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  • 11ago

    “Na época do Requião, nós tínhamos voz, as coisas funcionavam, todo mundo se sentia valorizado, acolhido”, disse a professora Claudia Souza.

    Santo Antônio da PlatinaSegurando faixas e cartazes com mensagens de apoio, professores de Santo Antônio da Platina receberam com festa o candidato ao governo estadual Roberto Requião.

    A vice, Rosane Ferreira, o candidato ao Senado, Marcelo Almeida, e candidatos à deputado estadual e federal da coligação “Paraná com Governo” (PMDB/PV/PPL) também compareceram ao evento.

    A professora Maria Conceição Silva estava emocionada. Segundo ela, a classe aposta na volta de Requião porque na época em que ele era governador, a educação era tratada com respeito.

    “Ele colocou as televisões na sala de aula e isso ajudou bastante na hora de passar conteúdo para os alunos, o plano de formação continuada funcionava e era muito importante para nossa atualização, havia um tratamento diferenciado, um olhar humano. Hoje temos muitas dificuldades e quem sofre com isso não é só a gente, mas os alunos também”, lamentou.

    “Na época do Requião, nós tínhamos voz, as coisas funcionavam, todo mundo se sentia valorizado, acolhido. Atualmente não sentimos mais isso. Falta diálogo e até a estrutura básica deixa a desejar”, reclamou a professora Cláudia Souza.

    Requião agradeceu o apoio dos professores e falou sobre o trabalho feito durante a gestão 2003-2010 e os rumos para os próximos anos.

    “É preciso que uma cidade, por mais afastada que esteja ou por mais pobre que seja, tenha uma escola que ofereça qualidade de ensino igual ao da melhor escola pública ou privada da cidade mais rica do Brasil”.

    A candidata a vice-governadora, Rosane Ferreira, destacou a importância da união para encarar as dificuldades.

    “Em 2006 eu me candidatei a deputada estadual porque decidi parar de reclamar dos problemas e agir. Agora precisamos agir para fazer o Paraná voltar a funcionar. Uma união pela educação, pela saúde, pela segurança. Uma união minha, do Requião e do Marcelo Almeida com cada um de vocês para melhorar a qualidade de vida de todos os paranaenses”.

    Para encerrar, Requião falou sobre como deverá ser sua gestão .

    “O governo tem que ter sensibilidade e se preocupar com a vida das pessoas. Eu aprendi com meus pais e avós que, para fazer política de uma forma decente, a pessoa tem que ter uma sensibilidade a ponto de ir às lágrimas diante da pobreza e da miséria, mas não basta isso”.

    “É preciso que ele tenha competência, formação e experiência para transformar esta emoção em uma ação administrativa modificadora da realidade. É isso que devemos querer. Pessoas com capacidade de planejar o futuro, mas sempre sensíveis para as medidas que mudam a situação onde as pessoas vivem”.

    (Assessoria de Imprensa / Marco Martins)

    Publicado por jagostinho @ 11:44



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