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  • 08abr

    Veja.com/Rodrigo Rangel e Adriano Ceolin

    EM AÇÃO - A ex-ministra Erenice Guerra montou um escritório no Lago Sul, área nobre de Brasília, onde recebe autoridades federais, lobistas, empresários e representantes de órgãos públicos: "Infelizmente ou felizmente, fiz relações de amizade com pessoas que trabalham no governo"
    EM AÇÃO – A ex-ministra Erenice Guerra montou um escritório no Lago Sul, área nobre de Brasília, onde recebe autoridades federais, lobistas, empresários e representantes de órgãos públicos: “Infelizmente ou felizmente, fiz relações de amizade com pessoas que trabalham no governo”  (Fábio Rodrigues Pozzebom/ABR)

     

    De olho na reeleição, em 2014, a presidente Dilma Rousseff já começou a reabilitar ministros demitidos por ela em 2011 na chamada ‘faxina ética’.

    A reabilitação de aliados pilhados em malfeitorias, porém, não se limita aos afagos em políticos como Carlos Lupi, presidente do PDT, e Alfredo Nascimento, presidente do PR. Tem também uma faceta obscura, restrita aos bastidores. Entre os beneficiários desse processo, destaca-se a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra.

    Braço-direito de Dilma no governo passado, Erenice foi demitida em setembro de 2010, duas semanas antes da eleição, depois de VEJA revelar que ela integrava um bem articulado esquema de corrupção montado no Palácio do Planalto.

    Com a vitória de Dilma, reconstruiu a carreira longe dos holofotes. Hoje, ela atua como lobista de sucesso – que recebe em seu escritório autoridades de primeiro escalão para negociar projetos bilionários – e participa até mesmo das articulações eleitorais em curso.

    Na semana passada, Erenice esteve em Fortaleza com Dilma e a comitiva da presidente, que cumpriu agenda oficial na cidade.

    Erenice se hospedou no mesmo hotel reservado para a equipe presidencial e agiu como se ainda fosse, formalmente, uma das estrelas do time. Ela conversou com políticos e cobrou deles empenho na campanha pela reeleição da petista.

    Apresentou-se sempre como uma interlocutora do Planalto e quis saber quem simpatizava com Eduardo Campos, do PSB, o aliado que pode virar adversário na corrida presidencial.

    Há mais do que mera lealdade à amiga Dilma nesse tipo de trabalho. Há, isso sim, uma boa dose de estratégia comercial.

    Erenice ganha para fazer lobby de interesses privados junto ao governo do PT, no qual tem uma extensa rede de contatos.

     

    Publicado por jagostinho @ 09:13



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Uma resposta

WP_Cloudy
  • Gilmar Disse:

    Só faltou dizer que foi inocentada de tudo que a Veja a acusou!!!

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