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  • 16jul

    G 1 PR

    Alberto Youssef é acusado de lavar dinheiro do mensalão (Foto: Joedson Alves/Estadão Conteúdo)

    Alberto Youssef é acusado de lavar dinheiro do
    mensalão (Foto: Joedson Alves/Estadão Conteúdo)

    O doleiro Alberto Youssef é réu em nova ação penal referente à Operação Lava Jato.

    A denúncia entregue pelo Ministério Público Federal (MPF) à Justiça Federal do Paraná na quinta-feira (10) foi aceita pelo juiz federal Sergio Moro nesta terça-feira (15).

    Agora, o doleiro é acusado de participar de um esquema de lavagem de dinheiro do mensalão.

    De acordo com a denúncia do MPF, Youssef lavou R$ 1,16 milhão do dinheiro do esquema de compra de votos de deputados para votarem a favor do governo durante o primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    Este valor é referente a um total de R$ 4,1 milhões repassados pelo empresário Marcos Valério, operador do mensalão, ao então deputado federal José Janene (PR), que era líder do PP na Câmara na época. José Janene morreu em 2010.

    O G1 entrou em contato com a defesa de Youssef, o advogado Antônio Figueiredo, porém, até a publicação desta reportagem, ele não havia atendido as ligações.

    A Operação Lava Jato foi deflagrada pela Polícia Federal (PF) em março deste ano.

    Youssef é acusado de comandar um esquema bilionário de lavagem de dinheiro que, conforme as investigações do MPF, movimentou cerca de R$ 10 bilhões. Ele está preso na carceragem da PF, em Curitiba, desde março.

    Outras nove pessoas são réus nesta ação penal, segundo a decisão do juiz: Carlos Habib Chater, Ediel Viana da Silva, Dinorah Abrão Chater, Carlos Alberto Murari, Assad Janani, Danielle Kemmer Janene, Meheidin Hussein Jenani, Carlos Alberto Pereira da Costa e Rubens de Andrade Filho.

    Todos são acusados dos crimes de lavagem de dinheiro, de associação criminosa, de apropriação indébita e de estelionato.

    A Justiça Federal do Paraná informou que Alberto Youssef, Carlos Habib Chater, Carlos Alberto Pereira da Costa e Ediel Viana da Silva foram intimados a participar de audiência de instrução, no dia 22 de julho, em que o juiz Sergio Moro vai ouvir as testemunhas de acusação desta nova ação penal.

    Nesta audiência, os citados réus serão ouvintes, ou seja, não prestarão depoimentos.

    O juiz expediu um novo mandado de prisão preventiva, também nesta terça-feira, contra estes quatros réus intimados a serem ouvintes no dia 22.

    Carlos Habib Chater e Ediel Viana da Silva já estão presos na Casa de Custódia de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

    Carlos Alberto Pereira da Costa está preso na carceragem da Polícia Federal, na capital paranaense, assim como Youssef.

    Ainda não há data definida de quando os acusados vão depor.

    O juiz vai ouvi-los somente depois que todas as testemunhas prestarem depoimento nas audiências de instrução das ações penais da Lava Jato.

    Publicado por jagostinho @ 13:56



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