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  • 30jul

    IMPRENSA REQUIÃO 15

    O senador Roberto Requião criticou a atual administração em encontro do PMDB em Campo Largo.

    O candidato ao governo do Paraná pela coligação Paraná com Governo (PMDB/PV/PPL), Roberto Requião, acusou Beto Richa de receber dinheiro das concessionárias das rodovias paranaenses e não baixar as tarifas.

    Durante a reunião do PMDB de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, Requião falou sobre uma denúncia apresentada pelo Ministério PúCampo Largoblico Federal:

    “Richa foi financiado pelo pessoal do pedágio e recebeu R$ 3 milhões para suas campanhas”, afirmou na noite de segunda-feira (28).

    O candidato reclamou que Beto Richa, ao assumir o governo, prometeu negociar com as concessionárias e suspendendo as ações.

    “Ele não negociou, estabeleceu outras concessões, deu aumentos sucessivos às tarifas e, quando viu que sua campanha está sendo um fracasso, fechou a contabilidade ao mandar a Procuradoria Geral do Estado desistir definitivamente de todas as ações”, resumiu.

    Requião lembrou que imaginava resolver esse problema durante o mandato no governo do Paraná, ao entrar com mais de 30 ações na Justiça.

    “Eu não resolvi porque a Justiça no Brasil é muito lenta. Aqui tem chicanas e recursos em cima de recursos. Mas eu tinha certeza que mais cedo ou mais tarde as ações seriam julgadas e o raio do pedágio baixava ou acabava”, concluiu.

    As críticas à atual administração não pararam por aí. Requião acusou Richa de frear o desenvolvimento de Campo Largo, ao permitir que a Tritec Motors, que produzia motores flex, deixasse a região.

    “Telefonei imediatamente ao meu amigo Valentino Rizzioli (vice-presidente da Fiat e Presidente da CNH) e pedi que comprasse o barracão e alguns motores que pudessem ser aproveitados, garantindo emprego aos moradores e arrecadação ao município”, contou.

    No fim da negociação, a Fiat ficou com o terreno, a unidade industrial, as linhas de produção e a licença para produção da atual linha de produtos. O investimento total foi de R$ 250 milhões, gerando 500 novos empregos diretos e 1.500 indiretos.

    Ao citar a cidade de Campo Largo como um importante polo industrial do estado, Requião lembrou a instalação da primeira fábrica da Sig Combibloc no Brasil, que atualmente tem 700 empregados diretos.

    “Vocês terão a segunda maior arrecadação do Paraná, porque a primeira ainda será Araucária, com as instalações da Petrobras”, comparou.

    PMDB – Requião também defendeu o PMDB. Ele fez questão e lembrar a tentativa frustrada de Richa em atrair o partido para a base do atual governo.

    “Ele acertou com alguns deputados, oferecendo cargos em comissão. Corrupção de tudo que era jeito. Quando eles pensaram que tinham comprado a convenção do PMDB, levaram uma grande sapecada”, cutucou.

    E acrescentou que Richa recusou um convite para participar de uma reunião com o presidente da Fifa, Joseph Blatter, achando que, naquele dia, comemoraria o apoio do PMDB à sua candidatura: “Beto Richa perdeu a tarde, perdeu a convenção e vai perder as eleições”.

    Requião encerrou o discurso dizendo que chegou a uma conclusão: o problema do Paraná é de gestão: “Nós elegemos um garoto bacana, sempre bronzeado, cabelo extraordinariamente bem penteado, roupa de grife, caríssima, sempre. A única coisa que ele rigorosamente não faz é pensar no Estado”.

    Drogas – A candidata a vice-governadora Rosane Ferreira (PV) mostrou preocupação com o índice de homicídios registrados no Paraná.

    Segundo ela, 29 corpos passaram pelo IML neste fim de semana, sendo 19 vítimas de assassinato vinculado a drogas.

    “No Brasil, 57 mil pessoas morrem assassinadas por ano. Eu sou mãe de dois filhos homens, um com 17 e outro com 21 anos. Eu não consigo dormir enquanto eles não chegam em casa”, contou.

    Rosane lembrou ainda de uma reunião em Teerã, no Irã, em que participou como representante do parlamento brasileiro.

    “Aquele encontro discutiu a implantação de programas para diminuir o número de mortes na guerra da Síria. Lá, morreram 160 mil pessoas nos últimos três anos. Senti vergonha, porque aqui morreu o mesmo número de pessoas sem guerra alguma”, contou.

    Publicado por jagostinho @ 10:43



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