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  • 31jul

    IMPRENSA REQUIÃO 15

    Candidato quer a retomada de projetos importantes, como a Clínica de Saúde da Mulher e da Criança.

    Radio CascavelA gestão da saúde pública foi comentada hoje pelo candidato ao governo pela coligação Paraná com Governo (PMDB/PV/PPL), Roberto Requião.

    Em entrevista à Rádio Norte, de Cascavel, ele citou realizações da gestão 2003-2010 que foram paralisadas no atual governo, trazendo graves problemas para a população.

    “Nós construímos no Paraná 44 hospitais que estão subutilizados, alguns parados.Outros que estavam quase prontos não foram terminados em quatro anos e meio. O de Telêmaco Borba, por exemplo, estava 95% pronto”.

    “Hoje está abandonado, invadido, depredado, roubam louças sanitárias, quebram vidros. O Hospital Regional de Ponta Grossa, dos 190 leitos tem apenas 12 funcionando. O de Francisco Beltrão funciona só com 25% da capacidade. A saúde está terceirizada. Tudo é objeto de negócio para algum grupo econômico, desses que financiam campanhas eleitorais”, lamentou.

    Com a experiência de quem encarou com seriedade a questão quando governou o Paraná, Requião afirmou por onde deve começar a reorganizar a saúde pública no Estado.

    “Nós temos 2.500 postos de saúde no Paraná em situação precária, sem médicos e sem remédios. Temos que começar por aí, é a porta de entrada. É estabelecer a condição de funcionamento desses postos, colocar médicos, equipamentos e remédios”, afirmou.

    Outra importante marca da gestão de Requião, a Clínica de Saúde da Mulher e da Criança, que foi deixada de lado no atual governo, deve ser retomada.

    “Nós tínhamos o objetivo de criar 300 Clínicas da Mulher e da Criança. Elas foram desfeitas. Era para combater a mortalidade materna e infantil, que aliás foi um objetivo alcançado no Paraná. O que o atual governo fez? Transformou em posto de saúde comum, cortou o subsídio, praticamente desativou o projeto. Então o começo de tudo é recolocar essas estruturas para funcionar”.

    Durante a passagem por Cascavel, Requião citou obras na área de saúde que continuam beneficiando a população.

    “Aqui em Cascavel, por exemplo, nós inauguramos o Hospital Universitário, o Centro de Atendimento à Toxicologia, com capacidade para 50 atendimentos por mês, além do Centro de Reabilitação e Fisioterapia da Unioeste”.

    “Foram grandes investimentos e depois que nós saímos tudo isso parou. O fundamental é retomar a ideia de gestão e de planejamento no Paraná e esse é o compromisso que nós temos”.

    Publicado por jagostinho @ 11:44



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