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  • 10jul

    VEJA.COM/SAÚDE

    Sedentarismo: estudo aponta a falta de atividade física como principal causadora da epidemia de obesidade americana

    Sedentarismo: estudo aponta a falta de atividade física como principal causadora da epidemia de obesidade americana(Thinkstock)

    O principal culpado pela atual epidemia de obesidade nos Estados Unidos não é a má alimentação, mas sim o sedentarismo.

    É o que conclui uma nova pesquisa da Universidade Stanford, que analisou dados coletados durante vinte anos por um levantamento nacional de saúde.

    Os pesquisadores observaram que, durante esse período, os americanos diminuíram significativamente os seus níveis de atividade física, ao passo que o índice de massa corporal (IMC) médio da população aumentou.

    Por outro lado, a quantidade de calorias consumidas permaneceu estável.

    Para se ter uma ideia, em 2010 mais da metade (51,7%) das mulheres adultas do país eram consideradas sedentárias, ou seja, não praticavam nenhuma atividade física nas horas vagas.

    É mais que o dobro da taxa de sedentarismo registrada em 1994, que foi de 19,1%. Os homens, embora se exercitem mais do que as mulheres, também apresentaram um aumento na prevalência de sedentarismo, de 11,4% em 1994 para 43,5% em 2010.

    Durante esse intervalo de tempo, o IMC médio da dos americanos cresceu 0,37% ao ano, sendo que o aumento mais acentuado aconteceu entre mulheres mais jovens.

    Além disso, a circunferência abdominal da população feminina aumentou 0,37% por ano e a da masculina, 0,27%.

    O total de calorias consumidas ao dia, no entanto, não teve alterações significativas ao longo desse tempo.

    “A nível populacional, encontramos uma relação significativa entre aumento do IMC e da circunferência abdominal e o sedentarismo, mas não a ingestão calórica”, diz Uri Ladabaum, professor da Faculdade de Medicina de Stanford e coordenador da pesquisa.

    Segundo ele, porém, isso não significa que uma má alimentação não provoca a obesidade, mas sim que o sedentarismo é o maior causador do aumento do problema nos Estados Unidos.

    O estudo foi publicado nesta semana no periódico The American Journal of Medicine.

    Publicado por jagostinho @ 18:48



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