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  • 08ago

    Candidato critica modelo de substituição tributária do atual governo e propõe ações desenvolvimentistas para alavancar indústria do Paraná.

    FORUMO candidato ao governo do Paraná pela Coligação Paraná com Governo (PMDB/PV/PPL), Roberto Requião, defendeu na manhã desta quinta-feira (07) o fortalecimento da política industrial do Paraná e o investimento em capital produtivo.

    A fala ocorreu durante encontro organizado pelo “Fórum Permanente Futuro 10 Paraná”, uma iniciativa de empresas e entidades para debater a política e a economia do Estado.

    “O Brasil passa por uma espécie de democracia social, com aumento de salário e capacidade de consumo. Mas o Brasil não tem crescimento industrial”, ponderou Requião.

    “Achei que iríamos para um novo momento no governo Dilma, mas trocamos o nacional desenvolvimentismo pela democracia social”, afirmou o candidato.

    Requião começou sua palestra fazendo um retrospecto da história monetária do século 20, e lembrou que o padrão dólar, que substituiu o ouro como lastro das moedas em todo o mundo, permitiu que a crise do subprime de 2008 arrastasse as outras economias do mundo para a recessão.

    Mas no Brasil, lembrou Requião, o governo do presidente Lula usou o capital dos bancos públicos para financiar o consumo e manter a economia aquecida. Uma postura que se mantém até hoje, sob o governo Dilma.

    Requião lembrou que, ao governar o Paraná durante a crise, baixou o imposto para a pequena e micro indústria, estimulando a produção e a geração de emprego.

    “Nossa indústria não conseguia vender para o comércio por causa da crise”, lembrou.

    “Já no governo atual, do Beto Richa, a arrecadação cresceu o dobro da produção, drenando a economia. Enquanto isso, o gasto público subiu 28,55%”.

    O senador propôs aos empresários presentes a troca da substituição tributária implantada pelo governo Richa, que aumentou a carga tributária, por alíquotas reduzidas para micro e pequenas indústrias, conforme foi realizado no governo anterior.

    “Precisamos impedir que a fome arrecadadora acabe com a base industrial do Estado”, alertou.

    Logística – Requião também comentou as questões logísticas do estado, com especial atenção aos portos.

    “Porto tem que ser múltiplo. Os portos do Brasil têm a tendência de se tornarem graneleiros. Temos que assegurar que o porto sirva ao país de várias formas, com diversas estruturas. Mas para isso, precisamos de apoio forte da União”, ressaltou.

    Ele também destacou a importância da inovação, ressaltando que as universidades estaduais e empresas públicas pode fazer papel semelhante ao que o Sebrae realiza com as empresas.

    (Assessoria de Imprensa/Osny Tavares)

    Publicado por jagostinho @ 10:43



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