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  • 01jul

    UCHO.INFO

    gleisi_hoffmann_60A campanha do senador Roberto Requião (PMDB) disparou nas redes sociais novos ataques contra a senadora Gleisi Hoffmann(PT), cada vez mais complicada com os novos desdobramentos da Operação Lava-Jato, da Polícia Federal, que investiga ligações criminosas de petistas com fornecedores da Petrobras.

    Todas as empreiteiras investigadas pela PF, as maiores do país (OAS, Mendes Junior e UTC Constran), são grandes doadoras das campanhas de Gleisi, destacam os “requianistas”, que sugerem a revelação, nos próximos dias, de outros vínculos complicados da senadora com esse esquema, fulminando a candidatura da petista ao governo do Paraná.

    As novas revelações reforçam denúncia divulgada pelo jornal “O Globo”, segundo a qual a PF apreendeu na casa de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras que encontra-se preso em Curitiba, lista com os nomes de sete empresas, e indicativos de pagamentos a candidatos e financiamento de campanhas eleitorais.

    Entre as empresas está a UTC/Constran, que doou R$ 250 mil para campanha de Gleisi ao Senado em 2010. Costa, que atuava em conjunto com o doleiro Alberto Youssef, também preso na operação sob a acusação de lavagem de dinheiro.

    A PF suspeita que ambos arrecadavam dinheiro de empresas fornecedoras da Petrobras para abastecer campanhas políticas, seja oficialmente – registradas no TSE – ou por meio do tradicional e ilícito caixa dois.

    As prestações de contas ao TSE mostram que cinco dessas sete empreiteiras fizeram doações legais de R$ 10,5 milhões em 2006, ano de disputa aos cargos de deputado, senador, governador e presidente.

    Quatro anos depois, as doações de seis dessas empresas saltaram para R$ 114,5 milhões. Na última eleição, para prefeitos e vereadores, em 2012, as empreiteiras continuaram generosas com os candidatos, com desembolso de R$ 116,9 milhões.

    A contabilidade da campanha de Gleisi Hoffmann levou a senadora a ser apelidada de “rainha das empreiteiras”, lembram os seguidores de Requião.

    Uma das principais fontes de recursos para a corrupção do PT seria a refinaria Abreu e Lima, caso flagrante de superfaturamento.

    O Tribunal de Contas da União (TCU) já apontou que o superfaturamento na refinaria que sendo erguida em Pernambuco chegou a R$ 1,32 bilhão até 2010.

    Orçada inicialmente em US$ 2,3 bilhões (R$ 5 bilhões), a refinaria deve custar US$ 20 bilhões (R$ 44 bilhões) quando ficar pronta, em 2015.

    Na condição de diretor de distribuição da Petrobras, entre 2004 e 2012, Paulo Roberto Costa era um dos responsáveis por este projeto em território pernambucano.

    Os 23 inquéritos foram abertos a partir de dois documentos da Operação Lava-Jato:

    1) um laudo da PF com 17 empresas que fizeram depósitos na conta da MO Consultoria, firma de fachada de Youssef;

    2) um manuscrito encontrado pela PF que relaciona 13 fornecedores da Petrobras e relata a disposição de seis deles em contribuir com campanha política de pessoas ligadas a Costa.

    Publicado por jagostinho @ 14:37



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