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  • 16abr

    REUTERS
    Nicolás Maduro durante campanha eleitoral em San Carlos, estado de Cojedes

    Nicolás Maduro venceu a eleição por apenas 1,6 ponto percentual (Juan Barreto/AFP)

    O presidente eleito da Venezuela, Nicolás Maduro, enfrenta um difícil panorama econômico de inflação em alta e crescimento em baixa, o que fica ainda mais complicado diante da sua apertada vitória eleitoral de domingo, que está sendo contestada pela oposição.

    Maduro, herdeiro político do falecido líder socialista Hugo Chávez, venceu a eleição por apenas 1,6 ponto percentual, na mais acirrada disputa presidencial em quase meio século na Venezuela.

    Por causa dos amplos programas sociais financiados pelo petróleo e pela comoção provocada pela morte de Chávez, que morreu de câncer em 5 de março, existia a expectativa de que Maduro tivesse uma vitória fácil contra o oposicionista Henrique Capriles.

    Mas, diante da diferença apertada, Capriles não reconheceu o resultado oficial e exigiu uma recontagem.

    A percepção de que Maduro tem um mandato fraco pode motivar contestações de dentro da heterogênea coalizão formada em torno de Chávez, e a sobrecarga sobre as finanças públicas pode obrigá-lo a reduzir a generosidade dos programas sociais do país.

    A maioria dos economistas prevê que a economia da Venezuela irá desacelerar neste ano, com a redução dos gastos públicos, depois dos fortes dispêndios de 2012, que ajudaram Chávez a conquistar, em outubro, o seu quarto mandato.

    “Veremos uma redução nos gastos do governo, principalmente no programa de construção de moradias, e a desvalorização também vai limitar o crescimento”, disse Angel Garcia, da consultoria Econometrica, que faz críticas ao governo.

    “Será um ano de inflação com crescimento estagnado.”

    Ao mesmo tempo, a inflação anual pode chegar a 30% graças a uma desvalorização cambial e a uma maior oferta de dinheiro. Desabastecimentos periódicos de produtos como remédios e farinha de milho devem continuar sendo um transtorno.

    O governo, no entanto, mantém suas projeções de que o crescimento neste ano será de 6% e aliados de Maduro dizem que as especulações sobre uma desaceleração são parte de uma campanha difamatória.

    “Não deve haver desaceleração, o crescimento deve ser similar ao de 2012”, disse o economista José Pina, cujas análises tendem a ser alinhadas com as do governo.

    Publicado por jagostinho @ 14:52



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Uma resposta

WP_Cloudy
  • Saco Cheio Disse:

    Nem as eleições europeias geraram tanta notícia sobre dificuldades econômicas. Sendo que esse não é o caso da América do Sul.

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