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  • 13maio

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    Manifestante com uma bandeira venezuelana durante protesto contra o governo do presidente Nicolás Maduro, passa em frente a um grupo de policiais em Caracas

    Manifestante com uma bandeira venezuelana durante protesto contra o governo do presidente Nicolás Maduro, passa em frente a um grupo de policiais em Caracas (Jorge Silva/Reuters)

    A coalizão opositora venezuelana Mesa da Unidade Democrática (MUD) anunciou nesta segunda-feira a “paralisação” das reuniões técnicas de diálogo com o governo Nicolás Maduro até a próxima quinta-feira, quando chegam à Venezuela os chanceleres de Brasil, Equador e Colômbia, representantes da União das Nações Sul-americanas (Unasul).

    “As reuniões foram paralisadas até a chegada dos chanceleres da Unasul para poder fazer assim um balanço de tudo o que aconteceu na presença dos mesmos”, disse um dos representantes da MUD, Roberto Henríquez, presidente do partido Copei.

    Extraoficialmente, no entanto, o secretário-executivo adjunto da MUD, Ramón José Medina, divulgou no Twitter uma notícia do site La Patilla na qual ele próprio declara que as reuniões foram suspensas em rejeição “à repressão injustificada contra estudantes e manifestantes” durante os protestos contra o governo chavista.

    Segundo a publicação, as reuniões dos grupos de trabalho das Comissões de Anistia, da Verdade, Descentralização e de Designação dos Membros dos Poderes Públicos foram paralisadas.

    A Venezuela continua vivendo um clima de protestos e nesta segunda aconteceram novos conflitos entre grupos de mascarados e a polícia, que impediu a passagem de uma passeata em direção ao centro de Caracas.

    Os manifestantes pediam a libertação de 11 estudantes detidos na quinta-feira passada após a remoção dos acampamentos de manifestantes.

    Os protestos antigovernamentais na Venezuela começaram há três meses.

    A maioria tem ocorrido de maneira pacífica, mas incidentes violentos em alguns deles deixaram um saldo de 42 mortos – o último na quinta passada, durante a remoção dos acampamentos. Além disso, mais de 800 pessoas ficaram feridas. 

    Reunião – Espera-se que na próxima quinta-feira ocorra a quarta reunião do processo de diálogo entre governo e oposição, iniciado no dia 10 de abril.

    O encontro deve ter a presença dos chanceleres do Brasil, Colômbia e Equador, que se comprometeram a acompanhar as conversas com objetivo de amenizar a crise política na Venezuela.

    A chanceler da Colômbia, María Ángela Holguín, que integra a comissão de chanceleres junto com seus colegas Ricardo Patiño (Equador) e Luiz Alberto Figueiredo (Brasil), confirmou em Bogotá que a reunião entre as partes em conflito será realizada na quinta.

    Publicado por jagostinho @ 16:39



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