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  • 20jul

    UOL

    CASTIGOAplicar punições para corrigir o comportamento infantil é um método que divide opiniões. Veja como empregá-lo de forma adequada.

    As crianças são inquietas e exploradoras por natureza. Têm a necessidade de conhecer tudo de imediato, de entrar em contato com o que se passa à sua volta e fazer o que passar por sua cabeça.

    Nesse processo, é muito provável que cometam erros e façam coisas que seus pais não aprovam.

    Por isso, é importante acompanhar seu filho de perto para estabelecer limites e fazê-lo perceber, de forma clara, quando não está se comportando bem.

    Essa tarefa difícil, mas necessária, costuma envolver uma das técnicas mais usadas por pais de todas as gerações: o castigo.

    Impedir a criança de fazer alguma coisa ou de ter um objeto que deseja são exemplos de punições corretivas, mas a prática ainda é controversa.

    Enquanto alguns especialistas desaprovam os castigos, a Academia Americana de Pediatria os recomenda como estratégia de disciplina eficaz.

    Seus detratores alegam que os castigos fazem com que as crianças se vejam como pessoas ruins e se sintam desamparadas quando erram.

    Longe de reforçar o vínculo com os pais, as punições poderiam gerar atritos no futuro. Muitas crianças se portam mal para chamar a atenção e, nesse caso, melhor resposta seria não reagir.

    Já a psicoterapeuta Amy Morin acredita na eficácia do castigo: “As punições fazem com que as crianças lidem com as emoções positivamente. Se bem aplicadas, servem para que reconheçam um erro antes de cometê-lo”.

    Segundo Morin, é fundamental aplicar o castigo de forma adequada para que tenha um efeito real sobre o comportamento da criança.

    Em primeiro lugar, não faça ameaças que sabe que não irá cumprir.

    “As crianças percebem quando os pais não falam sério e acabam perdendo o respeito quando não cumprem com a palavra”, explica o psicólogo e escritor Erik Fisher.

    Segundo o especialista, a ameaça não deve ser usada para gerar medo, mas para inspirar respeito à autoridade dos pais.

    Por isso, quando alertar a criança sobre as consequências de seu mau comportamento, os pais devem fazê-lo com voz firme e cumprir o que disse, não importa onde estejam.

    Também não é recomendável gritar. As crianças precisam de tempo para refletir sobre o que fizeram, e pressioná-las nesse momento pode gerar o efeito contrário.

    O melhor é conversar com a criança para ajudá-la a entender porque sua conduta é inadequada e o que ela pode fazer para reverter o que fez. O momento ideal para isso é depois do castigo, quando a irritação inicial já diminuiu.

    Outros dois fatores importantes são o tempo e o espaço. Quanto ao primeiro ponto, é válido se perguntar quando tempo deve durar um castigo.

    Uma técnica possível é a de “minuto por ano”. Por exemplo, se a criança tem dois anos, pode ficar dois minutos de castigo; se tem três, três minutos, e assim por diante.

    Quando ao espaço, é melhor escolher lugares neutros, evitando cômodos que possam ser fonte de diversão, como salas de jogos e televisão.

    Por último, sempre é bom equilibrar castigos com recompensas. Procure demonstrar afeto com frequência e criar momentos positivos com seus filhos para manter um relacionamento equilibrado.

    Como você lida com o mau comportamento de seus filhos? Você acredita que os castigos são uma boa forma de educar?

    Publicado por jagostinho @ 18:52



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