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  • 23jul

    FOLHA.COM

    O papa Francisco havia desembarcado há pouco mais de meia hora no Rio quando uma falha em seu esquema de segurança permitiu que fiéis se aproximassem do carro que o levava e conseguissem tocar o pontífice, para desespero dos seguranças que cercavam o veículo.

    Em vez de seguir pela pista do meio da avenida Presidente Vargas, o comboio papal pegou a pista do canto, onde centenas de ônibus que tinham sido desviados da outra pista estavam parados.

    O automóvel onde o papa seguia, de vidros abertos, ficou preso entre os ônibus e centenas de fiéis. Foram 12 minutos para percorrer um trecho de 500 metros.

    “Foi um erro de pista”, disse o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência.

    Carvalho disse que ainda não se sabe quem foi o responsável pelo erro, mas disse ter sido um “alívio” não ter ocorrido nada com o papa.

    Responsáveis pela segurança por parte da Polícia Federal afirmavam que o erro teria sido de batedores da Polícia Rodoviária Federal.

    A PRF afirmou que seus batedores cumpriram o que foi determinado pela organização geral do evento.

      Júlio César Guimarães/UOL  

    Papa Francisco beija bebê durante trajeto de papamóvel no centro do Rio, no primeiro dia da visita ao Brasil

    Papa Francisco beija bebê durante trajeto de papamóvel no centro do Rio, no primeiro dia da visita ao Brasil

    A prefeitura informou que não tinha sido informada pela Polícia Federal sobre o trajeto.

    “Não acredito que tenha havido erro, mas foi decisão da PF fazer aquele trajeto e ela é quem é responsável pela segurança do papa”, afirmou o secretário de Transportes do Rio, Carlos Roberto Osório.

    A PF afirmou que a prefeitura conhecia o trajeto a ser feito pelo papa.

    “Houve um erro, não se sabe se do batedor ou da prefeitura ou da PRF. Houve de fato, na pista da Presidente Vargas, era para pegar a outra pista. Por outro lado permitiu a aproximação do papa com as pessoas. E a tese de que de fato as pessoas têm muito carinho”, disse o ministro Carvalho.

    Quando a comitiva do papa caiu no engarrafamento na Presidente Vargas, a reação dos agentes envolvidos na área de inteligência foi de surpresa e aflição.

    Muitos deles acompanhavam o percursos do Centro de Comando e Controle do Exército.

    Em outro ponto do trajeto os fiéis se aproximaram de Francisco sem que houvesse intervenção da segurança.

    Ao chegar na catedral, onde Francisco trocaria o carro pelo papamóvel, o comboio entrou por uma rua paralela, que estava sem policiamento.

     

    Publicado por jagostinho @ 13:33



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