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  • 24jul

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    O papa Francisco beija um bebê ao passar de papa-móvel pelas ruas do centro da cidade do Rio, nesta segunda-feira (22) - Felipe Dana/AP

    O papa Francisco beija um bebê ao passar de papa-móvel pelas ruas do centro da cidade do Rio, nesta segunda-feira (22) – Felipe Dana/AP

    A Igreja do Rio, que defende o uso do Papamóvel em todos os deslocamentos de Francisco pela cidade, perdeu a queda de braço com as autoridades de segurança para o evento desta quarta-feira, quando o pontífice visitará o Hospital São Francisco de Assis na Providência de Deus.

    O esquema montado para a passagem do papa inclui interdições de mais de 40 pontos do bairro e a participação de 450 guardas municipais e agentes da CET-Rio para cuidar dos bloqueios e da passagem da comitiva.

    O pontífice conhecerá as ruas do bairro de dentro de um carro fechado e longe do povo – mas, certamente, de janelas abertas.

    A programação do dia começa com a viagem do papa a Aparecida, em São Paulo, para a visita ao Santuário de Nossa Senhora.

    Francisco viajará em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB). O retorno ao Rio está previsto para as 18h. 

    Francisco irá da igreja São Francisco Xavier até o hospital, um trecho de pouco mais de três quilômetros.

    A partir das 16h, as vias serão fechadas no bairro para a passagem do papa e todo o circuito de Francisco será gradeado. A prefeitura ainda não sabe se o passeio inclui a entrada do papa na igreja.

    Para evitar a repetição do que aconteceu na Avenida Presidente Vargas, na segunda-feira, quando o carro do papa ficou encalacrado no trânsito, o fechamento das ruas por onde o pontífice passar será total.

    “Estamos no coração de uma área residencial e com vias pequenas”, disse o secretário municipal de Transportes, Carlos Osório.

    “Podemos garantir que o Rio tem histórico de manejo de autoridades e de grandes eventos. A visita do papa transcorrerá da melhor maneira. Temos todos os meios para garantir a segurança da visita do papa”, afirmou Osório.

    Na segunda-feira, no primeiro deslocamento do papa pelo Rio, a comitiva papal ficou congestionada na Avenida Presidente Vargas, sem conseguir andar pelo excesso de ônibus nas pistas.

    Uma coletiva de imprensa estava marcada para esta terça-feira com a prefeitura e a secretaria de Grandes Eventos, ligada ao Ministério da Justiça, responsável pela segurança na cidade durante a JMJ.

    Nenhum representante da secretaria compareceu.

    Osório, que havia dito mais cedo para a Rede Globo não ter conhecimento sobre o trajeto que o papa faria na segunda, disse na tarde desta terça que só comentará o caso no final da JMJ, em um balanço junto com a secretaria de Grandes Eventos.

    Publicado por jagostinho @ 09:32



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