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  • 19abr

    REUTERS

    Opositores do governo de Cristina Kirchner se reúnem nesta quinta-feira (18) no bairro de Recoleta, em Buenos Aires para participar de um protesto apelidado de "18ª" expresión organizado por meio de redes sociais

    Protesto organizado pelas redes sociais reúne multidão nas ruas de Buenos Aires contra o governo de Cristina Kirchner – Silvina Frydlewsky/EFE

    Milhares de manifestantes saíram às ruas de Buenos Aires nesta quinta-feira para protestar, mais uma vez, contra o governo de Cristina Kirchner.

    Um dos principais alvos das reclamações é a reforma judicial enviada ao Congresso na semana passada, que é vista pela oposição como uma tentativa do governo de controlar o Poder Judiciário.

    Os manifestantes de diferentes setores de oposição seguiram até a Praça de Maio, em frente à Casa Rosada, sede do Poder Executivo.

    Muitos cartazes com mensagens como “2015 sem Cristina”, “Não ao autoritarismo” e “DiKtadura”, podiam ser vistas no meio da multidão, que também realizou o tradicional panelaço.

    Nas imediações do Obelisco, que fica na principal avenda da capital, também havia cartazes com as frases: “Corruptos fora”, “O povo está vivo, o modelo está morto” e “Não domestiKar a Justiça”, informou o jornal La Nación.

    Outros pontos de reclamação dos manifestantes são a insegurança, a inflação, as dificuldades para a compra de dólares e o uso abusivo da rede nacional para pronunciamentos oficiais. 

    Esta é a terceira mobilização popular em menos de um ano contra o governo Kirchner – as outras foram realizadas em 13 de setembro e 8 de novembro.

    Nesta, ao contrário das anteriores, partidos de oposição participam de forma ativa. “Agradeço a Deus por este povo ter saído a defender a liberdade. Precisamos não ter medo”, disse a deputada Elisa Carrió, da Coalizão Cívica.

    A ideia da passeata havia nascido há mais de um mês, mas só foi difundida nas redes sociais depois das mortes em razão das inundações em La Plata, informou o jornal Clarín.

    Os manifestantes reclamam da falta de investimento do governo em infraestrutura. Ao longo da marcha, ouviu-se o hino nacional e foi aberta uma enorme bandeira da Argentina, com uma faixa negra em sinal de luto.

    Além de Buenos Aires, o protesto também ocorre em outras localidades do país, como La Plata, Cordoba, Mendonza, Santa Fe, Rosario e Salta. 

    Também houve protestos fora do país. Em frente à embaixada argentina em Londres, uma centena de argentinos levaram cartazes com os dizeres: “Argentina sem Cristina”, “Basta de corrupção”, “Honestidade”, “Respeito à Constituição”.

    Entre os manifestantes, ex-exilados políticos, advogados, aposentados, estudantes, turistas.

    Uma das participantes, a deputada Patricia Bullrich, da União por Todos, disse que a oposição argentina deveria tentar se unir, usando como exemplo o setor anti-governista da Venezuela, liderado por Henrique Capriles.

    “Temos que fazer como na Venezuela, nos unir o máximo para frear o governo”.

    Cristina Kirchner, aliás, não está no país. Ela viajou a Lima, para participar da reunião extraordinária convocada pela Unasul exatamente para discutir a delicada situação política na Venezuela.

    E nesta sexta, acompanhará em Caracas o juramento de Nicolás Maduro como presidente venezuelano. 

    Publicado por jagostinho @ 12:01



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