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  • 09jul

    TOSTÃOTOSTÃO, médico e ex-jogador, é um dos heróis da conquista da Copa do Mundo de 1970. Afastou-se dos campos devido ao agravamento de um problema de descolamento da retina. Como comentarista esportivo, colaborou com a TV Bandeirantes e com a ESPN Brasil.

    Se um ET assistisse ao jogo de ontem, sem saber em que país estava, sem conhecer a cor da camisa de cada seleção e tivesse detalhadas informações sobre a história do futebol, diria, após a partida, que o Brasil, o país do futebol, o da camisa rubro-negra, mostrou toda a magia, a técnica e a fantasia de seus jogadores, além de dar um show de talento coletivo.

    O hexa não chegou, contrariando o que estava escrito no ônibus da seleção brasileira. A taça escapou, contrariando a frase dita por Parreira, de que o Brasil estava com ela nas mãos.

    O Brasil perdeu, pior, de goleada, para contrariar Felipão, que tinha dito que ganhar o Mundial era obrigação e que a seleção seria campeã.

    A desculpa de que perdeu pelas ausências de Thiago Silva e de Neymar não faz nenhum sentido, diante da enorme superioridade alemã.

    A entrada de Bernard foi uma decisão desastrosa, prepotente, porque, mesmo se Neymar estivesse presente, o Brasil teria de reforçar o meio-campo, principal qualidade da Alemanha.

    Foi uma tragédia. Triste, muito triste, a maior derrota de toda a história da seleção brasileira. De consolo, quem sabe, sirva para que haja grandes mudanças, para valer, dentro e fora de campo, desde as categorias de base.

    É preciso haver uma mudança de conceitos e diminuir a promíscua troca de favores, uma praga nacional, que assola o futebol e o país.

    O interessante é que os alemães não comemoraram a goleada histórica com a emoção que se esperava.

    Eles não são frios. São emotivos. Penso que estavam felizes e também constrangidos, por fazerem gols na mística seleção brasileira, que tanto admiram.

    Os jogadores, Felipão e a comissão técnica têm de ser criticados por erros técnicos, mas não devem ser massacrados. Eles trabalharam com seriedade e fizeram tudo para o Brasil ser campeão.

    “…Depois da hora radiosa a hora dura do esporte, sem a qual não há prêmio que conforte, pois perder é tocar alguma coisa mais além da vitória, é encontrar-se naquele ponto onde começa tudo a nascer do perdido, lentamente” (Carlos Drummond de Andrade). 

    Publicado por jagostinho @ 14:37



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Uma resposta

WP_Cloudy
  • Antonio Disse:

    Boa tarde, vergonha histórica! O sr. Felipe Scolari no incio de sua carreira em 1990, treinou o Coritiba em 03 jogos perdeu os 03 e no último contra o Juventude levou uma goleada e voltou para o Rio Grande do Sul no onibus do Juventude sem dizer adeus. Falta humildade a este senhor, no comentário do dia 01 de Julho do Tostão eu escrevi: O futebol ficou chato, muito dinheiro e pouco espetáculo, é de chorar. Teve espetáculo, Alemanha! Um abraço.

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