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  • 08ago

    BLOG DO MILTON ALVES

    Entidades da sociedade civil e urbanistas realizam campanha por moradia popular em áreas centrais e próxima a terminais de ônibus.

    O novo Plano Diretor é um palco para o debate sobre a formulação de uma política pública de moradia na região central de Curitiba.

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    Porque direito à moradia e à cidade é mais do que construção de casas

    A grande especulação imobiliária em áreas que possuem melhor infraestrutura urbana faz com que os preços dos terrenos ou dos imóveis se elevem, provocando um processo de periferização ou de expulsão da população de baixa renda dos centros ou locais com melhor estrutura e serviços públicos.

    Este processo leva a segregação sócio-espacial de populações e uma oferta desigual de serviços e equipamentos públicos entre as diferentes regiões da cidade.

    Por isso Curitiba é vista de um jeito pelos visitantes e turistas que circulam em bairros centrais, e de outro pelos próprios moradores.

    Para evitar este tipo de desenvolvimento urbano discriminatório e excludente, o Estatuto da Cidade prevê uma série de instrumentos que podem ser utilizados para garantir acesso à terra urbanizada e bem localizada à populações de baixa renda.

    Uma destas ferramentas é a criação de “zonas de especial interesse social”, que é a indicação no mapa do zoneamento de áreas onde somente pode ser construída habitação de interesse social.

    A demarcação de ZEIS garante a proteção de partes da cidade contra a especulação imobiliária, e controla o preço da terra.

    O planejamento de Curitiba não fez previsão de zonas de interesse social próximas aos grandes eixos de transporte público ou em áreas centrais, levando a um grande processo de periferização da cidade.

    Ironicamente, onde tem mais oferta de transporte público, concentram-se populações com faixa de renda elevada e que não se utilizam deste meio de transporte.

    Para termos um planejamento inclusivo, uma Curitiba mais justa, é necessário garantir zonas de interesse social em áreas centrais da cidade e ao longo os eixos estruturais do transporte públicos da cidade.

    Fonte: Mobiliza Curitiba

    Publicado por jagostinho @ 18:57



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