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  • 25jul

    AGÊNCIA ESTADO

    Foto: Ricardo Moraes / Reuters

    Ricardo Moraes / Reuters / Dunga, durante a apresentação como técnico da seleção brasileira na terça-feira

    Dunga, durante a apresentação como técnico da seleção brasileira na terça-feira

    De acordo com reportagem da ESPN, o técnico da seleção brasileira Dunga já esteve envolvido com transferência de jogadores.

    Com base em documentos, a matéria mostra que em 2004 uma empresa dele recebeu mais de R$ 400 mil na venda do jogador Ederson do RS Futebol Clube para o grupo IPC (Image Promotion Company).

    O treinador negou por meio da assessoria de imprensa da CBF.

    Segundo a denúncia, a IPC adquiriu 75% dos direitos do meia, que foi cedido ao Nice, da França.

    Ederson, atualmente na Lazio, foi negociado pelo RS com o grupo em 14 de janeiro de 2014, por US$ 1,5 milhão.

    Dunga teria intermediado o negócio, recebendo por isso comissão de R$ 407.384,08, paga pelo clube gaúcho.

    A participação do atual técnico da seleção foi atestada, na reportagem, por meio de uma nota fiscal da “Dunga Empreendimentos, Promoções e Marketing Ltda”, de 20 de maio daquele ano, por um recibo com a sua assinatura (Carlos Caetano Bledorn Verri) e pelo comprovante bancário de transferência do clube para a empresa, no valor discriminado na nota.

    A reportagem da Agência Estado tentou falar com Dunga por telefone nesta quinta-feira, sem sucesso.

    À ESPN, o treinador, por meio da assessoria de imprensa da CBF, afirmou “não ter participação alguma na venda dos direitos sobre o vínculo do referido jogador”.

    Em sua primeira passagem pela seleção, entre 2006 e 2010, Dunga jamais convocou Ederson.

    O meia seria chamado por Mano Menezes uma única vez para um amistoso contra os Estados Unidos realizado em 8 de agosto de 2010. Jogou três minutos, sofreu grave contusão e não mais voltou.

    Na época da negociação de Ederson em 2004, o IPC foi representado pelo empresário italiano Antonio Caliendo.

    O grupo tem sede em Mônaco, na Avenue Princesse Alice, no mesmo endereço da World Champions Club (WCC), empresa de agenciamento no futebol que tem Caliendo entre seus gestores e Dunga como um de seus “últimos clientes”.

    A WCC também gerencia as carreiras de Ederson, de Maicon (titular da seleção de Dunga na Copa de 2010), além do futebol do clube inglês Queens Park Rangers.

    O vínculo com o QPR vem desde 2004 e Dunga tem cargo no conselho de gestão do clube.

    Sobre a WCC, o treinador diz “não ter vínculo com a empresa em questão” e que esta empresa o representou quando ele era jogador.

    No atual comando da seleção brasileira também está Gilmar Rinaldi, nomeado coordenador geral, que até duas semanas atrás era empresário de jogadores.

    Publicado por jagostinho @ 18:51



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