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  • 17maio

    TRIBUNA DO PARANÁ

    FEIO NA ENTRADA

    Entulho toma conta da paisagem em um dos acessos. Moradores dizem que local é ninho de ratos e cobras. Foto: Marco Andre Lima

    Na esquina onde terminam as ruas Cezinando Dias Paredes e Maestro Carlos Frank, no Boqueirão, começa a preocupação dos moradores da região.

    O local, que dá acesso ao Parque Náutico, parece estar abandonado, com muito mato, bueiros sem tampa, lixo doméstico e resto de materiais de construção.

    A má conservação proporciona o aparecimento de ratos e até cobras. A população reclama também da falta de segurança no entorno do parque.

    O aposentado Raul Ventura mora no bairro desde 1971 e afirma que já flagrou em duas oportunidades, um caminhão despejando entulho.

    Após anotar a placa e denunciar, não teve mais esse problema. “Normalmente é gente de fora que vem aqui jogar o lixo”.

     

    No local existem áreas de ocupação irregular e com a retirada de alguns moradores, ratos tomaram conta das casas vazias.

    “De vez em quando aparece alguém e joga veneno. Eles (os ratos) somem por uma ou duas semanas, depois voltam”, diz Raul.

    Ele conta também que é comum encontrar cobras d’água circulando pela região e que em uma oportunidade, ao abrir o portão de casa, se deparou com outro tipo de cobra tentando entrar.

    “A sorte foi que eu apertei o controle remoto do portão sem querer e ele parou bem em cima da cobra”.

    Outro ponto citado por Raul é a falta de segurança no Parque Náutico. O aposentado afirma que o local serve de esconderijo para bandidos e usuários de drogas.

    “Eu mesmo caminho bem cedo no parque. É o horário mais tranquilo, que não tem quase ninguém. Algumas pessoas deixaram de vir por medo e outros só vêm acompanhados”.

     

    A ponte que dá acesso de pedestres e ciclistas ao parque era uma das principais reclamações dos moradores, mas já não é mais problema. Uma nova estrutura foi colocada na semana passada, dando mais segurança para quem atravessa.

    Mas ao lado, uma trilha que parece ter sido uma ciclovia encontra-se completamente abandonada. No chão, quase não dá para ver o asfalto, que foi tomado pelo mato e não tem nenhuma sinalização.

    Pessoas circulam com cavalos pelo local, deixando o espaço ainda mais sujo pelas fezes dos animais.

    Consciência

    A Secretaria Municipal do Meio Ambiente informou que técnicos da regional do Boqueirão estiveram no local e vão realizar a limpeza da área. Por grande parte do lixo despejado ali ser domiciliar, é preciso conscientizar a população local.

    A pasta também informa que o córrego que passa por ali não se trata de um esgoto e sim um canal de drenagem, em uma faixa de responsabilidade da América Latina Logística (ALL), pela proximidade com a linha férrea.

    De acordo com a secretaria, o canal foi limpo há cerca de 20 dias. A ciclovia paralela ao trilho do trem foi desativada há vários anos, em gestões anteriores.

     

     

    Publicado por jagostinho @ 11:13



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