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  • 24abr

    fiação

    CÂMARA MUNICIPAL DE CURITIBA

    Para elaborar um projeto de aterramento da fiação elétrica em Curitiba, o líder do prefeito na Câmara Municipal, Pedro Paulo (PT), encaminhou nesta semana quatro requerimentos de informação ao poder público, Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel), companhias telefônicas e demais empresas que façam uso de rede de fiação elétrica. As proposições foram acatadas em plenário. 

    O vereador explica que a ideia inicial é avaliar, por meio de informações e debates, a viabilidade para que, uma possível parceria essas instituições passem a utilizar galerias subterrâneas, além de estabelecer metas para que o emaranhado de fios expostos pela cidade vá sendo aterrado.

    “Além de deixar a cidade esteticamente mais bonita, o aterramento dá mais proteção à fiação de todas as operadoras que hoje utilizam de cabeamentos aéreos, evitando os frequentes acidentes que ocorrem nos fios das redes. A diminuição dos custos com manutenção pode impactar até mesmo no valor da tarifa de energia elétrica ao consumidor final”, calcula Pedro Paulo. 

    No Rio de Janeiro, exemplifica Pedro Paulo, o aterramento da fiação vem sendo feito de maneira gradativa. São Paulo tem como meta o aterramento total da fiação, na gestão do prefeito Fernando Haddad.

    A mesma meta está posta em outras cidades brasileiras, como Olinda (PE), Blumenau (SC) e Ribeirão Preto (SP), diz o vereador. 

    “Existem ainda cidades como Goiânia e outras cidades históricas de Goiás, assim como Antonina e Morretes, no Paraná, que foram beneficiadas com o Programa Monumenta, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), vinculado ao Ministério da Cultura, que destina desde 2010, mais de R$ 205 milhões para revitalizar centros históricos Brasil, incluindo o aterramento de cabos elétricos”, coloca o parlamentar. 

    Pedro Paulo planeja realizar um debate público entre especialistas e os setores envolvidos, “ainda no primeiro semestre, para que seja feito um esclarecimento prévio, à sociedade, sobre o tema”.

    Publicado por jagostinho @ 16:11



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