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  • 26mar

    FOLHA.COM

    A presidente Dilma Rousseff usou nesta segunda-feira (25) seus quase 50 minutos de discurso em Serra Talhada, no sertão de Pernambuco, para enviar recados a seu provável adversário nas próximas eleições presidenciais, o governador Eduardo Campos (PSB-PE).

    “Nenhuma força política sozinha é capaz de dirigir esse país com essa complexidade. Precisamos de parceiros. Precisamos que esses parceiros sejam comprometidos com esse caminho”, disse a presidente.

    A presidente também anunciou, de uma só vez, R$ 2,5 bilhões em investimentos no Estado.

    Dilma referiu-se ao governador de Pernambuco como “grande parceiro, extremamente respeitado pelo meu governo”, mas não o poupou de indiretas.

    Sem citar nomes, Dilma cobrou “compromissos políticos”. “Não podemos esquecer dos compromissos políticos que, ao longo da nossa vida, nós lutamos por eles”.

    A presidente e seus ministros procuraram destacar investimentos federais em Pernambuco, como as obras da refinaria Abreu e Lima e a petroquímica Suape, ambas em construção.

    “Todos esses investimentos que nós fizemos aqui em Pernambuco, se você juntar os investimentos federais e aqueles feitos pelas nossas estatais, chegamos num volume extraordinário de R$ 60 bilhões”, afirmou a presidente.

    Além de dar publicidade a investimentos anteriores, a presidente anunciou mais R$ 2,341 bilhões para obras hídricas, rodoviárias e no porto de Suape.

    O governo federal distribuiu aos jornalistas um relatório sobre investimentos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no Estado, totalizando R$ 3,1 bilhões.

    Desse total, R$ 2,8 bilhões são federais, frente a R$ 330 milhões do Estado.

    Roberto Stuckert Filho/Divulgação/PR
    Dilma Rousseff acena ao lado do governador Eduardo Campos (de branco) durante cerimônia de entrega do trecho Floresta-Serra Talhada do Sistema Adutor Pajeú
    Dilma Rousseff acena ao lado do governador Eduardo Campos (de branco) durante cerimônia em Serra Talhada, Pernambuco

     

    EDUARDO

    O governador Eduardo Campos amenizou o tom das críticas que vem fazendo ao governo federal.

    Disse que, no Estado, ela tem um “governador, mas também um companheiro, um amigo”.

    Campos também afirmou que estava recebendo a presidente “com a mesma atenção de sempre”, mas salientou que o Estado “ajudou [Dilma] a ser presidente da República”.

    Ele citou seu avô, o ex-governador Miguel Arraes (1916-2005), como uma espécie de conselheiro do ex-presidente Lula.

    Sem especificar nomes, o governador destacou a importância de diálogo com todos ao falar sobre a seca.

    “A luta do povo exige a capacidade de dialogar, de respeitar as diferenças, de muitas vezes somar os contrários quando está em jogo a vida de pessoas”, afirmou.

    O pernambucano, que tem se aproximado de lideranças do PSDB, citou indiretamente o governo de Fernando Henrique Cardoso e sua contribuição para a estabilidade econômica do país.

    “Construímos fundamentos macroeconômicos importantes e depois, com Lula, vimos essas condições fazer o governo chegar aonde não chegava antes”, disse o socialista.

     

     

    Publicado por jagostinho @ 15:33



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