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  • 09ago

    G1 PR

    Reajuste da energia elétrica puxa inflação, e preços sobem em Curitiba

    Reajuste na energia elétrica de 24,8% influenciou a inflação oficial na região de Curitiba (Foto: Reprodução/TV Diário)

    Reajuste na energia elétrica de 24,8% influenciou
    a inflação oficial na região de Curitiba
    (Foto: Reprodução/TV Diário)

    A região de Curitiba foi a que registrou a maior inflação no mês de julho, com reajuste médio de 0,5% nos preços.

    Segundo levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira (8), o aumento está associado ao reajuste da energia elétrica de 24,86%, que apesar de ter sido concedido em julho foi retroativo ao mês anterior.

    Para as famílias com menor rendimento, a variação dos preços foi ainda maior chegando a 1%.

    A inflação oficial é medida pela oscilação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em treze capitais do Brasil.

    A média nacional para julho, conforme o IBGE, ficou em 0,01%. É a menor taxa desde 2010, quando se registrou 0,01% em julho e 0,00% em junho.

    A pesquisa indica que a desaceleração de julho foi fortemente influenciada pelos grupos Transportes, com queda de 0,98% contra alta de 0,37% em junho, e Despesas Pessoais, que de 1,57% em junho passou para 0,12%.

    No caso de Curitiba, entre os grupos analisados, a maior alta foi no de habitação, com variação de 4,52%.

    Em seguida, aparece a área de artigos de residência cuja correção foi de 1,05%.

    Entre os itens pesquisados, a roupa de banho teve o maior reajuste – 7%.

    Quando se fala em gastos com saúde e cuidados pessoais, os moradores de Curitiba gastaram 0,59% a mais.

    Os preços dos produtos de setor de alimentos e bebidas variaram 0,17%, em relação a maio.

    O valor cobrado pelo quilo do tomate caiu 16% e dos tubérculos, raízes e legumes 13%.

    O preço do quilo da carne teve uma ligeira queda de 0,01%, sendo o que o filé mignon ficou 4,67% mais barato.

    Já os apreciadores da carne de porco, pagaram mais pelo produto. O reajuste foi de 3,55%.

    Em compensação, o segmento de transporte foi o que registrou a maior queda nos preços.

    Destaque para os valores das passagens aéreas, que segundo o IBGE, ficaram 31,25% mais baratas em julho.

    Transporte e educação foram os únicos segmentos pesquisados que tiveram redução de preços.

    No acumulado do ano, Curitiba também lidera a correção dos preços.

    A alta de janeiro a julho foi de 4,44%.

    Já nos últimos 12 meses, o IPCA ficou em 7,03%, perdendo apenas para Rio de Janeiro que registrou alta de 7,42%.

    INPC

    Enquanto o IPCA é referência para as famílias com rendimento até 40 salários mínimos, ou seja, R$ 28,960, para as famílias que ganham até cinco salários mínimos, R$ 3.600, a inflação é medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

    Para esta parcela da população residente em Curitiba, os preços variaram ainda mais 1%.

    Publicado por jagostinho @ 09:39



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