal, apreciador do excelente café brasileiro a eles oferecido, poderá reunir seu máximo discernimento, concentração e ótimo estado de vigília trazido pela benéfica interação entre toda a gama de elementos bioquímicos do café e o encéfalo humano para cumprir com a aguardadíssima nomeação”.

     

    Na Antártida

    Globo: transmissão pelo mundo

    Os trabalhadores que estão reconstruindo a base da Marinha brasileira na Antártida, destruída por um incêndio no ano passado, poderão assistir a Globo.

    A emissora liberou o sinal para a região e os operários poderão acompanhar a programação.

     

    O risco do Itaquerão

    Itaquerão: 66% das obras estão concluídas, mas o impasse permanece

    O Corinthians e a Odebrecht já ameaçaram outras vezes parar as obras do Itaquerão.

    Mas agora o buraco é mais embaixo — ou mais fundo.

    A Odebrecht acertou na semana passada com o Corinthians que, enquanto não resolver a questão do financiamento do estádio, nenhum operário levantará uma viga a partir do dia 30 deste mês.

    A empreiteira e o clube darão um prazo para o problema ser resolvido.

    Se não for, ambos dirão oficialmente que readequarão o projeto ao seu formato original — ou seja, um estádio mais modesto, apenas para o clube jogar e não para receber partidas da Copa do Mundo, com tudo o que a Fifa exige.

    A Odebrecht já botou 500 milhões dos seus cofres na obra, mas não conseguiu viabilizar o prometido financiamento do BNDES.

    Publicado por jagostinho @ 11:46



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