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  • 06maio

    TRIBUNA DO PARANÁ

    RUA SEM SAÍDA

    Revoltados, moradores locais estenderam faixas de protesto em muro de condomínio. Foto: Atila Alberti

    Moradores de um trecho da Avenida das Torres estão na bronca com as mudanças feitas em uma marginal da via, que fica próxima ao cruzamento com a Rua Henrique Mehl.

    Segundo quem vive no local, as alterações, ocorridas por causa das obras do Corredor Aeroporto-Rodoferroviária, previstas no PAC da Copa, acabaram deixando as residências apenas uma saída para a Avenida das Torres.

    Além disso, a vizinhança também reclama da má sinalização e da falta de bueiros no novo trecho. A situação fez com que alguns colocassem faixas de protestos no muro de um condomínio.

    Antes das obras, haviam três saídas para a Avenida das Torres ao longo do trecho da marginal, mas após a reforma apenas uma alça de acesso ficou disponível para os moradores da região.

    O aposentado Otávio Rurka, que mora num condomínio localizado na marginal, afirma que a via ficou estreita para veículos maiores.

    “O caminhão do lixo tem que sair de ré. Ficou um beco muito extenso e até estreito. Quando há carros estacionados, fica difícil para os moradores do condomínio sair, pois não tem espaço pra todos”, conta

     

    O dentista aposentado Eloir Caron explica que, com as obras, o trânsito na marginal ficou confuso, por causa da má sinalização.

    “Não tem placa avisando os motoristas que agora é uma rua sem saída, e muitos deles entram aqui em alta velocidade para tentar fugir dos engarrafamentos. Não sei como ainda não aconteceu nada pior, pois muitas vezes temos crianças brincando na rua”, alerta.

    Para Caron, é preciso também determinar também os espaços para o estacionamento ao longo da via.

    “Não pode colocar vagas dois lados da pista. É muito estreito. Tem que ter faixa amarela de um lado e do outro espaço para os carros pararem. Mas até agora está tudo bagunçado e nada foi feito”, reclama.

    Faltou bueiro

    Outro morador da região, que preferiu não se identificar, conta que os responsáveis pelas obras no local não construíram bueiros de um lado da pista.

    “Só tem as bocas de lobo do lado dos canteiros, que é exatamente pra onde a água não vai quando chove. Se você observar, têm uns 300 metros de calçada sem nenhum local para escoar a água. Uma hora vai encher tudo”, afirma.

    Incompleto

    A Secretaria Municipal de Obras de Curitiba, através de nota oficial, afirmou que a obra faz parte do cronograma do corredor que liga o aeroporto Afonso Pena à rodoviária de Curitiba e que, portanto, ainda não está concluída.

    Ainda segundo a nota, o asfalto novo pende para o lado esquerdo da rua, contrário ao condomínio. Portanto, os bueiros ficarão no lado oposto da via.

    “Quanto à sinalização, está programada a proibição de estacionamentos para um dos lados da rua e uma placa indicativa de rua sem saída ou de acesso exclusivo aos moradores”, completou a nota.

     

    Quanto ao tráfego de caminhões, o representante da secretaria de obras afirmou que ninguém do Instituto de Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) foi encontrado para falar sobre o assunto.

    Publicado por jagostinho @ 13:56



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